COMUNISTAS EM COMUM – Abstinência e a sede desenfreada de voltar ao poder no pobre Maranhão

Quando os comunistas assumiram o Governo do Estado do Maranhão no dia 1° de janeiro de 2015, o trecho do discurso de posse que mais ecoou da sacada principal do Palácio dos Leões foi: “Combater a extrema pobreza o Maranhão e acabar com desigualdade social no estado“.

Maranhão: um pobre estado rico (Foto Reprodução)

Sete anos se passaram e esses mesmos comunistas não conseguiram sequer tirar os municípios maranhenses da lista dos piores indicadores sociais do Brasil. O Maranhão seguiu mais pobre do que nunca, sendo destaque nacional somente em atraso, descaso e pouco caso em questões sociais.

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Casa dos parafusos

Quando o então vice-governador Carlos Brandão assumiu o comando do Executivo do Maranhão em abril de 2022, sendo eleito governador no mesmo ano, a promessa de acabar com a extrema pobreza ganhou novos rumos, através de eficazes e abrangentes programas sociais. Equipamentos públicos como restaurantes populares e benefícios como o Mais Renda, Minha Renda seguiram e continuam seguindo por todo estado, mas muita coisa ainda precisa ser feita para mudar esse quadro de miséria.

Por outro lado, os comunistas, com sede de poder e inconformados com a nova marca imprimida por Brandão, iniciaram, a princípio, a “operação corpo mole”. Depois partiram para o ataque com implacáveis perseguições e denúncias descabidas em todas as esferas, na tentativa de desestabilizar o governo Brandão com posterior afastamento do cargo.

A abstinência e a fome de poder dos comunistas continuam sendo vistos como risco iminente ao Maranhão e os maranhenses. Querem o poder na marra, na base da foice e do martelo.

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MarcPeças Axixá

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