TRUCULÊNCIA – Cimi critica ação de reintegração de posse em São José de Ribamar

Trator age sobre as instalações dos indígenas em São José do Ribamar (MA) (Foto: Cimi/Divulgação)

A reintegração de posse em que a Justiça Estadual do Maranhão acatou, segundo o Cimi o pedido do ex-deputado e ex-dono do cartório da cidade Alberto Franco, foi alvo de muitas críticas devido ao uso da força, como atestaram diversos vídeos que circularam na internet.

Os policiais que participaram da ação, realizada no dia 19 de dezembro, lançaram bombas de gás lacrimogênio sobre a população indígena e recorreram a tratores que destruíram as plantações agroecológicas do local. De acordo com o Cimi, o sistema de irrigação comprado recentemente com recursos do Pronaf também foi destruído durante a reintegração.

“O braço armado do estado, contando com cerca de 150 soldados da polícia militar, tropa de choque, polícia rodoviária federal, estadual, até mesmo a guarda municipal de São José de Ribamar, amparou a ação dos tratores”, diz a nota do Cimi divulgada na última sexta-feira (21/12).

O território dos índios Tremembé de São José do Ribamar está em processo de demarcação. Para o Cimi, a reintegração não deveria ter corrido na Justiça Estadual.

“O povo Tremembé reivindica o seu direito de defesa, contraditório, participação processual e denuncia a nulidade das decisões do TJ-MA, uma vez que a competência para o caso é da Justiça Federal. Os indígenas requerem o retorno ao seu território tradicional, uma vez que já foi dado início a primeira etapa de regularização e demarcação do território”.

O Cimi diz que a ação foi observada por servidores da Funai, que concluíram a qualificação da demanda dos Tremembé. Os servidores teriam acionado o Departamento de Proteção Territorial (DPT) da fundação e enviaram informações e pedidos de defesa contra a reintegração de posse. Segundo o Cimi, esses informes não foram repassados Pelo DPT em tempo de subsidiar a atuação jurídica da procuradoria da Funai.

Fonte: Globo Rural

ANO NOVO – Dois jovens do PDT no comando dos Executivo e Legislativo de São Luís

Com seus 406 anos de idade, sendo assim, uma das capitais mais antigas do Brasil, a secular São Luís do Maranhão, contará, a partir de 1° de janeiro de 2019 com dois jovens comandando os poderes Executivo e Legislativo do município.

Edivaldo Júnior e Osmar Filho: dois jovens no comando do executivo do e do legislativo de São Luís

Eleito pela primeira vez em 2012, aos 36 anos de idade, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), reeleito prefeito da capital maranhense em 2016, é considerado um dos mais jovens gestores das capitais dos estados brasileiros. O vereador Osmar Filho, também do PDT, com 32 anos de idade, assume a presidência da Câmara Municipal de São Luís logo no primeiro dia do ano novo, tornando-se o mais jovem parlamentar a ocupar a principal cadeira do Palácio Pedro Neiva de Santana.

Portanto, no que depender de jovialidade, Edivaldo Júnior e Osmar Filho, que já nutrem um relacionamento de amizade desde a época escolar, deverão manter essa harmonia em suas gestões e assim, a ‘quatrocentona’ São Luís do Maranhão e sua gente deverão ganhar, literalmente, novos rumos.

PREFEITURA DE SANTA HELENA REALIZA ENTREGA DE CESTAS BÁSICAS PARA OS AGENTES DE LIMPEZA.

O prefeito Zezildo Almeida realizou uma grande entrega de cestas básicas para os funcionários que trabalham na limpeza da cidade, profissionais que se dedicam e realizam um trabalho importante e essencial para a cidade. Zezildo mostrou o quanto é importante e fundamental a colaboração destes homens e mulheres no dia a dia para manter o padrão de limpeza que nossa cidade merece.

Um café da manhã marcou a entrega de cestas básicas a esses trabalhadores que durante todo o ano se esforçaram para deixar a cidade sempre limpa. Foi uma manhã com muita animação, descontração e alegria.
Parabéns a todos!
União, Trabalho e Compromisso!



Fonte: Ascom PMSH

LEVANDO FERRO – Ação do MPMA cobra adequações na ferrovia da Vale, em Anajatuba

A Promotoria de Justiça da Comarca de Anajatuba ingressou, em 23 de novembro, com uma Ação Civil Pública contra a Vale S.A., na qual cobra a realização de adequações na Estrada de Ferro Carajás (EFC) que resolvam os problemas de acesso enfrentados pelos moradores do Povoado Capotal, localizado à margem da ferrovia.

A mineradora Vale S.A., terá que fazer adequações ao longo da Ferrovia Carajás, na zona rural de Anajatuba

O Ministério Público foi informado pela Associação União Segura na Mão de Deus a respeito da necessidade de construção de uma passagem segura que permita a entrada e saída na comunidade. Outro problema enfrentado é o estacionamento irregular de trens em frente a comunidade, o que inviabiliza totalmente a entrada e saída do povoado, bem como a circulação de veículos de serviço, como ambulâncias.

“A comunidade não conta com políticas públicas voltadas para o atendimento de direitos fundamentais, o que obriga os moradores a se deslocarem a localidades vizinhas para terem acesso a postos de saúde, escolas, entre outros”, observa o promotor de justiça Rodrigo Alves Cantanhede.

Um relatório de visita da ONG Justiça nos Trilhos analisou a situação de trafegabilidade da margem direita da EFC (sentido São Luís – Parauapebas) e acesso ao viaduto Campestre, uma das opções de saída do Povoado Capotal. A conclusão foi a de que a via não possui quaisquer condições de trafegabilidade e segurança, sendo praticamente inviável o acesso ao viaduto.

O Ministério Público realizou uma série de audiências com representantes da comunidade, da Vale S.A., da ONG Justiça nos Trilhos e com o prefeito de Anajatuba, nas quais foram apresentados os problemas, mas nenhuma ação efetiva para amenizar os problemas foi tomada.

A Vale S.A. chegou a encaminhar um estudo de viabilidade técnica para acessos ao Povoado Capotal, com execução prevista para 2021. “A própria empresa reconhece a necessidade de disponibilização de acesso que permita mobilidade segura entre o povoado e as demais localidades”, afirma Rodrigo Cantanhede. O promotor ressalta, no entanto, que os problemas da comunidade pioram a cada ano, tendo sido agravados pela duplicação da Estrada de Ferro Carajás, não havendo como aguardar pelo prazo previsto.

O decreto federal n° 1.832/96, que regulamenta o transporte ferroviário, dispõe que a administração ferroviária não poderá manter a linha férrea de modo a prejudicar a circulação de pessoas residentes nas suas adjacências, sendo o seu dever a realização de obras que garantam a locomoção da população adjacente, permitindo a transposição da linha férrea. A legislação também afirma que a linha férrea não poderá se constituir em fator de risco à integridade e à vida das pessoas, bem como não pode ser causa de isolamento quanto ao transporte de pessoas e serviços que a atravessem.

“Observa-se que a comunidade e seus caminhos de acesso são preexistentes à via-férrea, sendo certo o dever de quem a explora em garantir as condições de circulação de pessoas, de forma a evitar que o Povoado Capotal, em determinadas circunstâncias, torne-se isolado ou veja o seu direito à segurança e à locomoção seriamente atingido pela passagem do trem ou a sua parada, ante a omissão da concessionária em implementar obras necessárias”, afirma o promotor Rodrigo Cantanhede.

PEDIDOS
O Ministério Público pede que seja concedida medida liminar que proíba a Vale S.A. de estacionar trens na via-férrea de acesso ao Povoado Capotal até que seja efetivada a construção de via alternativa que resolva os problemas de acesso à comunidade. Em caso de descumprimento da decisão, foi pedida a aplicação de multa diária de R$ 5 mil por trem ou parte de comboio estacionado.

Ao final do processo, a Ação requer a condenação da empresa a construir um viaduto no km 106+200, local onde atualmente existe apenas uma passagem de nível, possibilitando o acesso seguro ao povoado. Também foi solicitada a implementação de rota alternativa pelo lado direito da EFC, com a construção de uma alça que interligue a comunidade ao viaduto do km 107+385, no prazo máximo de um ano.

A Vale S.A. também deve ser condenada a adequar, também em um ano, o acesso entre a atual passagem de nível e o viaduto do km 107+385, com pavimentação asfáltica, drenagem e via para pedestres, com garantia de cinco anos do serviço.

Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)

JUBILEU DE RUBI – Após 40 anos, ex-alunos da Faculdade de Direito do Maranhão se reúnem em confraternização

No dia 22 dezembro de 2018 (sábado), ex-alunos da Faculdade de Direito do Maranhão que concluíram o curso em 1978, se reuniram para celebrar 40 anos de formados. O encontro, sob forma de confraternização, teve como endereço o clássico Restaurante do Senac, no Centro Histórico de São Luís, que também contou com a presença de familiares e amigos dos jubilados.

Cerca de 40 formados em Advocacia, dos quais muitos atuando na área do Direito, assim como executivos, empresários, políticos, ex-juízes, promotores, delegados, escrivães entre tantos ligados a essa profissão, puderam recordar momentos da vida acadêmica e feitos em suas atividades extraclasse. O passado de glórias em meio aos obstáculos vividos e superados, somados ao sucesso na carreira que muitos abraçaram e conquistaram seus espaços no mercado de trabalho, foram explanados sob forma de improvisados discursos.

Colegas de faculdade: José Maria, Chico Carvalho, Edimar Sousa, José Benedito, Ernani Sá, Laura Rebelo e José Fernandes

Entre os presentes, o advogado José Maria Alves da Silva, presidente da Sociedade Humanitária 1° de Dezembro, o vereador Francisco Carvalho, Edimar Sousa, José Benedito, Ernani Sá, Laura Rabelo e José Fernandes que aparecem lado a lado no registro fotográfico. Bastante entusiasmado, José Ahirton Lopes, diretor Regional do Senac-MA foi o cicerene do encontro gastronômico.

Um dos organizadores deste nobre evento, José Maria Alves da Silva, usou da palavra para enaltecer o empenho de todos no sentido de que tudo acontecesse na mais perfeita ordem. “Recordar o passado é viver duas vezes, principalmente quando se vive para defender causas sociais, com dedicação e empenho, sempre trabalhando para que a justiça prevaleça e isso, todos nós continuamos fazendo, dia após dia, nesta missão que escolhemos para atuar”, pontuou o orador.

CAROLINA – MPMA aciona Prefeitura para regularizar serviços de saúde

Com base em um relatório do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus), o Ministério Público do Maranhão ingressou, em 10 de dezembro, com uma Ação Civil Pública (ACP) contra o Município de Carolina, na qual cobra a regularização dos problemas apontados no prazo de três meses.

O Relatório de Auditoria n° 17.359 foi realizado pelo Denasus junto à Secretaria Municipal de Saúde e referiu-se ao período de julho de 2016 a fevereiro de 2017. Foram apontadas uma série de irregularidades no Bloco de Atenção Básica e do Componente Básico do Bloco de Assistência Farmacêutica.

Entre os problemas estavam o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde desatualizado e problemas de estrutura física, higienização, manutenção e conservação em cinco Unidades Básicas de Saúde da Família, que comprometem o atendimento à população. Também foram identificadas não conformidades referentes a equipamentos e material de trabalho indispensáveis às atividades, inclusive de saúde bucal.

Em pelo menos três unidades – postos de saúde Estevão Prado Araújo e Alcides Coelho Espíndola e Unidade Básica de Saúde Luís da Silva Braga – foi verificado a inexistência de médicos por período superior a 60 dias. Além disso, a farmácia da Assistência Farmacêutica Básica não tinha certificado de regularidade técnica emitido pelo Conselho Federal de Farmácia, licença nem alvará sanitário de funcionamento.

O Denasus também apontou que foram utilizados recursos da atenção básica para o pagamento de outras despesas, no valor de R$ 206.964,04. Por fim, a Secretaria Municipal de Saúde não disponibilizou nenhum procedimento licitatório referente aos exercícios financeiros de 2015 e 2016.

De acordo com o promotor de justiça Marco Tulio Rodrigues Lopes, uma reunião foi realizada com o prefeito, o procurador municipal e a equipe técnica da Prefeitura de Carolina, para tentar resolver os problemas. Embora tenha sido firmado um compromisso, não houve comprovação de resolução das questões, mesmo depois de 10 meses.

Na ACP, o Ministério Público requer que, caso a liminar seja descumprida e os problemas não sejam sanados em três meses, a Justiça determine o bloqueio das contas do Município de Carolina até o valor de R$ 100 mil. Também foi pedida a aplicação de multa diária de R$ 5 mil ao prefeito Erivelton Neves.

Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)

SEM MODERAÇÃO – Empresários apostam todas as fichas na venda de bebidas para festas de réveillon

Supermercadistas e proprietários de adegas e depósitos de bebidas estão entusiasmados nesta reta final que antecede a virada de ano. As festas de réveillon e o fim de semana prolongado devem proporcionar um ganho extra ao setor com a venda de bebidas alcoólicas e não-alcoólicas.

Ponto de apoio instalado na área externa das lojas de uma rede de supermercados para facilitar a vida do consumidor

Para facilitar a vida dos consumidores, a maior (e única) rede de supermercados de São Luís instalou nos estacionamentos de suas lojas, uma espécie de posto avançado para a comercialização de cervejas, refrigerantes, água mineral, vinhos e espumantes. Em meio a tantas bebidas, produtos de apoio como carvão, descartáveis, kits para churrasco e afins são expostos e ficam à disposição da clientela.

É bom mesmo que consumidores e comerciantes aproveitem o resto de 2018 e façam a festa, pois a partir do ano que vem, no Maranhão, a alíquota do ICMS da maioria destes produtos será reajustada. Assim, o aumento de preço dessas mercadorias consideradas supérfluas, será inevitável. Mesmo assim, aprecie com moderação!

FELIZ CIDADE! – Vereador Osmar Filho prega união entre as pessoas para uma São Luís melhor

O vereador Osmar Filho (PDT) usou as redes sociais e veículos de comunicação para enviar, através de mensagem audiovisual, votos de boas festas aos familiares, amigos e correligionários. No teor de sua fala, o parlamentar, eleito presidente da Câmara Municipal de São Luís, prega a união entre as pessoas para um futuro melhor. Ele fecha a mensagem desejando votos de Feliz Natal a todos!
Confira:

7 cidades brasileiras que parecem portuguesas

Tiradentes (Diego Grandi Shuttterstock)

A belíssima Língua Portuguesa que une os dois países é o resultado de séculos de história em comum. Por isso mesmo, sejamos honestos: não é surpresa nenhuma encontrar semelhanças entre as cidades de Portugal e do Brasil, dada a enorme influência que o nosso país exerceu na cultura, no estilo de vida e na arquitectura da antiga colónia. No entanto, as semelhanças são tantas que visitar alguma destas cidades do Brasil no pode fazer sentir em casa. Percorrer as ruas e vielas de Paraty, de Ouro Preto ou de São Luís não é muito muito diferente do que caminhar pelas ruas de Óbidos ou de Lisboa, por exemplo. Aliado a este pormenor, está o detalhe das semelhanças culturais e gastronómicas e da extrema simpatia do povo brasileiro, eterno povo irmão dos portugueses. Vale a pena maravilhar-se com a beleza de algumas cidades brasileiros que o vão fazer sentir em Portugal.

 

1. Ouro Preto

Fundada no final do século XVII, a cidade de Ouro Preto foi o ponto de convergência dos mineradores de ouro e o centro da exploração de minas auríferas no Brasil do século XVIII. A cidade declinou com o esgotamento de suas minas a princípios do século XIX, todavia subsistem muitas igrejas, pontes e fontes que testemunham seu passado esplendor e o talento excepcional do escultor barroco António Francisco Lisboa, “Aleijadinho”.

Ouro Preto

Nenhuma outra cidade de Minas Gerais tem oferta tão grande de belas igrejas abertas à visitação. E elas não são importantes apenas pela questão religiosa. Muitas igrejas de Ouro Preto são verdadeiras obras de arte e exemplares magníficos da arquitectura colonial. Percorrê-las é um presente para os olhos. Grandes nomes da arte barroca mineira trabalharam em projectos dos edifícios, esculturas e pinturas das igrejas setecentistas.

Ouro Preto

Entre os artistas mais importantes está António Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Além dele, destacam-se também Manuel da Costa Ataíde (conhecido como Mestre Ataíde), Manuel Francisco Lisboa (pai de Aleijadinho) e Francisco Xavier de Brito. Entrar nas igrejas de Ouro Preto é como visitar museus. Cada uma reserva uma obra especial. A tarefa, no entanto, pode não ser fácil. Muitas vezes, as igrejas não têm horário regular de abertura, estão fechadas para restauração ou cobram ingressos para visita. Na verdade, quase todas as igrejas de Ouro Preto exigem pagamento para serem visitadas por dentro.

 

2. Salvador

Primeira capital do Brasil, Salvador reúne o presente e o passado em perfeita harmonia e, levando-se em conta a topografia da cidade – dividida em Alta e Baixa – fica fácil mapeá-la e vislumbrar os atractivos escancarados em cada esquina. É na parte alta que fica o colorido Pelourinho, bairro histórico e tombado pela Unesco como Património da Humanidade.

Salvador da Bahia

Nas suas ruas e vielas estão centenas de casarões dos séculos 17 e 18 que abrigam de museus a terreiros de candomblé, além de templos católicos que atraem estudiosos do mundo todo – é o caso da igreja de São Francisco, considerada a obra barroca mais rica do país. Para chegar à parte baixa de cidade é preciso entrar, literalmente, em um dos cartões-postais de Salvador: o Elevador Lacerda, que faz a ligação entre os dois pontos.

Salvador

Uma vez à beira da Baía de Todos-os-Santos, explorar as praias é fundamental. Entre as urbanas, Porto da Barra é a mais democrática e movimentada. Afastadas do Centro, Itapuã, Stella Maris e Flamengo têm águas limpas e trânsito intenso nos fins de semana. No meio do caminho, o bairro do Rio Vermelho reúne os boémios e os fãs dos mais famosos acarajés de Salvador, preparados pelas baianas Dinha e Regina.

 

3. Diamantina

Diamantina é uma cidade colonial incrustada como uma pedra preciosa num inóspito maciço montanhoso. É um testemunho da aventura dos mineradores de diamantes do século XVIII, assim como do influxo exercido pelas realizações culturais e artísticas do ser humano em seu marco de vida.

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Diamantina

Foi do brilho de uma pequena pedra preciosa que nasceu Diamantina. Quando ainda no século XVIII, os bandeirantes chegaram e fizeram as primeiras lavras, no córrego do antigo Arraial do Tijuco.

Diamantina

Reza a lenda, que a luz que aparecia nas águas dos rios Jequitinhonha e São Francisco, brilhava tanto, que acabou chamando a atenção dos desbravadores. Eles estavam à procura de ouro na região, mas acabaram por encontrar diamantes.

 

4. Paraty

O Centro Histórico de Paraty remonta aos idos de 1820, quando suas ruas já possuíam seu calçamento pé de moleque. A presença das águas, com a invasão das marés na lua cheia, a cultura do café e da cana, o porto e seus piratas, a maçonaria determinaram o traçado do Centro Histórico de Paraty.

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Paraty

As ruas foram todas traçadas do nascente para o poente e do norte para o sul. Todas as construções das moradias eram regulamentadas por lei, podendo pagar com multa ou prisão, quem desobedecesse as determinações.

Paraty

A maçonaria deixou sua forte marca nas fachadas dos sobrados com desenhos geométricos, em relevo. O Centro Histórico, considerado pela UNESCO como o conjunto arquitectónico colonial mais harmonioso é Património Nacional tombado pelo IPHAN. As suas ruas, protegidas por correntes que impedem a passagem dos carros, preservam ainda o encanto colonial, aliado a um variado comércio e a expressões culturais e artísticas muito intensas.

 

5. Olinda

O Centro Histórico de Olinda, também chamado de Cidade Alta, abrange a área histórica do município brasileiro de Olinda, no estado de Pernambuco.Quase um terço da área total do município é tombado. A preservação desse sítio histórico começou na década de 1930, quando os principais monumentos foram tombados.

olinda
Olinda

A partir daí foram promovidas várias acções no sentido de preservar todo o património histórico, cultural e arquitectónico do município. O sítio foi declarado Monumento Nacional pelo Congresso Nacional em 1980, e em 1982 foi reconhecido como património mundial pela UNESCO.

Olinda

Fundada em 1535 por Duarte Coelho Pereira, primeiro donatário da capitania, em um sítio elevado que favorecia a defesa da povoação e controle da região, Olinda se tornou capital e um importante pólo económico no fim do século XVI, enriquecida com a cana-de-açúcar.

 

6. São Luís

O Centro Histórico de São Luís compreende uma área de 220 hectares de extensão em São Luís, capital do Maranhão. Cerca de 3000 imóveis estão tombados pelo património histórico estadual, e 1400 pelo IPHAN. Parte desse sítio foi declarado Património Mundial em 1997, por seu conjunto arquitectónico colonial português adaptado ao clima do local.

São Luís do Maranhão

A principal característica arquitectónica do centro histórico é mesmo a preocupação com o clima, quente e húmido. Entre as soluções, estava o uso de azulejos na impermeabilização das fachadas de taipa. As plantas são em “L” ou em “U”, com grandes telhados evenezianas.

São Luís

Os prédios arquitectónicos constituem sobrados, casas térreas e solares. Os sobrados possuem até quatro pavimentos, sendo o térreo loja comercial e os outros pisos residências. Os solares, sobrados sumptuosos, possuem muitos detalhes refinados, e as casas térreas, por fim, passíveis de várias classificações (por exemplo, morada inteira:porta com duas janelas de cada lado; meia morada: porta lateral e duas janelas).

 

7. Tiradentes

História, gastronomia, artesanato, cultura, ecoturismo, tranquilidade… É difícil definir a cidade de Tiradentes em poucas palavras. Justamente por isso, a charmosa cidade mineira atrai tantos visitantes, que podem conferir as diversas atracções e as opções de passeios para os mais variados gostos.

Tiradentes
Tiradentes – Foto: Hugo Martins

Cada museu, igreja, rua ou praça oferece uma história diferente, contada por guias ou moradores que recebem os turistas com muita hospitalidade. O calendário de atracções culturais da cidade é extenso, com eventos durante o ano inteiro: Mostra de Cinema, Carnaval, Semana Santa, Jubileu da Santíssima Trindade, Encontro de Motos e Festival de Cultura e Gastronomia, entre outros.

cidades brasileiras
Tiradentes

Fundada no início do século XVIII, Tiradentes possui aproximadamente sete mil habitantes e oferece infraestrutura completa para o turismo: restaurantes, ponto de táxi, serviço de informações, farmácias, posto de gasolina e lojas de artesanato. A hospedagem é um capítulo à parte. Dados de 2007 indicam que a cidade possui mais de 150 pousadas e hotéis, com opções para quem viaja sozinho, casais, famílias e grupos.

Fonte: VortexMag

Obras da Rua Grande e do Complexo Deodoro entregues à população são um marco histórico para cidade

As obras foram entregues pelo Iphan e pela Prefeitura de São Luís; evento contou com a presença do prefeito Edivaldo Holanda Junior, da presidente do Iphan, Katia Bogea, dos ministros Sérgio Sá Leitão e Carlos Marun e do governador Flávio Dino

A entrega da primeira etapa das obras de requalificação da Rua Grande e de todo o Complexo Deodoro é para cidade um dos maiores investimentos na área do Centro

Momento muito esperado pela população de São Luís e um marco para a capital maranhense. A entrega da primeira etapa das obras de requalificação da Rua Grande e de todo o Complexo Deodoro, executadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Prefeitura de São Luís, representa para cidade um dos maiores investimentos na área do Centro. As obras foram entregues como presente de Natal para a população de São Luís, na noite de sábado (22), pela presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogea, prefeito Edivaldo Holanda Junior, os ministros Sérgio Sá Leitão (Cultura) e Carlos Marun (Secretaria de Governo), o governador do Maranhão Flávio Dino, e o superintendente do Iphan-MA, Maurício Itapary.

“É um dia histórico para a nossa cidade a entrega dessas obras de revitalização que por tanto tempo eram esperadas. Estamos diante de um novo Centro de São Luís, mais bonito, moderno e que valoriza a história da cidade e dos ludovicenses. É uma honra estar ao lado do Iphan dando como presente de Natal esse novo cartão-postal para que a população visite, aprecie, ame e preserve”, disse o prefeito Edivaldo, que estava acompanhado da primeira-dama Camila Holanda. O gestor agradeceu ainda a presença e o apoio de todas as autoridades e em especial da bancada maranhense na Câmara Federal.

Para a presidente do Iphan, Kátia Bogéa, esse é um momento de agradecimento. “Quero agradecer por esta realização significativa para a cidade de São Luís e para o Maranhão. Aqui está um espaço histórico revitalizado para a população. Foi uma obra executada com seriedade, com determinação e compromisso. Que os ludovicenses saibam amar esse lugar”, disse.

O projeto de revitalização do Complexo Deodoro-Rua Grande é o maior em investimento na capital na recuperação de patrimônio público. Os espaços ganharam nova reordenação das suas áreas públicas, nas quais as pessoas com deficiência, crianças, idosos e o pedestre de forma geral terão mais condições de tráfego e de interagir socialmente.

“Agradeço fazer parte desta celebração e momento simbólico. Um momento que justifica todos os esforços para concretização de ações que valorizem a cultura e a história de uma região. É uma obra fundamental para toda a humanidade, inclusive para o comércio e a economia com o retorno em investimentos, beneficiando a população”, avaliou o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, que no evento representou o presidente da República, Michel Temer.

O governador Flávio Dino pontuou o significado da obra para a cidade e a população. “Fazemos uma reverência a todos que contribuíram para a execução dessa obra. A Prefeitura e ao Governo Federal por essa realização, que reforça o ditado que diz que a união faz a força. O Complexo Deodoro e a Rua Grande são espaços que identificam a nossa cidade e essa entrega representa a restituição da memória histórica, literária e cultural para milhares de maranhenses, portanto, muito significativa. Nos sentimos felizes por este momento e que todos possam cuidar e preservar esse espaço, que seja um ponto de convergência e união”, ressaltou.

Na solenidade, os dois ministros, a presidente do Iphan, o prefeito e o governador descerraram a placa marcando a entrega do Complexo. O prefeito recebeu, ainda, placa de homenagem referente à obra, concedida pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon-MA). O vice-governador Carlos Brandão, o vice-prefeito Júlio Pinheiro, além de secretários municipais e estaduais; os senadores eleitos Weverton Rocha e Eliziane Gama e o deputado federal Hildo Rocha; deputados estaduais, vereadores, demais autoridades políticas e o presidente da Academia Maranhense de Letras (AML), Benedito Buzar, também participaram do evento, bem como representantes da classe comercial e industrial e milhares de ludovicenses e também turistas que foram apreciar o novo espaço e a programação cultural que fez parte da inauguração.

Além das falas das autoridades, uma programação cultural especial marcou a entrega dos espaços. Em palco montado na Praça Panteon, apresentações de Fernando de Carvalho, Mano Borges, Coral São João e Trio 1 2 3, formado pelas cantoras Tássia Campos, Mila Camões e Camila Boueri, além de apresentação de Boi de Santa Fé, levando milhares de pessoas à praça. Durante todo o evento, a segurança estava a postos com efetivo da Guarda Municipal e da Polícia Militar.

NOVOS ESPAÇOS

A magnitude e beleza da nova Praça Panteon é percebida com os elementos arquitetônicos e paisagísticos que resultaram da requalificação urbanística. A praça teve todo o seu piso renovado com a colocação de pavimento em concreto lapidado. Na área central, granito, grama nos canteiros e caramanchões. O espaço conta também com novo mobiliário urbano (bancos e lixeiras) e luminárias mais eficazes, melhorando o sistema de iluminação pública do local. Enriquecem ainda mais a Praça Panteon os bustos de 18 nomes notáveis da literatura e arte maranhenses, que após 11 anos retornaram à área histórica totalmente restaurados.

Entregue à população também renovada e requalificada, a Praça Deodoro apresenta novo piso, banheiros públicos estruturados, bancos ornamentados com as históricas pedras lioz e designer diferenciado, espaços para a promoção de uma variedade de ações culturais e artísticas. Nos canteiros, ações de jardinagem deram vida às áreas. A iluminação pública foi toda renovada, e há, ainda, um centro que serve para equipes administrativas, Blitz Urbana e policiamento.

A Rua Grande, que aos poucos vai ganhando um novo desenho, teve concluídos os serviços das quatro primeiras quadras, nesta primeira etapa. A via é o maior centro comercial varejista da cidade, por onde transitam cerca de 100 mil pessoas diariamente em dias normais e até 150 mil em períodos festivos como o Natal. Com o projeto, o espaço deve atrair ainda mais consumidores.

As quatro quadras da Rua Grande entregues vão do trecho entre o Canto da Viração e a esquina da Travessa São Pantaleão. A área foi revitalizada com novo piso de bloquete intertravado; sistema de esgotamento sanitário, obras de drenagem profunda, instalação elétrica subterrânea, novo posteamento de iluminação pública e outros.

No conjunto de obras na via estão incluídos os serviços de drenagem fluvial, novos equipamentos urbanos, novo piso, elementos de acessibilidade, esgotamento sanitário e toda a fiação embutida. A Rua Grande ganha também sinalização viária e turística e nova rede de iluminação pública. Na obra executada pelo Iphan, coube à Prefeitura toda a logística e a estrutura operacional para a realização dos serviços, e agora, após obras, caberá à gestão municipal a manutenção do complexo.