NOVO ESPAÇO – Centro de São Luís prestes a ganhar a Praça das Mercês

A Prefeitura de São Luís, por meio do Instituto Municipal da Paisagem Urbana (Impur), está executando à implantação do projeto de paisagismo da Praça das Mercês, que está sendo construída por meio de parceria entre a Prefeitura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e Vale. O logradouro está localizado na Praia Grande, Centro Histórico, nas proximidades do Convento das Mercês. A praça, que ocupará uma área de 12 mil metros quadrados, terá espaço aberto para a realização de pequenos eventos e apresentações culturais.

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Casa dos parafusos

O espaço contará ainda com área arborizada para lazer e descanso, canteiros ajardinados, bancos, equipamentos de ginástica para idosos e pessoas com deficiência, quadra poliesportiva, pista de skate, estacionamento de ônibus de turismo e de veículos, eixo de ligação entre o Centro e o estacionamento, mirante, posto policial, acessos de pedestres à praça, entre outros equipamentos.

De acordo com o presidente do Impur, Fábio Henrique Carvalho, os serviços de paisagismo, que seguem orientação do prefeito Edivaldo, compreendem a preparação do terreno, o plantio e manutenção do espaço. “Nossa equipe trabalha na forração rasteira do terreno, que vai receber várias espécies nativas. Em seguida será realizada a adubação e o coveamento, para então proceder com o plantio de árvores”, detalhou o gestor. Entre as espécies que serão plantadas, árvores nativas variadas, entre elas, carnaúba, e babaçu.

A Praça das Mercês detém aspectos que prometem mudar a visão do Centro Histórico, proporcionando uma nova configuração de acesso à área. A praça está sendo construída em área nas proximidades do Convento das Mercês, em espaço que no inicio da fundação de São Luís foi usado para atracamento de navios negreiros.

Por causa desse aspecto histórico, o logradouro terá, entre seus elementos, um memorial alusivo à contribuição dos povos africanos para a cultura maranhense e brasileira. O local chegou a receber 400 mil escravos nesse período e dezenas de navios negreiros da África, entre 1693 e 1841. O espaço está inserido no conjunto tombado pelos governos estadual e federal.

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MarcPeças Axixá

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