Até o dia 31 de março, portanto daqui a 30 dias, Flávio Dino terá que deixar a chefia do Executivo Estadual do Maranhão e entregar o cargo para o vice-governador Carlos Brandão. Esse processo é regra para todo governante reeleito, que pretenda disputar cargos eletivos, estando ainda no poder.

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Diante das eleições majoritárias que se aproximam, no Maranhão, desenha-se um quadro inédito, que envolve os seus três senadores, e em situação oposta, o atual e o próximo governador. Ou seja, de um lado Weverton Rocha, Eliziane Gama e Roberto Rocha e do outro flanco, Flávio Dino e Carlos Brandão.
E à medida que o tempo passa, chega o momento de clarear os rumos, tomar decisões, unir forças e somar ideias e ideais. O jogo já está sendo jogado e eleitor quer entender qual time atenderá as suas expectativas e assim, torcer.
O senador Weverton é pré-candidato a governador e conta com o apoio de Eliziane. Neste mesmo projeto político eleitoral, é sugestiva a participação de Roberto Rocha que deverá buscar a reeleição para a chamada Câmara Alta.
No outro extremo, o grupo governista, liderado por Flávio Dino, que disputará a única vaga ao Senado Federal e Carlos Brandão, que assume o governo em 31 de março e é pré-candidato a reeleição. A vantagem de Brandão, neste caso, é que ele vai pra batalha em busca de sua permanência no Palácio dos Leões, com a força do poder.
Weverton Rocha, por sua vez, desde sempre vem anunciando que vai pra luta com a força do povo. Segue o jogo, que é bruto e pesado…
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