Quase 20 milhões de famílias brasileiras são assistidas por algum tipo de benefício social do governo federal. Entre esse amplo assistencialismo, custeado indiretamente pelo contribuinte, está o Bolsa Família, programa que oferece renda a pessoas em situação de extrema pobreza no Brasil. Nesse contexto de vulnerabilidade social — muitas vezes fora do mercado de trabalho — também se encontram famílias com integrantes em condições de laborar.

Empresário Peron Figueiredo (Foto: redes sociais)
É nesse ponto que o empresário Peron Figueiredo, pré-candidato a deputado federal, expõe seu ponto de vista. Para ele, quem procura o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para se inscrever em programas sociais do governo pode também disponibilizar seu nome para a prestação de serviços comunitários.
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Peron Figueiredo entende que, nesse quadro de vulnerabilidade social, há pessoas com capacidade de atuar em entidades e instituições sem fins lucrativos, por meio de parcerias com os governos nas esferas municipal, estadual e federal. Em vídeo que circula nas redes sociais, ele sugere que beneficiários do Bolsa Família, por exemplo, prestem serviços em creches, abrigos e casas de passagem, atuando como merendeiras, zeladoras, arrumadeiras, cuidadoras ou em funções semelhantes.
Confira.
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