Moradores dos condomínios Vite e Lálio, no bairro Angelim, reclamam da falta de segurança e do excesso de roubos e furtos na região. Recentemente, meliantes roubaram as quatro rodas de um veículo de passeio estacionado em frente a um centro comercial anexo ao núcleo habitacional. Convém dizer que esse espaço de compras, por estar desativado, também está sendo alvo de vandalismo e furtos de utensílios e equipamentos.

Rodas de carro roubadas em estacionamento de condomínio, no Angelim
A falta de iluminação pública adequada seria um dos motivos a favorecer as ações criminosas. Moradores do condomínio estão elaborando manifesto junto à Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) para que seja instalada no local lâmpadas de LED nas ruas do entorno. Um outro requerimento será encaminhado à Secretaria de Estado da Segurança Pública para que rondas policiais sejam realizadas em rotina nas imediações do conjunto de apartamentos.
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Moradores de ruas e usuários de drogas estão usando espaços abandonados como abrigo e para prática de pequenos delitos.
Furtos da Cohab – Mais adiante, na Cohab, a situação não é diferente. Usuários de drogas e moradores de rua ocupam praças e boa parte do mercado e centro comercial do bairro. Bandidos agem à luz do dia e anunciam assaltos, tendo como principais alvos, idosos e estudantes.
Durante o último fim de semana, o depósito de uma grande loja de peças e acessórios para veículos foi invadida. O imóvel fica localizado na Rua 9 do 3° Conjunto da Cohab. Do local bandidos subtrairam jogos de rodas, equipamentos de som, entre outros itens. O empresário, proprietário da loja, que preferiu não se identificar, disse que o prejuízo financeiro ultrapassa R$ 50 mil. Ele lamenta a falta de segurança na Cohab, assim como a morosidade de ação do sistema de segurança pública.
“Assim que tomamos conhecimento do ocorrido, por volta das 7h da manhã, acionamos a polícia através do 190, mas a equipe da PM só chegou ao local, uma hora e meia depois da ligação. Pior foi ouvir da atendente do 190 a informação de que, ‘caso tivéssemos mais ligações sobre o caso, nossa operação seria mais rápida e ágil devido a prioridade’. É revoltante para nós, que pagamos impostos, ouvirmos isso de um aparato de segurança, no momento delicado pelo qual passamos. Só queríamos o apoio do estado para atender ao pedido de um cidadão de bem, que paga impostos e gera empregos“, lamenta o empresário.
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