Táxis, mototáxis, motoristas de aplicativos e os chamados “carrinhos” já não bastam para os quase 1,5 milhão de habitantes da cidade de São Luís. E os ludovicenses não podem e nem devem ficar reféns de uma única opção de transporte de massa, no caso os ônibus urbanos.

Modelo do que seria o BRT, na Estrada do Araçagy (Reprodução – MOB)
E vale observar que algumas promessas de gestores públicos foram lançadas há algum tempo, mas nada que pudesse ter sido colocado em prática. Os engodos de “letrinhas” VLT e o BRT foram dois projetos que só serviram para iludir os usuários do transporte público.
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O primeiro deu nó no trilho e o segundo, de concreto mesmo, somente a faixa de pista exclusiva que surge no Araçagy e segue ao lado do canteiro central da rodovia MA-203 até a Avenida Litorânea, na praia do Olho D’água. Isso sem contar com o que se podia chamar de “terceira via”, no caso, a linha férrea batizada de Estrada da Vitória, que cortava a capital maranhense desde a Beira-Mar até o bairro Maracanã, na Zona Rural.
Nenhuma das três alternativas do passado viraram transporte alternativo no presente e o que se ver hoje, é uma cidade quase parada por causa da greve dos rodoviários. E essa situação abusada além de antiga é um movimento abusivo, pois descumprem determinações judiciais.
Por tudo isso, autoridades e a sociedade precisam discutir de forma ampla sobre o assunto. Torna-se necessário que novas opções de locomoção de massa sejam estudadas e colocadas, na prática, à disposição da quarta cidade mais populosa do Nordeste do Brasil.
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