Pelo menos três grandes motivos deverão ser levados em consideração, para que a Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), anuncie as alterações na geometria da rodovia MA-203 (Estrada do Araçagy). O primeiro deles, claro, são os riscos iminentes de acidentes que o perigoso corredor viário oferece para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.

Estrada do Araçagy: armadilhas com dias contados (Foto/Reprodução)
O segundo motivo é o fato de que há um mês, a própria MOB retirou de circulação o ‘Expresso do Trabalhador’, que oferecia passagem gratuita aos profissionais do comércio, em horários previamente definidos. Os cinco ônibus transitavam pelas faixas exclusivas que seriam destinadas ao BRT, que nunca chegou a ser implantado na Estrada do Araçagy.
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Um apelo popular, sob forma de abaixo-assinado, com 1.500 assinaturas, entregue dias atrás para Adriano Sarney, presidente da MOB, é considerado o terceiro principal motivo para a intervenção na rodovia estadual. O documento sugere, principalmente, a retirada das paradas do canteiro central e a consequente circulação dos ônibus pela chamada “terceira faixa” das pistas, nos dois sentidos, onde as paradas serão instaladas.
Isso tornará mais seguro o acesso dos passageiros ao transporte coletivo, além de proporcionar melhor praticidade para os ônibus seguirem viagens aos destinos que margeiam a MA-203. Além do Araçagy, bairros como Divineia, Sol e Mar, Vila Luizão, Alonso Costa e Parque Araçagy são servidos pela frota de ônibus que trafega pela conturbada estrada.
Por enquanto, motoristas têm que fazer manobras arriscadas para sairem da atual “faixa exclusiva” e rumarem aos bairros que ficam na margem direita da rodovia, sentido Olho D’Água – Araçagy.
Vale lembrar que logo que tomou posse como presidente da MOB, Adriano Sarney, em entrevista a uma emissora de rádio, disse que uma de suas primeiras medidas seria “adequar a Estrada do Araçagy para a forma convencional”.
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