Quando o assunto é atuação no Senado Federal, um dos nomes mais lembrados é o de Roberto Rocha (PRTB), que esteve como parlamentar na ‘Casa Alta’ até 2022. Ele foi substituído pelo ex-governador Flávio Dino, eleito com facilidade naquele ano, mas com passagem meteórica no Congresso Nacional, pois se licenciou do cargo para assumir o Ministério da Justiça do governo Lula e depois, renunciou o mandato de senador para ocupar assento como ministro no Supremo Tribunal Federal (STF).

Roberto Rocha de senador pra governador (Foto: Reprodução)
Em seu lugar assumiu a primeira suplente Ana Paula Lobato (PSB), formando “trinca senatorial” do Maranhão com Eliziane Gama (PT) e Weverton Rocha (PDT). Os dois, buscam agora em 2026, às duras penas, a renovação dos mandatos.
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A propósito, onze postulantes estão disputando as duas cadeiras disponíveis para o Senado Federal nas eleições que se avizinham. Com chances reais de triunfo nas urnas estão Roseana Sarney (MDB), André Fufuca (PP), Lahesio Bonfim (Novo) e Weverton.
Esse quadro, no entanto, poderia está sendo pintado de forma diferente. Com Roberto Rocha participando da corrida senatorial. Os atropelos, puxadas de tapete e embates no tapetão judicial o impediram de bater de frente com os demais candidatos.
Para não ficar sem rumo, Roberto Rocha “aceitou” o desafio de disputar o cargo de governador do Maranhão já no PRTB. Mas sem nenhuma chance de vitória…
Poderia ser diferente, caso estivesse na disputa pelo Senado. A possibilidade de os dois vitoriosos terem os nomes iniciados pela letra “R” seria razoavelmente REAL.
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