A prefeita Esmênia Miranda recebeu, na tarde desta quinta-feira (11), a comitiva da Vale e da Fundação Athos Bulcão para visita institucional ao Palacete da Rua Formosa, imóvel restaurado que vai abrigar o futuro Museu Nacional do Azulejo. O encontro marcou a apresentação do resultado das obras de restauro e o alinhamento das parcerias para implantação do novo equipamento cultural.

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Participaram da visita a presidente da Fundação Municipal de Patrimônio Histórico (Fumph), Kátia Bogéa; Grazielle Parenti, vice-presidente executiva de Sustentabilidade da Vale; Mariana Luz, diretora de Investimento Social Privado e Cultural da Vale; Valéria Cabral, presidente da Fundação Athos Bulcão; e os representantes do Instituto Pedra, Luiz Fernando de Almeida e o arquiteto Weber Sutti.
Durante a visita, a comitiva transitou pelas dependências do Palacete e conheceu os espaços que vão compor o Museu Nacional do Azulejo. Para Esmênia Miranda, o equipamento reforça a vocação do Centro Histórico e consolida São Luís como referência nacional no tema.

“São Luís é Patrimônio Mundial, justamente por termos o azulejo como parte central desse conjunto urbano único. Ter parceiros como a Vale e a Fundação Athos Bulcão mostra que preservar memória é também construir futuro. O museu vai formar novas gerações, atrair visitantes e reafirmar São Luís como a capital brasileira do azulejo”, afirmou.
O Museu Nacional do Azulejo terá como missão narrar a trajetória da azulejaria, desde suas origens no Oriente Médio, passando pela expansão para a Península Ibérica até a chegada ao Brasil, onde se difundiu de formas distintas pelo território.

Projeto
Luiz Fernando de Almeida foi o responsável por apresentar o projeto museográfico e explicar a funcionalidade de cada ambiente, detalhando como a expografia vai narrar a trajetória da azulejaria e integrar o acervo ao edifício histórico restaurado.
Além do objetivo central, que é contar a história para ampliar a compreensão sobre o patrimônio azulejar de São Luís e do mundo, o Museu também contará com outras atividades.
A visita institucional reforça a importância das parcerias para preservação do patrimônio cultural brasileiro, especialmente em São Luís, reconhecida nacional e internacionalmente por seu conjunto arquitetônico, urbano e artístico.
Os projetos de restauro do Palacete e de criação do Museu Nacional do Azulejo são viabilizados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Vale, gestão do Instituto Pedra e realização da Prefeitura de São Luís, por meio da FUMPH, e do Ministério da Cultura.

Palacete da Rua Formosa
Localizado no Centro Histórico de São Luís, reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco desde 1997, o Palacete da Rua Formosa é um importante exemplar da arquitetura luso-brasileira. O processo de restauro preservou ao máximo os elementos originais da edificação, mantendo características construtivas que expressam a formação histórica e cultural da capital maranhense.
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