O Sindicato Empresarial de Bares, Restaurantes e Similares do Estado do Maranhão (Sindebares) emitiu Nota de Repúdio contra a prorrogação das medidas restritivas para o enfrentamento da pandemia da Covid-19 anunciadas na sexta-feira (19), pelo governador Flávio Dino. A tônica do impasse deu-se por conta do fechamento dos estabelecimentos gastronômicos e de entretenimento da Ilha de São Luís que foi estendido até o dia 28 de março, o que, segundo a entidade, inviabiliza a saúde financeira e o consequente sustento dos empreendedores do setor.

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No documento que circula nas redes sociais, o Sindebares argumenta a falta de diálogo por parte do Governo do Estado com relação à categoria e afirma que somente com o sistema de delivery as casas gastronômicas não irão conseguir suportar suas despesas. A nota diz ainda, que o “auxílio único de R$ 1.000,00” oferecido pelo governo não cobrirá o mínimo dos custos fixos dos empreendimentos.
Diante da situação, os filiados do Sindebares decidiram em comum acordo, realizar “um protesto silencioso” na próxima terça-feira (23), ocasião em que todos os bares, restaurantes e lanchonetes de São Luís estarão fechados também para o sistema de entregas. O Sindebares reforça a nota afirmando que o setor é o que mais gera empregos no Brasil e que, caso a decisão da medida restritiva do governador não seja revogada, haverá demissão em massa no setor.
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