O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho, em São Luís, registrou elevação de 0,57%. Depois de três meses consecutivos de deflação, a capital maranhense voltou a apresentar quadro de elevação de preços.

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Todas as 16 regiões pesquisadas pelo IBGE tiveram quadro inflacionário e São Luís teve a quinta maior inflação dentre elas. As maiores inflações foram detectadas em Rio Branco (0,75%), Campo Grande (0,73%), Belém (0,72%), Salvador (0,62%) e São Luís (0,57%). A Região Metropolitana de Vitória teve o menor IPCA, 0,21%.
Tanto o IPCA de São Luís quanto o IPCA do Brasil continuam abaixo da meta inflacionária definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4% no ano de 2020, podendo variar 1,5 ponto percentual (p.p.) para cima ou 1,5 p.p. para baixo. No acumulado do ano, em São Luís, ainda prevalece quadro de deflação no ano de 2020, -0,08%, e, no Brasil, há uma acumulação de elevação de preços na casa de 0,46%, bem abaixo do viés inferior da meta determinada pelo CMN, que é de 2,5%. Inclusive, o acumulado de 12 meses, tanto para São Luís, 1,54%, quanto para Brasil, 2,31%, continua abaixo desse viés menor da meta inflacionária (2,5%).
Dos nove grupos de despesa pesquisados, seis apresentaram inflação em São Luís: habitação (2,04%), transportes (1,0%), saúde e cuidados pessoais (0,46%), alimentação e bebidas (0,26%), artigos de residência (0,14%) e despesas pessoais (0,04%). Já os grupos vestuário (-0,15%), educação (-0,10%) e comunicação (-0,39%) apresentaram comportamento deflacionário.
Dos grupos de despesa que apontaram inflação, os que mais impulsionaram o comportamento de elevação de preços em julho foram habitação e transportes, com impactos de 0,30 p.p. e 0,18 p.p., respectivamente.
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