“MEIA BOCA” – Decreto mantém pequeno comerciante fechado e grandes empresários faturando alto

As medidas tomadas pelo Governo do Maranhão, sem dúvidas, têm como propósito evitar que a pandemia do coronavírus se alastre pela Ilha de São Luís e por todo o estado. Por isso, apesar de amargo, é necessário o antídoto que mantém fechados os serviços não essenciais em todo território maranhense.

Flávio Dino anunciou novo decreto para combater a pandemia (Reprodução)

No entanto, após tecer duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro, que defende que o Brasil não pode parar, o governador Flávio Dino iniciou um processo de flexibilização de sua própria decisão, em manter atividades não essenciais sem funcionar. Por meio de decreto, Dino “abriu” para os grandes empresários tocarem suas atividades de maneira normal, apesar do risco de aglomeração de pessoas nesses empreendimentos mercantis.

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Casa dos parafusos

Além dos gigantes Fribal e Mateus, que sempre estiveram com suas lojas abertas, por serem considerados essenciais para a população, agora também passaram a funcionar normalmente todo o setor ótico, especialmente, as Óticas Diniz, além de home centers, segmento em que está contido o Grupo Potiguar.

Enquanto isso, microempresários de outros setores e o comércio informal  permanecem fechados, sob pena de sansões.

Com a flexibilização assegurando que grande parte dos grandes grupos comerciais passe a abrir suas lojas, já se pode observar mais veículos e pessoas circulando pelas avenidas da cidade de São Luís. Com exceção da Avenida Litorânea, que passou a receber fita de isolamento nos finais de semana.

E assim, a roda da receita fiscal e tributária estadual vai girando. E, quanto aos vendedores ambulantes, no máximo, #fiqueemcasa…

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MarcPeças Axixá

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