Em diversas cidades brasileiras, inclusive Rio de Janeiro, o transporte alternativo feito por vans e ‘peruas’ é um serviço normatizado e aprovado por moradores de bairros da periferia que se deslocam à região central da cidade. Também no Maranhão, este “modal” é uma realidade aplicada em viagens intermunicipais ao longo de vários anos, quase sempre com regulamentação, fiscalização e padronização em ordem.

Transporte alternativo já opera em linhas interurbanas (Foto: Reprodução)
Na Ilha de São Luís, moradores de São José de Ribamar e Paço do Lumiar seguem seus destinos, principalmente para a região central da capital maranhense, em vans, que em alguns casos, circulam sem o devido conforto e segurança para seus ocupantes. De todo modo, têm importante papel para boa parte da sociedade, no quesito mobilidade semiurbana.
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De quebra, a Ilha de São Luís ainda dispõe de uma outra opção chamada “carrinhos lotação”, que operam nos quatro municípios do arquipélago, com grande evidência na área Itaqui-Bacanga, na capital.
São estas duas alternativas que estão socorrendo boa parte dos usuários do transporte coletivo da Região Metropolitana nestes dois dias de greve. Servem os “passageiros reféns” dos empresários do setor de transporte público. Reféns porque, toda paralisação de motoristas provocada por quebra de acordo do Sindicato dos Empresários (SET), quem paga o pato é o passageiro.
Por isso, o transporte alternativo precisa ser regularizado, legalizado e fiscalizado, circulando regularmente e cobrando preço justo. Desta forma, toda a população da Ilha de São Luís será beneficiada. Essa medida nunca jamais será em vão. Certamente será acertiva com van e “carrinhos”.
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