SABADÃO DAS MÃES – Marcial Lima promove festa em alusão ao Dia das Mães, no Picuí Tábua de Carne

Neste sábado (9), em alusão ao Dia das Mães, o jornalista, radialista e suplente de vereador Marcial Lima, promove festa em homenagem à “Rainha do Lar”. O encontro festivo terá como palco o Restaurante Picuí Tábua de Carne, localizado na Rua do Aririzal, bairro Turu, em São Luís.

O evento, dosado de promoções, remeterá o público que se fizer presente a uma viagem no tempo, com um repertório de primeira grandeza orquestrado pelo grupo Retrô Hits. Com um cardápio variadíssimo à base da culinária nordestina e bebidas com preços justos, o encontro acontece a partir das 20:30 de hoje.

Lembrando que Marcial Lima é um exímio defensor e divulgador da cultura e das tradições do Nordeste. “Na véspera do dia das mães, em nosso aconchegante Picuí, aqui no bairro Turu, teremos um encontro social dosado de romantismo e com um repertório variado, relembrando os grandes momentos dos salões conhecidos da Ilha de São Luís“, destacou o renomado comunicador.

(Beba com moderação)

SEM DESPERDÍCIO – Peron Figueiredo afirma que seu mandato parlamentar será pautado pela excelência empresarial

O empresário Peron Figueiredo, pré-candidato a deputado federal pelo Partido Novo, voltou a alfinetar o modelo ultrapassado dos “políticos de carreira”, que se perpetuam no poder. Há quinze anos no mercado de água mineral e natural, Peron também afirma que utilizará a excelência da gestão empresarial para administrar as verbas de gabinete disponíveis aos ocupantes de cargos eletivos.

Empresário Peron Figueiredo, pré-candidato a deputado federal

Peron combate a farra com o dinheiro público praticada pela maioria dos parlamentares no Brasil. Para ele, o uso desse recurso — que é um privilégio para poucos — precisa ser aplicado de forma responsável, com uma prestação de contas lúcida e lícita.

Peron fez questão de deixar o recado para a classe política em suas redes sociais.

Confira no vídeo.

PONTO DE VISTA – 6 x 1 razões de não dá certo! – (*Glauco Quemel)

Lá vem mais um canto da sereia, quando se é ciente de índices apontando para sua enorme margem de rejeição junto ao eleitorado, surgem pacotes de medidas populistas, e agora, mais esta, caprichada com tinta emocional na mídia, usando a figura materna que não tem tempo de acompanhar seus filhos e, que agora vai ser diferente, “reduzindo
a escala, vamos propiciar descanso aos finais de semana para você cuidar de seus filhos e sem redução de salário”. Maravilhoso, música para os ouvidos, clap clap clap.

Mas a bigorna da realidade é bem diferente, o Brasil, nas Gestões Petistas, 70% dos últimos 20 anos, tornou-se um País de pobres, com alguns Estados ostentando mais pessoas dependentes de uma bolsa assistencialista do que com carteiras assinadas.

A percepção de quem está empregado, é simples, seu salário perdeu poder de compra corroído pela inflação gerada pelo próprio Governo. A renda já não é suficiente para garantir o sustento dos seus até o final do mês. Já somos 81 milhões de endividados, taxas de juros elevada, alta inflação (a real), e por isto, muitos estão fazendo escala
extra/bico para reforçar seu salário, será que realmente alguém acredita que implementada esta proposta para redução de escala, a pessoa vai descansar e parar de fazer sua renda extra que já faz hoje para suprir suas necessidades?

A urgência aqui é eleitoral, tão somente, não é nada para ajudar a sociedade. O discurso simples caiu bem no ouvido dos incautos, pesquisas indicam isso e ponto final, porta aberta para irresponsabilidade.

Primeiramente, fazem confusão em redução de horas trabalhadas com diminuição de escala, uma coisa nada tem haver com a outra, você pode reduzir as horas trabalhadas do trabalhador sem mexer na escala, isso muitas empresas já o fazem, mas o que estão propalando por aqui é abolir algo que nenhuma Nação do Mundo fez e, lhes dou 6
razões para isso dá errado.

1. Aumento Imediato do Custo do Trabalho:

Especialistas estimam que a redução da jornada sem redução de salário representa um aumento de até 22% no custo da hora trabalhada. Para empresas que dependem de operação contínua, como farmácias e supermercados, isso exige a contratação de novos funcionários para cobrir as horas vagas, elevando drasticamente a folha de pagamento.

2. Risco de Pressão Inflacionária:

Para compensar o aumento nos custos operacionais, as empresas vão repassar esses gastos para os preços finais de produtos e serviços. Isso pode gerar um novo ciclo de inflação, corroendo o poder de compra que a medida teoricamente pretendia proteger.

3. Fechamento de Vagas e Desemprego:

Entidades como a FecomercioSP alertam que micro e pequenas empresas (MPEs), que possuem margens de lucro menores, podem não suportar o aumento de custos, levando ao fechamento de postos de trabalho ou à falência desses negócios.

4. Estímulo à Informalidade e “Pejotização”:

Diante da dificuldade de manter contratos CLT sob as novas regras, muitas empresas podem optar por contratar trabalhadores como prestadores de serviços (PJ) ou recorrer ao trabalho informal para
evitar os encargos sociais e a nova rigidez de escala.

5. Descompasso com a Produtividade Brasileira:

Críticos argumentam que, diferentemente de países desenvolvidos que reduziram a jornada após atingirem alta eficiência, o Brasil ainda possui baixa produtividade por trabalhador. Impor menos horas sem ganhos tecnológicos ou de processos pode reduzir o PIB nacional — algumas estimativas apontam queda de até 0,82% no médio prazo.

6. Inviabilidade Operacional em Setores Estratégicos:

Setores que funcionam 24/7, como saúde, segurança e hotelaria, enfrentam desafios logísticos para rearranjar turnos sem comprometer a qualidade do serviço ou a viabilidade financeira, já que a manutenção da mão de obra necessária se tornaria muito mais cara.

E tem mais: não te contaram que o Brasil já tentou isso no passado? Foi na Constituinte em 1988, quando ampliaram os direitos trabalhistas sem quaisquer transições e sem estudo de impacto setorial, resultado, a informalidade explodiu nas décadas seguintes saindo de 30% para mais de 40%, ou seja, já deu errado.

Lembram das domésticas? Qual foi o efeito? A grande maioria perdeu seus “empregos” e hoje estão continuam trabalhando na informalidade, agora, como diaristas, pois os encargos são elevados (O Governo não abre mão de jeito nenhum) e, a grande maioria da população não tem como pagar.

É irônico que o Partido dos Trabalhadores pareça, muitas vezes, promover tudo, menos o trabalho. Vai uma bolsa aí….?

* Glauco Quemel é consultor em finanças e seguros, cantor, músico é compositor.

“OSTRA” VEZ! – “Abandonaram o camarão/ Assim começou a tragédia no fundo do mar(anhão)”

Fazendo um trocadilho com a canção “Tragédia no fundo mar”, de 1974, composta e interpretada pelo grupo Os Originais do Samba, a situação do pré-candidato a governador, Felipe Camarão (PT) é um tanto quanto parecida. Evidentemente, que, no caso do vice-governador, o verbo conjugado na terceira pessoa do plural no pretérito perfeito do indicativo é “abandonaram”.

Felipe Camarão: deixado de lado por camaradas e companheiros (Foto: Reprodução)

É exatamente isso que está acontecendo com Camarão, que poderia estar numa situação bem mais cômoda e segura, dentro de um projeto político eficaz e dinâmico. Mas o jovem petista optou por convites e incentivos vazios, deixando-se influenciar por companheiros e camaradas, e agora, encontra-se estagnado, sem nenhum apoio consistente ou abrangente.

E é bom que se diga que além do abandono, os “antigos” incentivadores de Felipe Camarão, já “pularam da sua barca” e o deixaram à deriva em mar aberto, sob risco de ser levado pelas ondas marinhas. Cada um está procurando se agarrar com o que tiver pela frente, literalmente falando, em relação às pesquisas de intenção de votos para governador.

Isso porque, Felipe Camarão estagnou em quarto lugar pra não dizer em último, em todos os levantamentos espontâneos ou estimulados, divulgados até então. E pelo visto, nem com o aval de Lula, diante da exiguidade de tempo, Camarão vai sair dessa maré baixa.

PESQUISA EM NÚMEROS – De cada 2.588 eleitores, 1.068 votam em Orleans e 999 em Braide

O pré-candidato Orleans Brandão (MDB) registrou crescimento na disputa para o governo do Maranhão, de acordo com pesquisa do Instituto Inop, divulgada nesta sexta-feira (8). Em cenário estimulado, o emedebista lidera a corrida ao Palácio dos Leões, somando 41,27% das intenções de voto, sendo seguido por Eduardo Braide (PSD), com 38,60%. Os números também mostram que Orleans cresceu 9.62% em São Luís, onde Braide amargou queda de 10.31%.

Ainda de acordo com os dados do cenário estimulado para o governo, Lhaesio Bonfim (Novo) tem 10,39% e Felipe Camarão (PT) tem 4,17%. Um total de 1% disse não votar em nenhum dos candidatos e 4,57% afirmaram não saber ou não responderam.

O levantamento do Instituto Inop, realizado após o lançamento das pré-candidaturas, apresenta uma leitura do cenário no período em que Orleans focou no diálogo e no contato direto com a população nas ruas da capital e interior, enquanto Eduardo Braide preferiu correr atrás de aliados políticos no interior.

Orleans Brandão e Eduardo Braide (Foto: Reprodução)

 

Em cenário espontâneo, a pesquisa também mostra crescimento de Orleans, somando 25,73% e em empate técnico com Eduardo Braide, que tem 26,39%. Em seguida, aparecem Lahesio Bonfim, com 5,14%, e Felipe Camarão, com 1,97%.

Os números do Inop também mostram um cenário favorável ao grupo político liderado pelo governador Carlos Brandão. A gestão estadual tem aprovação de 59,13% dos entrevistados, tendo 33,11% de desaprovação. O desempenho de Orleans Brandão nas intenções de voto é visto como reflexo direto da aceitação do atual governo e das realizações em todo o estado.

Encomendada pelo Jornal Pequeno e com número de registro MA-06910/2026, o levantamento do Instituto Inop ouviu 2.588 pessoas no período de 24 de abril a 02 de maio de 2026. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3,03%.

MÊS DAS MÃES – Campanha ‘Maio Furta-Cor’ acende alerta para saúde mental materna

Médico psiquiatra explica como diferenciar o cansaço esperado da maternidade de sinais de adoecimento emocional

A maternidade costuma ser associada ao amor incondicional, à realização e à felicidade plena. Mas, longe da idealização, muitas mulheres enfrentam uma rotina marcada por sobrecarga emocional, privação de sono e sofrimento silencioso. Neste mês das mães, a campanha Maio Furta-Cor reforça a importância de olhar para a saúde mental materna com mais acolhimento e informação.

O psiquiatra João Arnaud, professor da Afya Educação Médica São Luís, explica que é natural que as mães enfrentem um período de adaptação intensa nos primeiros meses após o parto. “O cansaço faz parte da maternidade, principalmente nos primeiros meses, quando existe privação de sono, mudanças hormonais e uma adaptação intensa à nova rotina”.

O especialista ressalta, porém, que o alerta surge quando o sofrimento deixa de ser passageiro e passa a comprometer a vida da mulher de forma contínua. “O sinal de alerta aparece quando esse sofrimento deixa de ser passageiro e começa a ser constante, ou seja, quando a mãe sente que não consegue se recuperar nem nos momentos de descanso, perde o prazer pelas coisas, se irrita excessivamente ou passa a viver com sensação de culpa, incapacidade ou exaustão emocional contínua”.

Entre os quadros mais comuns nesse período está o chamado baby blues, caracterizado por tristeza leve e instabilidade emocional nos primeiros dias após o parto. “A mãe pode ficar mais sensível, chorar com facilidade e se sentir emocionalmente instável. Geralmente, isso melhora espontaneamente em até duas semanas”, explica o professor da Afya Educação Médica São Luís. Quando os sintomas persistem ou se intensificam, no entanto, o quadro pode evoluir para depressão pós-parto ou transtornos de ansiedade.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a depressão pós-parto afeta entre 10% e 20% das mulheres brasileiras, número que reforça o alerta para a necessidade de acompanhamento emocional durante a maternidade. A depressão costuma provocar tristeza constante, desesperança, culpa excessiva e dificuldade de conexão consigo mesma ou com o bebê. Já a ansiedade se manifesta por meio de preocupação exagerada, medo constante e dificuldade de relaxar. “Também vemos muitos casos de sobrecarga emocional e burnout materno, especialmente em mães sem rede de apoio”, acrescenta o especialista.

Os primeiros meses costumam ser mais desafiadores por causa da privação de sono e da adaptação à nova rotina, mas reforça que mesmo cansada a mãe ainda consegue vivenciar momentos de prazer e recuperação emocional. “Quando o sofrimento permanece intenso por semanas, sem melhora, ou começa a afetar o vínculo com o bebê, a autoestima e a capacidade de lidar com a rotina, isso deixa de ser apenas um cansaço esperado”, alerta o médico.

Entre os principais sinais de adoecimento emocional, o médico cita tristeza constante, choro frequente, irritabilidade excessiva, ansiedade intensa, sensação de incapacidade, culpa exagerada, isolamento, perda de interesse pelas coisas e sensação de viver “no automático”. Alterações no sono e no apetite também merecem atenção. “Dormir pouco faz parte da maternidade inicial. O problema é quando a mãe não consegue descansar nem quando tem oportunidade, vive em estado constante de alerta ou desenvolve uma exaustão persistente”, pontua.

A busca por ajuda, ainda conforme o professor da Afya Educação Médica São Luis, não deve ser adiada. “Existe uma tendência de normalizar o sofrimento materno com frases como ‘toda mãe passa por isso’. Mas uma coisa é o cansaço da adaptação; outra é um sofrimento persistente que compromete a saúde mental dessa mulher”.

Tratamento como psicoterapia, fortalecimento da rede de apoio e reorganização da rotina podem fazer diferença no processo de recuperação. “Cuidar da saúde mental materna é cuidar também da saúde emocional da criança e de toda a família”, conclui o Dr. João Arnaud.

POR TODO O MA – Orleans Brandão inicia agenda em “PK” com visitas a obras e diálogo com a população

O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, iniciou sua agenda em Presidente Dutra nesta sexta-feira (09) com visitas a obras e encontros com moradores em diferentes pontos da cidade, acompanhado do prefeito Raimundinho da Audiolar. A programação antecede o grande ato “Por Todo o Maranhão”, movimento de sua pré-campanha, que será realizado à noite no município.

A primeira agenda do dia foi uma visita às obras de reforma do Hospital Regional de Urgência e Emergência de Presidente Dutra. Executadas pelo Governo do Estado, as intervenções contemplam uma ampla modernização estrutural da unidade, com foco na melhoria do atendimento e na ampliação do conforto para pacientes e profissionais da saúde.

Durante a visita, Orleans percorreu setores da unidade e ressaltou a importância dos investimentos realizados no município ao longo dos últimos anos, destacando o impacto das ações para o desenvolvimento da cidade.

“Presidente Dutra vem recebendo investimentos importantes em diversas áreas. São mais de R$ 38 milhões aplicados pelo governo em setores como saúde, educação, infraestrutura e segurança pública. Obras e serviços que ajudam a transformar a realidade da população, gerando mais qualidade de vida e fortalecendo o desenvolvimento do município”, afirmou.

Modernização

A diretora-geral do Hospital Regional de Presidente Dutra, Camila Hortega, que acompanhou a visita, destacou a relevância da modernização da unidade hospitalar.

“Hoje, estamos com duas importantes frentes de obras executadas pelo Governo do Estado no Hospital Regional. Uma delas é a reforma de setores fundamentais, como as enfermarias clínica, ortopédica, médica e cirúrgica. Também estamos avançando na ampliação da nossa emergência, com nova sala de estabilização, mais leitos de medicação e uma estrutura mais adequada para atender a população com mais agilidade e qualidade”, afirmou.

A gestora disse ainda que foi entregue recentemente o novo ambulatório ortopédico, que foi retirado de dentro do setor de emergência justamente para melhorar o fluxo de pacientes e garantir mais organização e eficiência no atendimento emergencial.

A deputada estadual Daniella, uma das principais lideranças políticas da região, também acompanhou a visita. “Estou aqui hoje não só como parlamentar, mas também como cidadã presidutrense, que conhece de perto a realidade do povo dessa cidade. Eu só abraço um projeto se acreditar nele. Por isso, acredito que, assim como o governador Brandão fez muito por Presidente Dutra, Orleans também dará continuidade a esse grande trabalho iniciado por ele”, afirmou a deputada.

Em seguida, Orleans Brandão visitou o Mercado Municipal de Presidente Dutra. No local, ele conversou com feirantes e consumidores e ouviu demandas sobre o espaço, como a feita pela comerciante Fátima Macedo. “Precisamos de mais estrutara para organizar melhor a distribuição das barracas na feira. Eu acredito que o Orleans poderá planejar esses projetos para a gente”, disse ela.

Encerrando a agenda da manhã, Orleans visitou as obras do Piscinão de Presidente Dutra, iniciativa da gestão municipal voltada à ampliação dos espaços de lazer e convivência da cidade. Ao percorrer o espaço, ao lado do prefeito, ele assumiu o compromisso de promover melhorias no local para estruturá-lo com áreas para a prática de esporte. “É isso que nós queremos: fazer parcerias para trazermos serviços como esse ao nosso município”, disse Raimundinho da Audiolar.

“BRA$IL-$IL-$IL” – Ricos concentram 40% da massa de rendimentos no País, aponta IBGE

O grupo que representa os 10% mais ricos da população brasileira concentra 40,3% de toda a massa de rendimentos domiciliares do país. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (08) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) referente ao ano de 2025.

Contraste entre condomínio de luxo e favela (Foto: Jovem Pan)

O levantamento mostra que a proporção da renda dessa parcela de 10% é superior à soma dos rendimentos dos 70% da população com as menores rendas. Em média, o grupo no topo da distribuição recebeu 13,8 vezes mais do que os 40% da base.

Essa diferença ocorre no mesmo ano em que o rendimento médio mensal do brasileiro alcançou o maior valor da série histórica, iniciada em 2012: R$ 3.367.

O trabalho permanece como a principal fonte desses rendimentos, com valor médio de R$ 3.560. Os dados indicam que 67,2% dos residentes no Brasil, o equivalente a cerca de 143 milhões de pessoas, possuem algum tipo de remuneração.

A pesquisa também registra diferenças no cenário regional. O Centro-Oeste e o Sul apresentam as maiores médias de rendimento habitual do trabalho (R$ 4.133 e R$ 4.026, respectivamente). Em contrapartida, o Nordeste (R$ 2.475) e o Norte (R$ 2.777) registram os menores valores do país.

(Do site Jovem Pan)

TRABALHOU UM TEMPÃO… – Jornalista José Gomes “Gojoba” contribuiu com mais de 25% do século de O Imparcial

O tempo não para, diz o trecho de uma canção popular. Mais do que isso, o tempo é o senhor da razão, e esse sábio ditado representa que, com o passar dos dias, a verdade, os fatos e as consequências colocam tudo no seu devido lugar, seja no papel, seja na era digital.

José Gomes Gojoba, talento puro de O Imparcial (Reprodução/ O Imparcial)

Pois bem! Por algumas vezes, ainda muito jovem e com o sangue do jornalismo correndo nas veias, subi e desci as escadarias de madeira da sede do jornal O Imparcial, na Rua Formosa, Centro Histórico de São Luís. Na redação, em meio ao barulho das máquinas de datilografar e cheiro de tinta, lá estava o consagrado jornalista José Gomes “Gojoba”, na condução de mais uma edição de O Imparcial.

O tempo passou e, mais adiante, em um moderno edifício no bairro do São Francisco, já com escadas em concreto armado, fiz o mesmo sobe e desce rumo à redação. E lá estava o mesmo Gojoba, já com seus cabelos grisalhos, mas sempre atento ao fechamento de mais uma edição do secular matutino.

Como o tempo passa rápido e a minha memória é, digamos assim, falha, não recordo de ter visto este profissional gigante na redação de O Imparcial, na moderna sede do bairro Renascença. O fato é que, entre 1976 e o ano 2000, José Gomes ‘Gojoba’ sempre esteve presente nas redações de O Imparcial e, claro, colocando nas páginas deste secular matutino o tempero ideal para a boa leitura.

Foram exatos 25 anos de bons serviços prestados por Gojoba ao jornalismo maranhense, em especial ao jornal impresso. Isso porque Gojoba também laborou no radiojornalismo ludovicense. Portanto, Gojoba é a mais autêntica referência pura da comunicação impressa e falada do Maranhão.

Nesta sexta-feira (8), tive o prazer de receber a “figurinha carimbada” de José Gomes “Gojoba”, do “Álbum do Centenário de O Imparcial”. Inclusive, dias atrás, já havia feito essa “cobrança”. E tem outro detalhe: em termos de tempo, Gojoba representa não só talento e conhecimento natos. Seu trabalho como dedicado e atento jornalista significa 25% da história de cem anos de O Imparcial.

PS:

O médico, jornalista e ex-vereador Chico Viana usou as redes sociais para celebrar a “figurinha carimbada” de José Gomes ‘Gojoba’. Pois acredite! Em 1983, Chico Viana, então diretor de redação do Jornal de Hoje, cedeu espaço para que este editor do blog Hora Extra mantivesse uma coluna no combatente impresso da Rua Cândido Ribeiro. O nome da coluna, do na época, “dublê de jornalista” era: Hoje na Cohab.

Mas isso é uma outra história, que será contada em breve…

DESVIO DE RECURSOS – “Operação Maat” resulta na prisão de seis, em Godofredo Viana

A Promotoria de Justiça de Cândido Mendes deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 8, mais uma etapa da Operação Maat de combate à corrupção. A Operação resultou em seis prisões por envolvimento com cinco empresas utilizadas para desvio de recursos públicos no município de Godofredo Viana,  no interior maranhense.

Vista aérea de Godofredo Viana (Foto: redes sociais)

Durante a operação, também foram apreendidos veículos e dinheiro em espécie. As investigações apontaram, ainda, transferências diretas das contas da Prefeitura de Godofredo Viana para dois dos denunciados.

A Operação Maat (deusa egípcia da justiça) teve a sua primeira fase realizada em dezembro de 2023. A operação teve origem em três investigações distintas sobre corrupção e desvios de recursos públicos ao longo de aproximadamente três anos. (CCOM-MPMA)