BRA-SIL! SIL! SIL! – Anúncios publicitários sugerem postura “Sadia” e time “Vivo” dentro de campo

Longe de ser a papa títulos dos bons tempos do seu “futebol arte”, a Seleção Brasileira já não incomoda mais tanta gente assim, mesmo sendo a única a participar de todas as edições das copas e conquistar cinco canecos. A estreia do Brasil na Copa da Fifa 2026, em 1×1 com o Marrocos, é o mais recente exemplo de que a equipe canarinho não representa mais vigor, disposição, garra, talento e esperteza dentro de campo.

Jogadores da seleção (Foto: Reprodução)

Por outro lado, o painel da sala de entrevistas da Seleção Brasileira é um mosaico tingido por dezenas de marcas de produtos e serviços nacionais e multinacionais. A propaganda está em toda parte, inclusive no uniforme dos atletas e da comissão técnica do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Casa dos parafusos

É muita mídia, muita média e poucas medidas para conter a vaidade de tantos garotos-propaganda, que estão mais preocupados com o visual capilar, do que com o resultado de uma partida de futebol. Bem diferente do escrete canarinho que jogou nas copas de 1958, 1962, 1966 e 1970.

Os convocados de hoje, com suas chuteiras coloridas, poderiam pelo menos acreditar na máxima de que a propaganda é a alma do negócio. Portanto, deveriam ser integrantes de um time vivo e com postura sadia dentro de campo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

MarcPeças Axixá

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *