O ACORDO E A CORDA – A “ressaca Amaral” de Rildo, prefeito de Imperatriz

Dois dias após as celebrações dos 174 anos de Imperatriz, com posterior “ato traíra” do prefeito Rildo Amaral, a cidade cura uma ressaca sem precedentes. Nem mesmo sendo banhada pelas águas do caudaloso Rio Tocantins, a ilustre aniversariante conseguiu superar o “trauma popular” orquestrado por seu gestor.

Traição e ressaca de Rildo Amaral

Todo esse gosto de “boca amarca” deu-se porque, após usufruir das benesses e benefícios do governo Carlos Brandão e declarar apoio incondicional ao pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, Rildo Amaral, cortou e comeu o bolo de aniversário de Imperatriz, e depois usou o “punhal da traição” contra Brandão. Um golpe que jamais será esquecido pela população da “Princesa do Tocantins”.

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Casa dos parafusos

Em seguida, Rildo Amaral abriu a porta do seu gabinete para anunciar apoio ao pré-candidato a governador, Eduardo Braide. Um dia antes, conforme antecipado pelo blog Hora Extra, o “acordo” já havia sido selado, tendo como testemunhas os pré-candidatos ao Senado Federal, André Fufuca e Lahésio Bonfim.

A propósito, não foi por acaso, que o “trio azul” sentou-se à mesa no Panelódromo de Imperatriz, reservando a quarta cadeira para Rildo Amaral. Claro que tudo isso faz parte da mau-cheirosa política partidária, mas o gestor imperatrizense não precisava ser tão rasteiro.

A população não aceitou o acordo e literalmente acordou para uma triste realidade: Rildo foi traiçoeiro como um escorpião, no período em que Imperatriz foi muito bem assistida por um governo estadual. A “ressaca Amaral” de Rildo, pra não dizer moral, ficará na história da cidade…

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MarcPeças Axixá

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