O sociólogo Paulo Romão, candidato a deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores, mostrou em suas redes sociais um “mapa financeiro” da legenda no Maranhão, nada democrático para os “padrões do PT”. Trata-se de uma planilha referente ao repasse de recursos do Fundo Partidário aos postulantes à Assembleia Legislativa, distribuídos apenas para alguns “cumpanheiros” da sigla, considerados por Romão, protegidos e privilegiados.

Paulo Romão, candidato a deputado estadual pelo PT
Encabeçam a lista dos contemplados com a “boa sorte”, os “renomados” candidatos do PT, Cricielle e Luana Resende, ambas com R$ 136.630,00 no bolso, seguidas de Zé Inácio que recebeu R$ 105.100,00 de repasse do fundo. Na mesma planilha escalonada estão os candidatos Rosilene Guajajara (R$ 34.157,50); Gilvan Alves (R$ 26.275,00); Lya Amaral e Pâmela Maranhão com R$ 10.000,00.
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Os demais candidatos, encabeçados por Paulo Romão não receberam nenhum recurso do fundo partidário petista. Na “lista zerada” também consta nome de pré-candidato que desistiu da jornada eleitoral.
Paulo Romão, que defende com garras, unhas e dentes as candidaturas de Lula, presidente; Camarão, governador; e Eliziane Gama, senadora, está extremamente revoltado com o corte desproporcional e injusto do “bolo monetário”. Atitude nada capaz de abrir os cofres do PT.
“O mapa da desigualdade do acesso aos recursos partidários do fundo eleitoral do PT no Maranhão. Há quem diga que o partido vai voltar à Assembleia Legislativa deste jeito. Eu não vejo matemática na formação deste quociente eleitoral”, desabafou Paulo Romão.
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