DIFÍCIL ACREDITAR – Sobre oferta de dinheiro, Lahésio conta “estórias” de acordo com sua conveniência para um “bom fim”

Quando disputou as eleições para governador do Maranhão em 2022, o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim não “assumiu pra valer” que estava do lado do ex-presidente Jair Bolsonaro, então candidato à reeleição. Bonfim sabia do potencial eleitoral de Lula no Maranhão e temia que seus “simpatizantes” optassem por candidatos alinhados com o líder petista.

Ex-prefeito Lahesio Bonfim (Foto: Reprodução)

Na ocasião, o governador Carlos Brandão foi eleito em primeiro turno e Bonfim alcançou a segunda colocação com a força do bolsonarismo que o assustava e se afastava.

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Casa dos parafusos

Agora em 2026, Lahésio Bonfim reiniciou a mesma lenga-lenga de pré-candidato independente ao Governo do Maranhão, no discurso do enfretamento aos poderosos grupos políticos encabeçados por Brandão, Eduardo Braide e Felipe Camarão, com suas respectivas agremiações partidárias.

Pior, chegou a declarar no “Dia da Inconfidência Mineira” que teria recebido proposta em dinheiro para desistir da disputa a governador. “Me ofereceram dinheiro para ser candidato a deputado federal (…) Eles fizeram mesmo foi humilhar”, disse com todas as letras, na época, Lahésio Bonfim.

Nesta quinta-feira (11), “o ex-prefeito da pequenina cidade do interior, reeleito com mais de 90% dos votos”, declarou em alto e bom som a sua desistência na corrida rumo ao Palácio dos Leões. Disse que agora vai disputar o Senado Federal, de forma avulsa, mas pendente para apoiar o pré-candidato ao governo Eduardo Braide (PSD).

Em relação à oferta monetária “recebida” no dia 21 de abril, Bonfim contou agora uma nova versão. Disse que não recebeu proposta de dinheiro, mas de fundo partidário para ser candidato a deputado federal. . “Na hora de raiva você fala na ansiedade”, engembrou, Bonfim.

Então, quer dizer que Lahésio Bonfim fala as coisas em público, atinge pessoas, personagens e grupos da politica, de acordo com o seu estado emocional??? E em relação às suas versões, será que o eleitor tem obrigação de acreditar??? Desse jeito, contando estórias ao seu modo, qualquer conto terá sempre um final feliz e um “bom fim”!

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MarcPeças Axixá

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