Na medida que o dia 7 de Setembro se avizinha, forças populares de todo o Brasil se unem em favor desse grande ato cívico em favor da liberdade, família, pátria e sobretudo, Deus. Outdoors distribuídos em ruas de cidades brasileiras conclamam o povo com frases de efeito usadas pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PL).

Imagem de evento em Copacabana (Foto: Reprodução)
Mas nada comparável as redes sociais como Facebook, Instagram, WhatsApp, Tiktok e Telegram, onde mensagens de fibra, ação, defesa dos interesses da coletividade são anunciadas e compartilhadas em demasia. Parte da chamada grande grande imprensa, ainda inconformada pelo fechamento das torneiras estatais, tenta não aceitar o óbvio e vem “publicando” o movimento de maneira depreciativa.
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O evento verde-amarelo agendado para o Dia da Independência do Brasil é visto como o termômetro popular do presidente Jair Bolsonaro, candidato a reeleição. Vai ser uma espécie de roteiro do que pode acontecer nas eleições presidenciais do dia 2 de outubro.
É bom lembrar que alguns contrários ao Dia 7 de Setembro, endeusam o Dia 4 de Julho, data que se celebra a Independência dos EUA. Lembrando que também existe diferença de pão com mortadela para hambúrguer.
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