REUNIÃO PRODUTIVA – Empresário Peron Figueiredo trata de demandas do setor de água mineral com o pré-candidato Lahesio Bonfim

Arrocho fiscal, burocracia e falta de incentivo por parte do Governo do Estado do Maranhão. Estas foram algumas das pautas levadas pelo empresário Peron Figueiredo para o pré-candidato a governador Lahesio Bonfim (PSC).

Lahesio Bonfim com o empresário Peron Figueiredo

O produtivo encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (7), no escritório sede do PSC, no bairro do Calhau, em São Luís. Peron é titular Grupo Figueiredo, envazador das águas Ilha Bela, Maranhão do Sul e Campo Verde, conglomerado empresarial genuinamente maranhense, que gera cerca de 200 empregos diretos e outros tantos indiretos.

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Casa dos parafusos

Na ocasião, Peron levou ao conhecimento de Bonfim que o setor de águas minerais/naturais tem uma carga tributária pesada, em função da intervenção estadual que determina que a pauta fiscal seja baseada entre R$ 3,00 a R$ 4,00 no preço final do garrafão de 20 litros do produto. Lahesio Bonfim questionou o motivo dessa atual situação e o executivo foi cirúrgico em sua resposta.

“O governo quer mandar no que não lhe diz respeito, determinando o preço de um produto considerado essencial. Aqui no Maranhão, águas mineral e natural ainda são classificadas na categoria de refrigerantes, isotônicos e bebidas alcoólicas, o que não deveria ser. Inclusive, em alguns estados do Brasil, água mineral já é considerada como item da cesta básica, e isso reflete positivamente no setor, bem diferente do que acontece no nosso estado”, relatou o empresário.

Peron Figueiredo disse ainda, que as envazadoras são obrigadas a comprar selos fiscais de forma antecipada ao volume de produção, do mesmo modo como acontece com a indústria de bebidas destiladas. O empresário reforçou que é a favor da fiscalização estatal, até para garantir produtos de qualidade e evitar sonegação, mas que o Estado também incentive a classe empresarial para fomentar a economia e gerar mais empregos, dentro de uma lógica que já acontece em outros estados. Outro fator preocupante para Peron é a burocracia existente nos órgãos fiscalizadores, que dificulta empresas em manter suas licenças e processos de produção atualizados.

Confira.

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MarcPeças Axixá

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