“(COI)RONAVÍRUS” – Jogos Olímpicos de Tóquio vão ser adiados para 2021

O adiamento foi decidido. Os Jogos Olímpicos não começarão em 24 de julho.

A afirmação é do membro mais antigo do COI (Comitê Olímpico Internacional), onde está desde 1978, o ex-presidente da Wada (a agência internacional antidopagem) Dick Pound, de 78 anos.

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Em entrevista ao jornal americano “‘USA Today”, nesta segunda-feira, o dirigente canadense disse que as Olimpíadas de Tóquio serão adiadas, provavelmente para 2021, mas que os detalhes ainda serão discutidos nas próximas semanas.

– Com base nas informações do COI, o adiamento foi decidido. Os parâmetros daqui para frente não foram determinados, mas os Jogos não começarão em 24 de julho, pelo que sei – declarou o veterano do COI.

Dick Pound é dos membros mais influentes da entidade e também dos que mais dão declarações à imprensa. Segundo ele, a decisão sobre o adiamento será tomada em etapas e eles, do COI, começarão a lidar com as “imensas” consequências a partir desta definição.

(Do Portal G1)

EXAGERO – Jair Bolsonaro: “Povo descobrirá que foi enganado sobre o coronavírus”

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV Record na noite de domingo (22) que a população descobrirá em breve que foi enganada pelos governadores de Estados e pela imprensa na crise causada pela pandemia do novo coronavírus e voltou a afirmar que existe um exagero nas medidas de combate à Covid-19, doença causada pelo vírus.

Presidente Bolsonaro: “Exagero” – (Reprodução)

“Brevemente o povo saberá que foi enganado por esses governadores e por grande parte da mídia na questão do coronavírus”, disse Bolsonaro.

“Calma, tranquilidade, não levar pânico à população. Não exterminar empregos, senhores governadores. Sejam responsáveis. Espero que não queiram me culpar lá na frente pela quantidade de milhões e milhões de desempregados”, afirmou.

Bolsonaro disse ainda que o impacto de medidas restritivas adotadas por governos estaduais sobre os empregos será maior do que o que a Covid-19 terá no país. Sem dar detalhes, ele fez a previsão que o número de mortes causadas pelo coronavírus no Brasil será menor do que as 800 causadas no ano passado no país pela gripe H1N1.

(Portal Terra)

COMBATE À PANDEMIA – Ministro e secretários de Saúde seguem alinhados, mesmo Dino “alfinetando”

Apesar de o governador Flávio Dino (PCdoB), em seus discursos, vez por outra, “alfinetar” o Governo Federal, especialmente, nas áreas da saúde e da economia, quando o assunto é coronavírus, a realidade é bem diferente. Em suas entrevistas sobre medidas preventivas adotadas no Maranhão contra a pandemia, o mandatário comunista tem pregado, nas entrelinhas, a falta de sintonia da esfera federal com relação à saúde pública dos estados e municípios brasileiros.

Secretários de Saúde Carlos Lula e Lula Fylho alinhados com o Ministério da Saúde (Reprodução)

Termos como ‘omissão’ e ‘falta de decisão’ do governo Bolsonaro são usados por Flávio Dino de forma desnecessária, diante da atual conjuntura nacional, com relação a essa doença que a cada dia se alastra mais no Brasil.

Só que não é bem assim. O que se tem observado através dos veículos de comunicação é o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta se posicionar integrado, agindo de forma abrangente e sem discriminação, quando o assunto é covid-19 e H1N1. São planos de contingência e medidas adotados na prática pelo Ministério da Saúde para combater o coronavírus e a influenza em todas as unidades da federação. Uma postura merecedora de elogios, principalmente, por causa do seus engajamento e conhecimento de causa.

Nesse mesmo sentido, os secretários de Saúde Carlos Lula (Estado) e Lula Fylho (Município de São Luís) estão super alinhados, seguindo à risca determinações do governador maranhense e do prefeito da capital Edivaldo Júnior, respectivamente. E os dois secretários também seguem sintonizados e sincronizados com as orientações e aportes repassados pelo Governo Federal, através do Ministério da Saúde e de outras pastas.

“CRISEVÍRUS” – Governadores são exterminadores de emprego, diz Bolsonaro

Jair Bolsonaro negou que as iniciativas de combate à covid-19 do governo tenham demorado. Em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Record TV, o presidente falou o surto do coronavírus no Brasil e também sobre as críticas que têm recebido do governador de São Paulo João Doria. “Tem que lembrar que em fevereiro ele estava na Sapucaí do Rio de Janeiro”, disse, referindo-se à exposição que o governador teve com aglomerações, atitude contrária às recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde. “Nós não podemos politizar isso”, concluiu.

Bolsonaro rebateu aos ataques (Reprodução)

Perguntando se ele teria adiado ou cancelado o Carnaval, o presidente respondeu que os governadores poderiam ter proposto isso para ele, mas não confirmou se seguiria proposta. Bolsonaro negou que tenha criticado o trabalho dos governadores e disse que é atacado constantemente por eles, que “fogem de suas responsabilidades”. O presidente disse ainda que a grande mídia o ataca da mesma forma e que “brevemente a população verá que foi enganada pelos governadores”, a quem o mandatário chamou de exterminadores de emprego. “É uma crise pior que o coronavírus pode trazer ao País.

Sobre as favelas, Bolsonaro não comentou nenhuma medida específica para ajudar no combate do contágio da covid-19, a não ser “evitar a situação”. Nas últimas semanas, a Comunidade do Alemão alertou sobre a falta de água, de álcool em gel fazendo o uso de uma hashtag nas redes sociais.

Ainda na entrevista, o presidente falou também sobre os panelaços que têm ocorrido em todo o País. Bolsonaro disse não estar preocupado com sua popularidade e falou que atitude foi “incentivada” pela mídia, “endossado pela revista Veja e por outros órgãos da imprensa”.

(Do Portal Terra)

VACINA H1N1 – Prefeito de SL pede à população que evite aglomeração nos postos de saúde

Começa nesta segunda-feira (23) a campanha de vacinação contra a Influenza A/H1N1. Por meio das redes sociais, o prefeito Edivaldo orienta a população que receberá a vacina que evite lotação nos postos, pois aglomerações facilitam a propagação do novo coronavírus (Covid-19).

Prefeito Edivaldo Júnior (Foto A Baeta)

Em sua postagem, Edivaldo destaca que esta primeira etapa da campanha terá duração de 30 dias, portanto, não há necessidade de todos correrem para os postos de vacinação nesses primeiros dias, pois haverá tempo suficiente para as pessoas do público-alvo se vacinarem com tranquilidade.

Nesta etapa devem se vacinar idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos e profissionais de saúde. Como medida para evitar ao máximo a aglomeração de pessoas, foram disponibilizadas 118 salas de vacinação distribuídas em 76 postos entre unidades de saúde, escolas e farmácias.

Para facilitar o acesso às doses pelo público-alvo, a Prefeitura disponibilizou ainda o serviço de atendimento domiciliar a pessoas com dificuldade de locomoção. O agendamento deve ser solicitado pelo número 99135-9332.

Condomínios também podem solicitar o agendamento pelo e-mail influenza2020.semus.slz@gmail.com. Desta forma, equipes de vacinação irão aos locais para imunizar as pessoas que fazem parte do público-alvo desta etapa da campanha.

ECONOMIA – BNDES anuncia injeção de R$ 55 bi e suspensão de cobrança de empréstimo

O BNDES anunciou neste domingo (22) a suspensão de cobrança de empréstimos por 6 meses em razão do coronavírus.

Serão atendidos com a ação setores como Petróleo e Gás, Aeroportos, Portos, Energia, Transporte, Mobilidade Urbana, Saúde, Indústria e Comércio e Serviços, num total de R$ 30 bilhões, sendo R$ 19 bilhões para as operações diretas e R$ 11 bilhões para indiretas.

Medida anunciada pelo BNDES é em razão do coronavírus (Reprodução)

O adiamento faz parte de um pacote de medidas, que inclui a injeção de R$ 55 bilhões na economia para reforçar o caixa de empresas e apoiar trabalhadores que enfrentam efeitos da crise.

O valor equivale a quase o total de desembolsos do banco ao longo de 2019. O dinheiro será direcionado a 150 mil empresas, que têm 2 milhões de funcionários, segundo o banco.

“São quatro medidas que injetam R$ 55 bilhões no sistema financeiro brasileiro”, disse o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em transmissão ao vivo pela internet.

Além da suspensão dos pagamentos de empréstimos diretos e indiretos, também estão incluídas no pacote a transferência de R$ 20 bilhões do PIS/PASEP para o FGTS dos trabalhadores

Os recursos vêm da venda de R$ 22 bilhões de ações da Petrobras, em leilão realizado no dia 5 de fevereiro. Segundo Montezano, a ideia é “irrigar o bolso do trabalhador brasileiro”.

(Do Portal G1)

CONTINGÊNCIA – MPMA cobra dos prefeitos providências contra o Covid-19

Em virtude da situação de emergência de saúde, o Ministério Público do Maranhão cobrou dos prefeitos a apresentação do Plano de Contingência Municipal para avaliar as medidas adotadas contra a proliferação do coronavírus.

O ofício circular, de 13 de março, foi assinado pelo procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, e pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde, Ilma de Paiva Pereira.

O MPMA solicitou, ainda, que se houver algum hospital fechado, o Poder Executivo providencie, com urgência, a higienização do referido estabelecimento de saúde para atender à população na hipótese de surto do coronavírus no Maranhão. O gestor deverá remeter ao Ministério Público a comprovação do cumprimento da solicitação.

Em outro ofício circular, o Ministério Público sugere aos promotores de justiça que fiscalizem quais as estratégias ou providências adotadas pelos gestores para o manejo de possíveis casos de coronavírus no território municipal, inclusive se os profissionais da atenção básica estão sendo capacitados.

Isso porque, de acordo com o documento, é possível que casos de menor gravidade não necessitem de hospitalização e podem ser acompanhados pela atenção primária de saúde. Os casos suspeitos e confirmados devem ser notificados obrigatoriamente no Sistema de Agravos de Notificação.

ARTIGO – A cadeia viral mais cruel – (Carlos Nina*)

Carlos Nina

O mundo está diante de uma crise sem precedentes conhecidos, especialmente no que diz respeito às medidas que têm sido tomadas pelos governos das diversas nações do mundo e autoridades internas com vistas ao combate à disseminação do novo coronavírus.

O vírus surgiu no momento em que o mundo está em convulsão, não só por guerras regionais entre nações, mas por conflitos internos, supostamente por motivos religiosos, ideológicos ou outros nomes que se lhes queiram dar, ensejando ondas de migração em razão das calamidades que decorreram dessas circunstâncias, desemprego, desabastecimento de alimentos e perseguição pelos motivos citados.

Tudo isso é gerado por um vírus que o ser humano já traz na sua alma, na sua mente, no seu coração, em qualquer lugar de sua essência: o vírus da ambição, que se manifesta de formas diferentes. Exacerbado em uns, estes buscam o Poder para satisfação pessoal e, assim, desviam o Estado de sua finalidade, que deveria ser promover o bem estar do povo. Mas a ganância que os move não tem limites e transformam as instituições em instrumentos de enriquecimento pessoal e de manutenção no Poder. Assim, as riquezas e os recursos das nações não são revertidos para a população.

É evidente que alguns países têm autoridades responsáveis, que procuram honrar os cargos que ocupam e trabalham em benefício de sua população. Em outras, a irresponsabilidade predomina, os interesses mesquinhos se sobrepõem ao interesse público e tudo o que os gananciosos que vivem da dilapidação do erário querem é tumultuar para tirar proveito pessoal.

Se o País tivesse um histórico diferente do que tem – forjado na corrupção e na impunidade – é evidente que suportaria com melhores resultados os efeitos terríveis da pandemia que ora se alastra. A recente façanha do Congresso Nacional abocanhando bilhões para campanhas eleitorais viciadas é bem um retrato das prioridades parlamentares.

Se a saúde, a educação, os transportes, a infraestrutura das cidades e suas interligações não fossem canais de desvios de verbas, a realidade urbana e rural seria outra. À população não seria imposto o descaso que a deixa exposta e vulnerável, vivendo em áreas com esgotos a céu aberto, em ambientes públicos sujos, sem hospitais dotados de recursos humanos e materiais para o atendimento aos pacientes, sem transportes limpos e higienizados, trafegando em ruas e estradas esburacadas, apesar de refeitas em sucessivas gestões e reinaugurações, deliberadamente programadas e realizadas para desviar, impunemente, recursos públicos, provenientes de tributos pagos pelos contribuintes.

Por isso, quando são anunciadas destinações de verbas para combater a pandemia e declaradas situações emergenciais, é difícil acreditar que tais recursos e medidas não sirvam para atender projetos pessoais, num país em que até a merenda escolar e kits de saúde são assim desviados, inclusive para uso eleitoreiro.

O coronavírus vai deixar um rastro de morte e destruição na economia, mas certamente vai ser vencido e passar. Quem vai continuar matando, imbatível, é a cadeia viral mais cruel de todas: ambição, ganância, corrupção e impunidade.

(* Advogado e jornalista)

QUASE 1.200 CASOS – Coronavírus se alastra por todo o Brasil e já são 18 óbitos

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 19h40 deste sábado (21), 1.178 casos confirmados de novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil em 26 estados e no Distrito Federal. São 18 mortes no Brasil, três no Rio de Janeiro e 15 em São Paulo.

Foto Reprodução via internet

O Ministério da Saúde atualizou os números na tarde deste sábado, informando que o Brasil tem um total de 1.128 casos confirmados de coronavírus e 18 mortes.

Roraima registrou os dois primeiros casos na noite deste sábado, último estado a ter casos confirmados no país.

No Distrito Federal, o número de casos de infectados foi de 87 para 108. Em Santa Catarina, o número saltou de 40 para 51. O Mato Grosso confirmou seu 2º caso, assim como o Tocantins.

No Rio Grande do Sul, mais cinco casos foram confirmados neste sábado. No Paraná, o número subiu para 43 casos.

(Do Portal G1)

SÃO LUÍS – Por determinação do prefeito Edivaldo, praias serão vigiadas para evitar aglomeração de pessoas

O prefeito Edivaldo Holanda Junior anunciou que a partir das primeiras horas deste domingo (22) equipes da Guarda Municipal começam a fiscalizar as praias da cidade para dispersar quem ainda insiste em frequentar locais que aglomeram pessoas. Este trabalho será feito em alinhamento com o Governo do Estado, por meio do Corpo de Bombeiros. A Guarda Municipal fiscalizará as áreas de competência municipal e o Corpo de Bombeiros, as áreas de competência estadual. Esta é mais uma medida preventiva contra o novo coronavírus (Covid-19). Medidas adicionais vão ser anunciadas gradativamente nos próximos dias.

Prefeito Edivaldo Júnior (Foto A Baeta)

Edivaldo reforçou que não há motivo para pânico, mas que é importante a adoção de medidas de prevenção e pediu à população de São Luís que permaneça em casa, saindo apenas quando for de extrema necessidade.

No fim da tarde deste sábado (21) foi confirmado o segundo caso de Covid-19 em São Luís. Uma mulher de 37 anos que teve contato com estrangeiros foi diagnosticada em um hospital da rede privada. A primeira confirmação ocorreu na noite da sexta-feira (20). Um homem de 57 anos que havia chegado de viagem a São Paulo. Ambos apresentam sintomas leves e estão em isolamento domiciliar.

A medida extra anunciada por Edivaldo neste sábado reforça as medidas de prevenção ao novo coronavírus (Covid-19) contidas no Decreto Municipal Nº 54.890, assinado na terça-feira (17), pelo prefeito Edivaldo. Entre as várias medidas contidas no decreto está a higienização extra de toda a frota de transporte urbano – São Luís foi uma das primeiras capitais a adotar a medida -, a suspensão das aulas da rede municipal, a não concessão de licenças para eventos que possam aglomerar pessoas e estabelece o Hospital da Mulher, que tem 53 leitos (43 clínicos e 10 de UTI), como a unidade municipal de referência no atendimento aos pacientes que apresentem sintomas da doença.

Edivaldo também determinou a suspensão da Feirinha São Luís e a paralisação das as atividades do Museu da Gastronomia, do Centro de Capacitação em Culinária Típica e do Centro de Atendimento ao Turista (CAT), além da readequação dos serviços e do atendimento ao público nos órgãos municipais. Todas as medidas adotadas pelo prefeito estão em consonância com o que tem sido feito nas principais cidades do Brasil e do mundo para conter o avanço da doença entre a população.