O Grupo Casas Bahia demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas em agosto deste ano, segundo o pedido de recuperação judicial apresentado à Justiça de São Paulo.

Casas Bahi: fechamento de lojas e demissões (Foto: Reprodução)
As medidas fazem parte da estratégia da companhia para reduzir custos e enfrentar, segundo a própria empresa, a pior crise financeira de sua história. A varejista afirma que o plano busca reorganizar sua estrutura financeira.
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De acordo com a petição, apenas em agosto deste ano, o grupo demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas. A empresa afirma que as medidas fazem parte de um esforço para reduzir despesas e recuperar o equilíbrio financeiro.
Somadas à primeira etapa da reestruturação em 2023, também mencionada no processo, o Grupo Casas Bahia reduziu aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho e fechou cerca de 355 lojas.
No pedido de recuperação judicial, a varejista argumenta que a crise é conjuntural e defende a viabilidade de suas operações. A empresa destaca que ainda mantém mais de 20 mil empregados e uma rede com mais de 700 lojas físicas em funcionamento. (Portal g1)

Casas Bahia em recuperação judicial (Foto: Reprodução)
Leilão de oportunidades
Uma oportunidade envolvendo 350 lotes de eletrodomésticos da Casas Bahia tem chamado atenção pelos valores dos lances. O leilão reúne geladeiras, fogões, lavadoras e outros produtos que aparecem na plataforma por preços que chegam a algumas centenas de reais.
Entre os itens encontrados estão uma lavadora por R$ 305, dois fogões por R$ 457 e até refrigeradores por menos de R$ 1 mil. A lista, no entanto, exige atenção antes de qualquer lance: os produtos são provenientes de logística reversa e estão sendo vendidos sem garantia de funcionamento ou possibilidade de troca. (A Tarde)
Destino dos concorrentes
Dessa forma, o Grupo Casas Bahia, que já foi um dos grandes anunciantes na mídia televisiva, inclusive na transmissão do “futebol nacional e mundial”, segue o mesmo destino das extintas concorrentes Lojas Insinuante e Ricardo Eletro, que não resistiram à crise financeira e baixaram suas portas em todo o Brasil.
Outras lojas de renome que fizeram história em território brasileiro também entraram no túnel do tempo da bancarrota: são elas Mappin, Arapuã, Casas Buri, Mesbla, Lobrás, Jumbo Eletro e Ultralar…
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