O favoritismo da seleção brasileira de futebol diante do Japão é similar à força dos japoneses em relação ao Brasil nas artes marciais. E dentro desse comparativo é possível acontecer algumas surpresas na tarde desta segunda-feira (29), na Copa do Mundo realizada simultaneamente nos três países da América do Norte.

Foto: Reprodução/ Internet
Isso porque, futebol também é arte, e as artes marciais são sistemas de combate e autodefesa que promovem disciplina, condicionamento físico, autocontrole e respeito. Portanto, nesse quesito, o time da Terra do Sol Nascente sempre tira “nota dez”.
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Neste Dia de São Pedro, o Brasil não pode dá bandeira para os japoneses, sob pena de voltar para casa mais cedo e quebrar uma sessentona tradição de sempre passar para a terceira fase dos Mundiais.
Por falar em bandeira, os pavilhões desses dois países têm uma “bola” ao centro, nas cores dos bois-bumbás do Festival de Parintins-AM, Garantido e Caprichoso. Nesse caso, trocando suas cores temáticas, estarão em campo, o favoritismo dos “garantidos” da América do Sul contra a disciplina dos “caprichosos” da Ásia.
E hoje, dentro das quatro linhas do NRG Stadium, na cidade de Houston, no estado do Texas (EUA), os “japas” avisam caprichosamente e com garantias, que “não vão dar bola” pro favoritismo dos “brasucas”.
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