ARQUITETURA INCLUSIVA – Entenda as diferentes formas que a área pode impactar a sociedade

Coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Anhanguera explica como a inclusão pode estar relacionada ao bem-estar das pessoas

Além de ressignificar espaços e criar projetos que surpreendem, a arquitetura e o urbanismo também desempenham um papel fundamental na inclusão social. Se na antiguidade a arquitetura era vista, principalmente, como forma de expressão de poder e status, muitas vezes deixando de lado necessidades reais, nas últimas décadas, a arquitetura e o urbanismo vêm se transformando a partir de conceitos mais flexíveis em que mobilidade, serviços e experiências se tornam prioridade, criando espaços sinérgicos mais acessíveis e seguros para toda a sociedade.

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Casa dos parafusos

Imagem ilustrativa/Reprodução

De acordo com a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Anhanguera, Fabiana Moraes Rêgo, essa inclusão surge das múltiplas necessidades contemporâneas que envolvem o bem-estar físico, social e mental dos usuários desses espaços. “Espaços são projetados com medidas de segurança que ajudam a proteger as pessoas de ameaças físicas e psicológicas. Isso pode incluir desde sistemas de segurança e controle de acesso até a disposição dos espaços e a seleção dos materiais de construção e acabamento”, afirma.

O impacto físico, mental e social

Rampas, plataformas, elevadores e outras instalações são alguns exemplos de como a arquitetura pode impactar a sociedade na questão da acessibilidade. Já espaços verdes, como parques e jardins, trabalham o bem-estar mental e comportamental ao despertar emoções e sentimentos. “A arquitetura e o urbanismo podem ser usados para criar espaços acolhedores e estimulantes para as pessoas, assim como espaços inclusivos. Ambientes bem iluminados, com cores neutras e materiais naturais, por exemplo, podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade”, pontua Fabiana.

Ao considerar as reais necessidades da sociedade, a arquitetura cumpre sua função social tornando cidades e espaços públicos mais inclusivos e acessíveis. “É preciso um olhar de sensibilidade quando pensamos em espaços que visam a inclusão social. Em projetos de habitações sociais, além de pensar na infraestrutura necessária, é importante garantir também o bem-estar dos moradores”, finaliza.

Sobre a Anhanguera

Fundada em 1994, a Anhanguera faz parte da vida de milhares de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com as necessidades do mercado de trabalho, em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância. Em 2023, passou a ser a principal marca de ensino superior da Cogna Educação, com o processo de unificação das instituições, visando o conceito lifelong learning, no qual proporciona acesso à educação em todas as fases da jornada do aluno.

A instituição ampliou seu portfólio, disponibilizando novas opções para cursos Livres; preparatórios, com destaque para o Intensivo OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); profissionalizantes, nas mais diversas áreas de atuação; EJA (Educação de Jovens e Adultos) e técnicos.

Com grande penetração no Brasil, a Anhanguera está presente em todas as regiões com 117 unidades próprias e 1.398 polos em todo o país. A instituição presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola, na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.

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MarcPeças Axixá

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