EFEITO BRANDÃO – Racha na base do governo e fim da “parceria institucional” com os senadores

Desde que rompeu com Flávio Dino em 2017, o senador Roberto Rocha tem feito uma oposição consistente a seu governo. No entanto, os outros dois representantes do Maranhão na chamada “Câmara Alta”, Weverton Rocha e Eliziane Gama têm mantido fidelidade e esbanjado parcerias institucionais com o governador, ofertando  benefícios para o estado de forma ampla e eficaz.

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Casa dos parafusos

No entanto, com a manifestação pessoal de Flávio Dino feita na noite desta segunda-feira (29) de apoiar o nome do vice-governador Carlos Brandão como o seu pré-candidato “natural” ao governo em 2022, este cenário favorável pode mudar. Weverton Rocha, que bateu o pé e disse que é pré-candidato a governador ano que vem, com ou sem o apoio de Dino, pode mudar o discurso de fiel aliado e parceiro do governo e declarar “guerra fria” contra o governador e, sobremodo, a partir de abril, contra Carlos Brandão que assumirá o comando do executivo estadual.

É “natural” que, Weverton como postulante ao governo em 2022, puxe o freio de mão de suas parcerias institucionais perante seus futuros “concorrentes”, pois o racha vai ser inevitável. Sua colega de Senado, Eliziane Gama deve marchar junto com WR. E assim Flávio Dino e depois Carlos Brandão deverão ficar sem o apoio institucional dos três senadores do Maranhão.

Pelo menos até outubro de 2022…

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MarcPeças Axixá

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