Língua Portuguesa: 10 palavras que estão a morrer

Sabe o que é uma lambisgoia ou um lanfranhudo? E sabe o que quer dizer anóveas? Conheça 10 palavras que estão a morrer e já quase ninguém utiliza em Portugal.

Língua Portuguesa: 10 palavras que estão a morrer
Língua Portuguesa: 10 palavras que estão a morrer

Língua Portuguesa: 10 palavras que estão a morrer

Sabe o que é uma lambisgoia ou um lanfranhudo? E sabe o que quer dizer anóveas? Conheça 10 palavras que estão a morrer e já quase ninguém utiliza em Portugal.

A língua portuguesa está em constante evolução e não é apenas por causa do novo acordo ortográfico que isso acontece. A evolução tecnológica ajuda a criar novas palavras e a fazer desaparecer outras.

E além disso, a evolução social faz cair em desuso expressões ou palavras que se utilizavam antigamente e que agora deixaram de fazer sentido.

Conheça 10 palavras antigas da língua portuguesa que já quase ninguém utiliza:

Língua Portuguesa: 10 palavras que estão a morrer

Anóveas

Indicava um valor nove vezes superior.

Língua Portuguesa: 10 palavras que estão a morrer

Sirigaita

Sirigaita é uma das piores ofensas que uma moça do século passado poderia ouvir. Ao chamar uma mulher de sirigaita, uma pessoa queria dizer que ela era mal-educada e tinha atitudes constrangedoras.

Língua Portuguesa: 10 palavras que estão a morrer

Lanfranhudo

Carrancudo, homem feio e mal humorado.

Garçom

Sinónimo de jovem.

Sisa

Indicava um tributo pago ao estado.

Depós

Sinónimo de após.

Lambisgoia

Pessoa intrometida, que se intromete em assuntos que não lhe dizem respeito ou vive a fazer mexericos.

Vosmecê

Sinónimo de você.

Soer

Sinónimo de costumar.

Assunar

Sinónimo de amotinar.

Fonte: Site NCultura

Língua Portuguesa: 10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Língua Portuguesa: 10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Quando pensamos em estrangeirismos, geralmente lembramo-nos de palavras de origem francesa ou inglesa que utilizamos na nossa língua.

Mas quem pensa que apenas os franceses e os anglo-saxónicos influenciaram as línguas por todo o mundo, está errado. O nosso idioma é bastante fértil a exportar palavras para outros idiomas.

No tempo em que Portugal dominava os mares, dominava também as influências linguísticas. Selecionamos 10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo.

Língua Portuguesa: 10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Comando

Origem no século 18 e designava as milícias que combatiam entre Angola, Namíbia e África do Sul.

Língua Portuguesa: 10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Zebra

Nome usado pela primeira vez pelos portugueses em 1600.

Animal semelhante ao cavalo. Equídeo africano do subgénero asno, de listras escuras na pelagem.

Língua Portuguesa: 10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Fetiche

Origem na palavra portuguesa feitiço.

Objecto a que é prestada adoração ou que é considerado como tendo poderes sobrenaturais.

Também pode ser considerado parte do corpo ou tipo de comportamento que provoca excitação sexual.

Língua Portuguesa: 10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Albatroz

Usada pela primeira vez pelos portugueses no século 17.

Grande ave palmípede procelariiforme dos mares austrais, boa voadora, muito voraz.

10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo
10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Mosquito

Tipo de inseto cuja palavra tem origem no diminutivo português de “mosca”

10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Cobra

Origem no século 17, quando os portugueses utilizaram pela primeira vez o termo “Cobra de capello”.

Designação comum às serpentes venenosas do género Naja, da família dos elapídeos.

10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Banana

Nome de fruto usado pela primeira vez pelos portugueses no século 16.

Fruto da bananeira, geralmente amarelo e oblongo, de casca espessa, polpa mole e doce.

10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo
10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Cachalote

Usado pela primeira vez pelos portugueses no século 16.

cachalote ou cacharréu (Physeter macrocephalus) é o maior dos cetáceos com dentes, bem como o maior animal com dentes existente.

Mede até 20 metros de comprimento. Este cetáceo (grande animal marinho) tem, como característica distintiva, uma substância cerosa de cor leitosa (óleo) na cabeça: o espermacete.

A enorme cabeça e a forma distintiva do cachalote, bem como o seu papel na obra Moby Dick de Herman Melville, levaram muitos a descreverem o cachalote como o arquétipo de “baleia” por excelência, mesmo não sendo uma.

O cachalote foi caçado nas águas dos arquipélagos portugueses da Madeira e Açores até 1981 e 1984 respetivamente.

10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Albino

Usada pela primeira vez pelos portugueses no século 18.

Indivíduo de cor totalmente branca devido a uma mutação genética. O albinismo é uma anomalia orgânica caracterizada por ausência ou grande falta de pigmento na pele, nos olhos, nos pêlos e no cabelo.

10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo
10 palavras portuguesas usadas em todo o mundo

Tempura

Tempura é um prato clássico da culinária portuguesa e exportado para o Japão, que o popularizou.

As têmporas eram dias de jejum religioso nos quais os católicos portugueses não comiam carne e fritavam panados de legumes e peixes.

No Japão, estes alimentos eram normalmente consumidos crus e muitas vezes cozinhados por japoneses, o que originou a Tempura, culinária típica japonesa.

Fonte: Site Ncultura

FOGO AMIGO – Obras mal acabadas da Caema viram o maior inimigo da malha viária de São Luís

A malha viária de São Luís, com suas imperfeições na pavimentação asfáltica, sempre foi um dos maiores gargalos e motivos de críticas para todas as gestões municipais da capital maranhense. No entanto, nos últimos meses, a situação vem se agravando graças à intervenção de serviços de esgotamento sanitário realizados pela Caema (Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão).

Valas abertas pela Caema em ruas e avenidas da capital comprometem a segurança no trânsito (foto internet)

A questão não está nas obras que são de grande interesse coletivo e sim, no péssimo acabamento dos serviços promovidos pelas terceirizadas da Caema, que tem deixado ruas e avenidas da cidade cheias de ondulações, crateras e depressões, dificultando a vida de condutores de veículos. Movimentados corredores viários como as avenidas Daniel de La Touche e Africanos estão com boa parte de suas pistas de rolamento tomadas por imperfeições, resultado do péssimo acabamento de obras da Caema.

Talvez, a ausência de fiscalização, somada à péssima qualidade do asfalto aplicado para tapar as valas abertas nestas vias, sejam o motivo de tanta reclamação vinda de motoristas que chegam a sofrer prejuízos com a troca de suspensão e pneus estourados dos seus veículos. Isso sem contar com a falta de estabilidade de carros e motos e o risco de acidentes nos trechos onde o asfalto permanece irregular.

Cabe à Caema cobrar das empresas contratadas para executar os serviços, conclui-los com qualidade e perfeição. Mesmo porque, o presidente da companhia conhece muito bem os problemas da malha viária de São Luís. O engenheiro Carlos Rogério Araújo que assumiu a presidência da Caema em agosto de 2017, tem experiência de sobra, pois antes teve passagens pela SEMOSP e SMTT nas gestões dos prefeitos Tadeu Palácio, João Castelo e Edivaldo Júnior.

TRUCULÊNCIA – Cimi critica ação de reintegração de posse em São José de Ribamar

Trator age sobre as instalações dos indígenas em São José do Ribamar (MA) (Foto: Cimi/Divulgação)

A reintegração de posse em que a Justiça Estadual do Maranhão acatou, segundo o Cimi o pedido do ex-deputado e ex-dono do cartório da cidade Alberto Franco, foi alvo de muitas críticas devido ao uso da força, como atestaram diversos vídeos que circularam na internet.

Os policiais que participaram da ação, realizada no dia 19 de dezembro, lançaram bombas de gás lacrimogênio sobre a população indígena e recorreram a tratores que destruíram as plantações agroecológicas do local. De acordo com o Cimi, o sistema de irrigação comprado recentemente com recursos do Pronaf também foi destruído durante a reintegração.

“O braço armado do estado, contando com cerca de 150 soldados da polícia militar, tropa de choque, polícia rodoviária federal, estadual, até mesmo a guarda municipal de São José de Ribamar, amparou a ação dos tratores”, diz a nota do Cimi divulgada na última sexta-feira (21/12).

O território dos índios Tremembé de São José do Ribamar está em processo de demarcação. Para o Cimi, a reintegração não deveria ter corrido na Justiça Estadual.

“O povo Tremembé reivindica o seu direito de defesa, contraditório, participação processual e denuncia a nulidade das decisões do TJ-MA, uma vez que a competência para o caso é da Justiça Federal. Os indígenas requerem o retorno ao seu território tradicional, uma vez que já foi dado início a primeira etapa de regularização e demarcação do território”.

O Cimi diz que a ação foi observada por servidores da Funai, que concluíram a qualificação da demanda dos Tremembé. Os servidores teriam acionado o Departamento de Proteção Territorial (DPT) da fundação e enviaram informações e pedidos de defesa contra a reintegração de posse. Segundo o Cimi, esses informes não foram repassados Pelo DPT em tempo de subsidiar a atuação jurídica da procuradoria da Funai.

Fonte: Globo Rural

ANO NOVO – Dois jovens do PDT no comando dos Executivo e Legislativo de São Luís

Com seus 406 anos de idade, sendo assim, uma das capitais mais antigas do Brasil, a secular São Luís do Maranhão, contará, a partir de 1° de janeiro de 2019 com dois jovens comandando os poderes Executivo e Legislativo do município.

Edivaldo Júnior e Osmar Filho: dois jovens no comando do executivo do e do legislativo de São Luís

Eleito pela primeira vez em 2012, aos 36 anos de idade, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), reeleito prefeito da capital maranhense em 2016, é considerado um dos mais jovens gestores das capitais dos estados brasileiros. O vereador Osmar Filho, também do PDT, com 32 anos de idade, assume a presidência da Câmara Municipal de São Luís logo no primeiro dia do ano novo, tornando-se o mais jovem parlamentar a ocupar a principal cadeira do Palácio Pedro Neiva de Santana.

Portanto, no que depender de jovialidade, Edivaldo Júnior e Osmar Filho, que já nutrem um relacionamento de amizade desde a época escolar, deverão manter essa harmonia em suas gestões e assim, a ‘quatrocentona’ São Luís do Maranhão e sua gente deverão ganhar, literalmente, novos rumos.

PREFEITURA DE SANTA HELENA REALIZA ENTREGA DE CESTAS BÁSICAS PARA OS AGENTES DE LIMPEZA.

O prefeito Zezildo Almeida realizou uma grande entrega de cestas básicas para os funcionários que trabalham na limpeza da cidade, profissionais que se dedicam e realizam um trabalho importante e essencial para a cidade. Zezildo mostrou o quanto é importante e fundamental a colaboração destes homens e mulheres no dia a dia para manter o padrão de limpeza que nossa cidade merece.

Um café da manhã marcou a entrega de cestas básicas a esses trabalhadores que durante todo o ano se esforçaram para deixar a cidade sempre limpa. Foi uma manhã com muita animação, descontração e alegria.
Parabéns a todos!
União, Trabalho e Compromisso!



Fonte: Ascom PMSH

LEVANDO FERRO – Ação do MPMA cobra adequações na ferrovia da Vale, em Anajatuba

A Promotoria de Justiça da Comarca de Anajatuba ingressou, em 23 de novembro, com uma Ação Civil Pública contra a Vale S.A., na qual cobra a realização de adequações na Estrada de Ferro Carajás (EFC) que resolvam os problemas de acesso enfrentados pelos moradores do Povoado Capotal, localizado à margem da ferrovia.

A mineradora Vale S.A., terá que fazer adequações ao longo da Ferrovia Carajás, na zona rural de Anajatuba

O Ministério Público foi informado pela Associação União Segura na Mão de Deus a respeito da necessidade de construção de uma passagem segura que permita a entrada e saída na comunidade. Outro problema enfrentado é o estacionamento irregular de trens em frente a comunidade, o que inviabiliza totalmente a entrada e saída do povoado, bem como a circulação de veículos de serviço, como ambulâncias.

“A comunidade não conta com políticas públicas voltadas para o atendimento de direitos fundamentais, o que obriga os moradores a se deslocarem a localidades vizinhas para terem acesso a postos de saúde, escolas, entre outros”, observa o promotor de justiça Rodrigo Alves Cantanhede.

Um relatório de visita da ONG Justiça nos Trilhos analisou a situação de trafegabilidade da margem direita da EFC (sentido São Luís – Parauapebas) e acesso ao viaduto Campestre, uma das opções de saída do Povoado Capotal. A conclusão foi a de que a via não possui quaisquer condições de trafegabilidade e segurança, sendo praticamente inviável o acesso ao viaduto.

O Ministério Público realizou uma série de audiências com representantes da comunidade, da Vale S.A., da ONG Justiça nos Trilhos e com o prefeito de Anajatuba, nas quais foram apresentados os problemas, mas nenhuma ação efetiva para amenizar os problemas foi tomada.

A Vale S.A. chegou a encaminhar um estudo de viabilidade técnica para acessos ao Povoado Capotal, com execução prevista para 2021. “A própria empresa reconhece a necessidade de disponibilização de acesso que permita mobilidade segura entre o povoado e as demais localidades”, afirma Rodrigo Cantanhede. O promotor ressalta, no entanto, que os problemas da comunidade pioram a cada ano, tendo sido agravados pela duplicação da Estrada de Ferro Carajás, não havendo como aguardar pelo prazo previsto.

O decreto federal n° 1.832/96, que regulamenta o transporte ferroviário, dispõe que a administração ferroviária não poderá manter a linha férrea de modo a prejudicar a circulação de pessoas residentes nas suas adjacências, sendo o seu dever a realização de obras que garantam a locomoção da população adjacente, permitindo a transposição da linha férrea. A legislação também afirma que a linha férrea não poderá se constituir em fator de risco à integridade e à vida das pessoas, bem como não pode ser causa de isolamento quanto ao transporte de pessoas e serviços que a atravessem.

“Observa-se que a comunidade e seus caminhos de acesso são preexistentes à via-férrea, sendo certo o dever de quem a explora em garantir as condições de circulação de pessoas, de forma a evitar que o Povoado Capotal, em determinadas circunstâncias, torne-se isolado ou veja o seu direito à segurança e à locomoção seriamente atingido pela passagem do trem ou a sua parada, ante a omissão da concessionária em implementar obras necessárias”, afirma o promotor Rodrigo Cantanhede.

PEDIDOS
O Ministério Público pede que seja concedida medida liminar que proíba a Vale S.A. de estacionar trens na via-férrea de acesso ao Povoado Capotal até que seja efetivada a construção de via alternativa que resolva os problemas de acesso à comunidade. Em caso de descumprimento da decisão, foi pedida a aplicação de multa diária de R$ 5 mil por trem ou parte de comboio estacionado.

Ao final do processo, a Ação requer a condenação da empresa a construir um viaduto no km 106+200, local onde atualmente existe apenas uma passagem de nível, possibilitando o acesso seguro ao povoado. Também foi solicitada a implementação de rota alternativa pelo lado direito da EFC, com a construção de uma alça que interligue a comunidade ao viaduto do km 107+385, no prazo máximo de um ano.

A Vale S.A. também deve ser condenada a adequar, também em um ano, o acesso entre a atual passagem de nível e o viaduto do km 107+385, com pavimentação asfáltica, drenagem e via para pedestres, com garantia de cinco anos do serviço.

Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)

JUBILEU DE RUBI – Após 40 anos, ex-alunos da Faculdade de Direito do Maranhão se reúnem em confraternização

No dia 22 dezembro de 2018 (sábado), ex-alunos da Faculdade de Direito do Maranhão que concluíram o curso em 1978, se reuniram para celebrar 40 anos de formados. O encontro, sob forma de confraternização, teve como endereço o clássico Restaurante do Senac, no Centro Histórico de São Luís, que também contou com a presença de familiares e amigos dos jubilados.

Cerca de 40 formados em Advocacia, dos quais muitos atuando na área do Direito, assim como executivos, empresários, políticos, ex-juízes, promotores, delegados, escrivães entre tantos ligados a essa profissão, puderam recordar momentos da vida acadêmica e feitos em suas atividades extraclasse. O passado de glórias em meio aos obstáculos vividos e superados, somados ao sucesso na carreira que muitos abraçaram e conquistaram seus espaços no mercado de trabalho, foram explanados sob forma de improvisados discursos.

Colegas de faculdade: José Maria, Chico Carvalho, Edimar Sousa, José Benedito, Ernani Sá, Laura Rebelo e José Fernandes

Entre os presentes, o advogado José Maria Alves da Silva, presidente da Sociedade Humanitária 1° de Dezembro, o vereador Francisco Carvalho, Edimar Sousa, José Benedito, Ernani Sá, Laura Rabelo e José Fernandes que aparecem lado a lado no registro fotográfico. Bastante entusiasmado, José Ahirton Lopes, diretor Regional do Senac-MA foi o cicerene do encontro gastronômico.

Um dos organizadores deste nobre evento, José Maria Alves da Silva, usou da palavra para enaltecer o empenho de todos no sentido de que tudo acontecesse na mais perfeita ordem. “Recordar o passado é viver duas vezes, principalmente quando se vive para defender causas sociais, com dedicação e empenho, sempre trabalhando para que a justiça prevaleça e isso, todos nós continuamos fazendo, dia após dia, nesta missão que escolhemos para atuar”, pontuou o orador.

CAROLINA – MPMA aciona Prefeitura para regularizar serviços de saúde

Com base em um relatório do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus), o Ministério Público do Maranhão ingressou, em 10 de dezembro, com uma Ação Civil Pública (ACP) contra o Município de Carolina, na qual cobra a regularização dos problemas apontados no prazo de três meses.

O Relatório de Auditoria n° 17.359 foi realizado pelo Denasus junto à Secretaria Municipal de Saúde e referiu-se ao período de julho de 2016 a fevereiro de 2017. Foram apontadas uma série de irregularidades no Bloco de Atenção Básica e do Componente Básico do Bloco de Assistência Farmacêutica.

Entre os problemas estavam o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde desatualizado e problemas de estrutura física, higienização, manutenção e conservação em cinco Unidades Básicas de Saúde da Família, que comprometem o atendimento à população. Também foram identificadas não conformidades referentes a equipamentos e material de trabalho indispensáveis às atividades, inclusive de saúde bucal.

Em pelo menos três unidades – postos de saúde Estevão Prado Araújo e Alcides Coelho Espíndola e Unidade Básica de Saúde Luís da Silva Braga – foi verificado a inexistência de médicos por período superior a 60 dias. Além disso, a farmácia da Assistência Farmacêutica Básica não tinha certificado de regularidade técnica emitido pelo Conselho Federal de Farmácia, licença nem alvará sanitário de funcionamento.

O Denasus também apontou que foram utilizados recursos da atenção básica para o pagamento de outras despesas, no valor de R$ 206.964,04. Por fim, a Secretaria Municipal de Saúde não disponibilizou nenhum procedimento licitatório referente aos exercícios financeiros de 2015 e 2016.

De acordo com o promotor de justiça Marco Tulio Rodrigues Lopes, uma reunião foi realizada com o prefeito, o procurador municipal e a equipe técnica da Prefeitura de Carolina, para tentar resolver os problemas. Embora tenha sido firmado um compromisso, não houve comprovação de resolução das questões, mesmo depois de 10 meses.

Na ACP, o Ministério Público requer que, caso a liminar seja descumprida e os problemas não sejam sanados em três meses, a Justiça determine o bloqueio das contas do Município de Carolina até o valor de R$ 100 mil. Também foi pedida a aplicação de multa diária de R$ 5 mil ao prefeito Erivelton Neves.

Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)

SEM MODERAÇÃO – Empresários apostam todas as fichas na venda de bebidas para festas de réveillon

Supermercadistas e proprietários de adegas e depósitos de bebidas estão entusiasmados nesta reta final que antecede a virada de ano. As festas de réveillon e o fim de semana prolongado devem proporcionar um ganho extra ao setor com a venda de bebidas alcoólicas e não-alcoólicas.

Ponto de apoio instalado na área externa das lojas de uma rede de supermercados para facilitar a vida do consumidor

Para facilitar a vida dos consumidores, a maior (e única) rede de supermercados de São Luís instalou nos estacionamentos de suas lojas, uma espécie de posto avançado para a comercialização de cervejas, refrigerantes, água mineral, vinhos e espumantes. Em meio a tantas bebidas, produtos de apoio como carvão, descartáveis, kits para churrasco e afins são expostos e ficam à disposição da clientela.

É bom mesmo que consumidores e comerciantes aproveitem o resto de 2018 e façam a festa, pois a partir do ano que vem, no Maranhão, a alíquota do ICMS da maioria destes produtos será reajustada. Assim, o aumento de preço dessas mercadorias consideradas supérfluas, será inevitável. Mesmo assim, aprecie com moderação!