Moradores da Ilha de São Luís, especialmente usuários do transporte público, seguem reféns dos empresários do setor de transporte coletivo. E o sofrimento aumenta quando o Sindicato dos Rodoviários decide que a categoria de motoristas cruze os braços, talvez por certa dose de razão.

Trem de passageiros da Vale que circula na Estrada de Ferro Carajás (Foto Reprodução)
Nesta terça-feira (25), toda Região Metropolitana de São Luís amanheceu sem ônibus urbanos e semiurbanos nas ruas. O motivo seria a quebra do acordo firmado recentemente entre patrões e empregados. O Sindicato dos Empresários rebate essa situação.
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O fato é que a população ficou sem opção de seguir seus destinos, a menos que utilize aplicativos, mototáxi, táxi, carrinhos lotação e vans. Ou conte com a carona de vizinhos ou colegas de trabalho. Muitos estudantes também faltaram às aulas por causa da paralisação dos motoristas.
Com quase 1 milhão e meio de habitantes, a Região Metropolitana de São Luís precisa entrar urgente nos trilhos de um novo modal de transporte urbano. Metrô de superfície ou trem seriam algumas das opções para facilitar a vida de moradores. Isso porque nem o VLT e muito menos o BRT, modais prometidos em palanques ao longo de campanhas eleitorais, nunca saíram do discurso.
E o recado vale para os inconvenientes que tentam tirar proveito político da greve, que a bem da verdade, não atinge somente a capital maranhense.
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