Os chamados poderes constituídos Executivo, Legislativo e Judiciário dão nome ao endereço mais importante de Brasília: a Praça dos Três Poderes. É nesse amplo largo cercado de palacios de curvas e linhas retas, que são discutidos, debatidos, defendidos e decididos o destino do Brasil e dos seus 215 milhões de residentes.

STF e Congresso Nacional em Brasília
No entanto, nos últimos anos, a harmonia entre esse “trio poderoso” não tem sido referência por conta, literalmente, da mensuração de força e poder entre as três partes. Tanto é assim, que o governo Lula, recentemente se desfez do slogan “União e Reconstrução”.
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É como se a Praça dos Três Poderes fosse um imenso pódio e houvesse uma interminável disputa para alcançar a posição mais alta do espaço. Uma espécie de embate pela medalha de ouro em detrimento da prata e do bronze.
Nesta quinta-feira (11), a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou decisão da Câmara dos Deputados e determinou a perda imediata do mandato de Carla Zambelli (PL-SP) abriu mais um capítulo na crise institucional entre o Legislativo e o Judiciário. Desta vez, o embate é sobre qual Poder tem a última palavra para determinar a cassação de parlamentares.
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Vejo esse problema com preocupação, de um lado , mandatos por eleitores que se dis democracia, do outro lado empossado no judiciário por politicos, para garantir a constituição, fazendo contrario, tipo congresso faz o certo stf desfaz , como tal aprovação de uso de maconha , caçando mandato politicos que seria o ste , Alexandre deve fechar logo o congresso já que não serve pra nada a não ser gastar dinheiro.