PORTUGUESA COM CERTEZA – Rendas dos jogos decisivos da Lusa no Canindé superam prêmio de campeã paulista

Com o título da Série A2 do Paulista, a Portuguesa de Desportos (SP) embolsou o prêmio de R$ 280 mil. O valor é baixo se compararmos com as rendas dos jogos do Estádio Canindé na semi e na final da competição.

Torcida da Lusa no Canindé – Foto: Ronaldo Barreto/NETLUSA

Segundo o boletim financeiro da Federação Paulista de Futebol (FPF), as partidas contra Rio Claro e São Bento deram uma receita líquida de R$ 293.728,81 à Lusa, quase R$ 14 mil a mais que a premiação recebida pela conquista.

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Casa dos parafusos

No jogo de volta da semifinal, no empate por 1 a 1 com o Rio Claro, a Portuguesa recebeu um público de 12.968 torcedores, o que deu uma renda bruta de R$ 204.420,00. De acordo com o borderô da partida, foram R$ 48.877,60 de despesas, restando assim R$ 155.542,40 para a Lusa.

Já na segunda e decisiva partida da final, que terminou com vitória rubro-verde por 2 a 0 sobre o São Bento, 12.219 torcedores estiveram no Canindé. A renda bruta foi de R$ 189.070,00, sendo R$ 50.883,59 de despesas. Com isso, a renda líquida foi de R$ 138.186,41.

Ao todo, são três tipos de despesas no boletim financeiro da FPF, com alguns itens em cada um. A primeira, de aluguéis e seguros, possui apenas o seguro do público. Depois, em taxas e impostos, é retido 5% de INSS e um valor de ‘fundo de promoção e desenvolvimento do futebol paulista’.

Por fim, as despesas operacionais, que possuem a maior parte do valor, são destinadas para alimentação, policiamento, arrecadador, controle de doping, delegado da partida, emissão de ingressos, equipe de apoio, funcionários, gerente de operações e ingressos e controle de acesso.

(Do site netlusa.com)

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MarcPeças Axixá

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