
5ª EDIÇÃO – Mobiliza SLZ 2025 alerta para fim do prazo de inscrição de iniciativas


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) um decreto que impõe uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros, elevando o total para 50%. A medida oficializa o número indicado pelo republicano na carta enviada ao presidente Lula neste mês.

Imagem ilustrativa Reprodução/Internet
A medida foi anunciada como resposta a ações do governo brasileiro que, segundo a Casa Branca, representam uma ameaça “incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA”.
De acordo com o comunicado, a ordem executiva foi motivada por ações que “prejudicam empresas americanas, os direitos de liberdade de expressão de cidadãos americanos”, além da política externa dos EUA e a economia americana.
A Casa Branca cita “perseguição política, intimidação, assédio, censura e processos judiciais” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, classificando essas ações como “graves abusos de direitos humanos” e um enfraquecimento do Estado de Direito no Brasil.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, é mencionado no texto como responsável por “ameaçar, perseguir e intimidar milhares de seus opositores políticos, proteger aliados corruptos e suprimir dissidências, frequentemente em coordenação com outros membros do STF”.
“Quando empresas americanas se recusaram a cumprir essas ordens, ele impôs multas substanciais, ordenou a exclusão dessas empresas do mercado de redes sociais no Brasil, ameaçou seus executivos com processos criminais e, em um caso, congelou os ativos de uma empresa americana no Brasil para forçar o cumprimento”, diz o comunicado. (Do G1)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta quarta-feira (30/7) que o tarifaço comercial imposto pelo governo norte-americano a diversos países, entre os quais o Brasil, entrará mesmo em vigor na próxima sexta-feira (1°/8), sem possibilidade de prorrogação.

Trump irredutível (Foto: Reprodução)
As declarações de Trump foram dadas em mensagens publicadas em sua própria rede social, a Truth Social, a apenas dois dias do fim do prazo estipulado pela Casa Branca para que os países atingidos pelas tarifas negociem eventual redução das taxas com os EUA.
“O prazo de 1º de agosto é o prazo de 1° de agosto. Ele continua firme e não será prorrogado. Um grande dia para a América!”, escreveu Trump.
As informações são do site Metrópoles.
O governador Carlos Brandão (PSB) foi o entrevistado do programa Metrópoles Entrevista, apresentado pelo jornalista Paulo Cappelli. Na conversa, tratou de temas centrais para o país e o Maranhão, como os efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, a importância da articulação com o governo federal, os avanços sociais no estado e o posicionamento político em relação às eleições de 2026.

Governador Carlos Brandão em entrevista ao site Metrópoles
Sobre o tarifaço anunciado pelos EUA, que eleva em 50% as tarifas sobre produtos brasileiros, Brandão ressaltou que no Maranhão uma pequena parcela dos produtos passam pelo Porto do Itaqui para o mercado norte-americano.
“O Porto do Itaqui exporta soja e milho do Matopiba. A soja vai basicamente para a China. Parte do milho também vai para a China e a outra para a Espanha. Agora, as fábricas de celulose da Bahia e do Maranhão, que têm mais exportação para os Estados Unidos, serão atingidas pelo tarifaço. O impacto deve ser de 16% na venda de celulose nas operações dos dois estados”, explicou.
Brandão ainda esclareceu que o preço da importação de produtos americanos só sofrerá mudanças caso haja taxação recíproca do governo federal, medida que classificou como último alternativa. “Com relação à importação, 70% do combustível que chega ao Brasil entra pelo nosso porto. Desse total, 90% vai para o agro e 10% para os postos de gasolina. Se o governo reagir com tarifaço, teremos esse impacto”, pontuou.
Indagado sobre sua postura na questão levantada por Trump contra o Brasil, o governador reforçou a necessidade de união e diálogo entre os estados e o governo federal, destacando que o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin estão à frente da condução do tema.
“Teremos reunião com os governadores do Nordeste e com a presença do presidente Lula, para tomar conhecimento das providências do governo quanto ao tarifaço dos EUA. O governador Tarcísio está em outro campo, talvez não queira ser liderado pelo presidente Lula nesse processo. E eu, como sou liderado pelo presidente e pelo amigo Geraldo Alckmin, não acho conveniente sair na frente sem ouvir nossos líderes, que têm os elementos para compreender melhor o Brasil inteiro”, afirmou.
Ele defendeu uma resposta coordenada entre os estados, respeitando a liderança federal, e alertou para o risco de prejudicar setores produtivos e empresas brasileiras e norte-americanas.
“Eu vejo que, se os insumos brasileiros sofrerem aumento de tarifa, vai aumentar também o preço dos produtos finais feitos pelos Estados Unidos. Se isso atingir diretamente as empresas americanas, é possível que o presidente Trump recue, para evitar a perda de empregos e de competitividade”, avaliou Brandão.
Na área social, o governador destacou o impacto positivo das ações do presidente Lula no combate à extrema pobreza e reforçou os avanços do Maranhão nos últimos anos. Segundo ele, cerca de um milhão de maranhenses deixaram a extrema pobreza, contribuindo diretamente para a saída do Brasil do Mapa da Fome. Além disso, o programa Maranhão Livre da Fome vai atender mais 430 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social.
“Lançamos o programa com o cartão no valor de R$ 200, mais R$ 50 para cada filho de até 6 anos de idade. Reduzimos em 30% o ICMS da cesta básica para aumentar o poder de compra. Também oferecemos exames, óculos, cirurgias, medicamentos e qualificação profissional, em parceria com o Sistema S e outras empresas, para inserir as pessoas no mercado de trabalho”, explicou.
Ao ser questionado sobre as eleições de 2026, Brandão reafirmou que este ano será dedicado exclusivamente à gestão. Com mais de três mil obras entregues, ele reforçou que discutir sucessão agora colocaria o governo em pausa, o que não faz parte de sua conduta. “Permanecerei no cargo. O debate sobre candidatura só será feito no momento certo, em 2026”, disse, reforçando que é preciso foco na entrega de resultados.
O governador também ressaltou a força política do grupo que lidera, composto por 95% dos prefeitos e das bancadas estadual e federal, e defendeu que a condução desse processo precisa ser feita com responsabilidade e unidade.
Sobre sua relação com o ex-governador Flávio Dino, Brandão afirmou que houve um distanciamento natural, mas que mantém o respeito pelo ministro. Ele lembrou que contribuiu com o início de Dino na trajetória política, e que não houve problemas por não ter sido convidado para o casamento do ministro, em dezembro de 2024.
“Eu estou aqui, cuidando da gestão, e ele está cuidando de suas atividades no Supremo Tribunal Federal. Estamos afastados porque cada um cumpre suas funções: um na política, e o outro na Justiça”, comentou o governador.
Por fim, Brandão reforçou seu perfil municipalista e o diálogo com todos os campos políticos. Disse manter boas relações com prefeitos e prefeitas de todo o estado, independentemente de partidos ou ideologias, destacando que o trabalho em favor da população deve estar acima das disputas. “Tenho aliança com a esquerda, o centro e a direita. O importante é trabalhar para melhorar a vida do povo maranhense”, finalizou.

Foto de cintos: Reprodução/Internet
A Prefeitura de Raposa, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural, em parceria com o Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (COMSEA) e a Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN), realizou, na última sexta-feira (25), a 3ª Conferência Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional.

Com o tema “Erradicar a fome e garantir direitos com comida de verdade, democracia e equidade”, o evento reuniu representantes da sociedade civil, autoridades e técnicos das secretarias envolvidas, com o objetivo de debater propostas e estratégias para a promoção da soberania e da segurança alimentar no município.

A conferência foi realizada no espaço Fazendinha e contou com a participação do prefeito Eudes Barros; do presidente da Câmara Municipal, João Marcos; da secretária-geral do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA), Concita da Pindoba; da presidente do COMSEA, Joselita Teixeira; do presidente da CAISAN e secretário municipal de Agricultura, João Vonei; além dos vereadores Luan Martins, Vônei Moraes e Lucas Paraíba.

Participaram ainda agricultores familiares, marisqueiras, lideranças comunitárias, além das secretarias municipais de Educação, Assistência Social, Meio Ambiente e Pesca.
A programação contou com a abertura oficial, apresentação de relatórios das secretarias, leitura e aprovação do Regimento Interno e palestra magna sobre o tema central da conferência. Durante os debates, foram discutidas soluções para combater a fome, promover o acesso à alimentação saudável e fortalecer políticas públicas integradas entre diferentes setores.

O secretário municipal de Agricultura, João Vonei, ressaltou a importância da integração das políticas públicas para assegurar o direito à alimentação.

“Essa conferência começou de forma justa, com debates entre as secretarias e o Conselho Municipal de Segurança Alimentar. Aqui, tivemos a oportunidade de dialogar com produtores rurais, marisqueiras e agricultores. Deste encontro sairão propostas que serão encaminhadas aos governos municipal, estadual e federal. Esse é o compromisso da gestão municipal: garantir segurança alimentar e nutricional para cada cidadão raposense”, destacou o secretário.

Durante a abertura da conferência, o prefeito Eudes Barros destacou a importância da união entre a gestão e a sociedade civil para garantir o direito à alimentação digna e reafirmou o compromisso da gestão municipal com políticas públicas que promovam equidade e justiça social.

“A realização desta conferência demonstra o nosso compromisso em construir políticas públicas eficientes, com base no diálogo entre o poder público e a sociedade civil. Vamos seguir trabalhando, com justiça social e responsabilidade, para que cada família raposense tenha dignidade e segurança alimentar.”

Ao final do evento, foi realizada a eleição dos delegados que representarão o município nas próximas etapas da conferência. Representando o poder público, foram eleitos Owilma Trindade e João Vander. Pela sociedade civil, foram escolhidos Michael de Oliveira, Joice Cristina Pereira, Joselita Teixeira e Leuzanira Furtado.

(Texto: Érica Samira – Fotos: Charles e Melkias)
Queda nos preços reflete forte concorrência entre integradores e desafios para repassar aumento nos custos, aponta Solfácil
O preço médio da energia solar residencial no Brasil caiu 3% no segundo trimestre de 2025, segundo levantamento do Radar, indicador trimestral desenvolvido pela Solfácil, maior ecossistema em soluções solares da América Latina, para acompanhar a variação de preços no setor.

No período, o preço médio nacional por Watt-pico (R$/Wp), unidade que indica o custo da potência instalada, ficou em R$ 2,51. A redução foi registrada em quase todas as faixas de potência analisadas.
Mesmo com o aumento no preço dos equipamentos, por causa da nova taxa de exportação sobre painéis solares na China, a energia solar ficou mais barata para o consumidor. Isso aconteceu porque os integradores apertaram suas margens de lucro para manter os preços competitivos. Além disso, houve uma queda no preço do polissilício, principal matéria-prima usada na fabricação das placas solares , o que ajudou a compensar os aumentos e reduziu o valor final do sistema.
Essa queda beneficia quem quer gerar sua própria energia, mas pressiona o lucro das empresas instaladoras. O estudo analisou pedidos de financiamento para sistemas residenciais entre abril e junho de 2025.
Veja os 10 estados mais baratos para investir em energia solar residencial:
Entre os 26 estados e o Distrito Federal, o estudo mostra que dez unidades da federação se destacam por oferecer os preços mais baixos para quem quer instalar energia solar em casa. Veja o ranking:
Sobre a Solfácil
A Solfácil é o maior ecossistema em soluções solares da América Latina, que conecta parceiros integradores às pessoas que desejam gerar energia por meio de uma fonte limpa, renovável e possível para todos os bolsos. A empresa foi fundada em 2018 e oferece financiamento, distribuição de equipamentos solares, sistema de monitoramento de energia solar, seguros, e programa de benefícios para integradores que desejam maximizar seus lucros. A empresa é investida pelos maiores fundos como QED Investors, SoftBank Group, Valor, Banco Mundial (IFC), entre outros, que já aportaram mais de 800 milhões de reais ao longo de três rodadas de capital. A Solfácil tem operação nacional e ao longo do seu período de atuação, já evitou a emissão de mais de 109 mil toneladas de CO2 na atmosfera, o equivalente à quantidade que mais de 248 mil árvores fariam ao longo de 20 anos.
O deputado estadual e ex-comunista Othelino Neto publicou em suas redes sociais que a permanência do governador Carlos Brandão no cargo será apenas por alguns meses. Bem diferente do que divulgou e tem reafirmado o chefe do Executivo estadual, que ficará na principal cadeira do Palácio dos Leões até dezembro de 2026.

Governador Carlos Brandão com o deputado Othelino Neto
Para analistas, a postagem de Othelino se refere apenas e tão-somente aos 17 meses que se tem pela frente até o 365° dia do ano que vem. No entanto, para os mais minuciosos da política a insinuação do ex-aliado do governador, ex-comunista e quase “ex-solidário”, a insinuação é de que algo poderá acontecer em relação à permanência de Brandão no cargo.

“Sobre a ladainha do governador dizendo que vai ficar no governo até dezembro de 2026, uma única constatação: o Maranhão deverá esperar mais alguns meses para voltar a ser administrado por mãos honradas“, diz na postagem, Othelino.
Sancionada nesta segunda-feira (28), lei que cria o Acredita Exportação possibilita a MPEs ressarcir impostos que incidem na cadeia de bens industriais destinados ao mercado externo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira, 28 de julho, o projeto de lei Complementar nº 167/2024, que cria o Programa Acredita Exportação. A iniciativa tem como foco ampliar a base exportadora de micro e pequenas empresas (MPEs) por meio da devolução de tributos federais pagos ao longo da cadeia produtiva de bens industriais destinados à exportação.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, salientou a importância da medida. “O projeto vem ao encontro do que o presidente Lula defende, que é livre comércio, multilateralismo, integrar a nossa economia no comércio internacional”, disse Alckmin, lembrando que a proposta de lei apresentada pelo Governo Federal foi aprovada por unanimidade pelo Congresso. A medida antecipa efeitos da reforma tributária, contribui para a redução do custo nas exportações e amplia a competitividade das MPEs no mercado internacional.
“O projeto vem ao encontro do que o presidente Lula defende, que é livre comércio, multilateralismo, integrar a nossa economia no comércio internacional”
Geraldo Alckmin
Vice-presidente da República e titular do MDIC
Alckmin destacou que o país registrou recorde em exportações no ano passado. “O Brasil exportou 337 bilhões de dólares. Foram 28.847 empresas exportadoras. As micro e pequenas corresponderam a quase 40% desse total. Dá quase 12 mil empresas, 11.500 micro e pequenas empresas. Mas representam, em valor, 0,8%. É pouco. Então, esse projeto vai dar um impulso para que as micro e pequenas empresas possam exportar mais, ganhar mercado, ter mais competitividade e poder vender mais lá fora”, afirmou o vice-presidente.
ANTECIPAÇÃO – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou o esforço do governo para antecipar os efeitos positivos da reforma tributária. “Junto com essa medida sancionada hoje, há outras que estão no nosso pipeline de antecipação da reforma tributária para outros setores da economia, para que nós já possamos colher os frutos dessa grande reforma. O estudo mais modesto sobre o impacto da reforma tributária na economia é de um crescimento de 12% acima do nosso PIB potencial. Imaginem o efeito da antecipação dessas medidas para agora, para favorecer as pequenas empresas e o grande exportador “, relatou.
Haddad também abordou a perspectiva de média de crescimento da economia nacional. “Nós entendemos que o Brasil pode e vai crescer a uma média de 3% ao ano. Já fizemos o próprio FMI (Fundo Monetário Internacional) reconsiderar o nosso PIB potencial, que, quando nós assumimos, era estimado em 1,5% de crescimento ao ano. O próprio FMI já reconhece que o nosso PIB potencial é de 2,5%, e nós achamos pouco para o potencial da economia brasileira”, declarou.
A família do jovem João Neto, de apenas 13 anos, está mobilizando uma campanha solidária para arrecadar recursos destinados ao tratamento médico urgente que ele necessita. O adolescente sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) em decorrência de uma MAV (Malformação Arteriovenosa) no cérebro, condição rara e grave, que o deixou internado por 15 dias em São Luís.

Agora, João precisa continuar o tratamento especializado em São Paulo. O plano de saúde da família não cobre os procedimentos necessários e, por isso, a estimativa de custo chega a R$ 250 mil.
Diante da urgência, familiares, amigos e apoiadores se uniram para arrecadar doações. Toda contribuição é essencial nessa batalha pela vida de um adolescente que sonha em voltar à sua rotina, com saúde e dignidade.
Como ajudar:
• PIX: 628.219.653-11 (João Batista Rodrigues Garcia Neto)
• Banco Bradesco
• Agência: 1027-8
• Conta poupança: 1003660
Além das doações financeiras, a família reforça o pedido de apoio na divulgação da campanha, para que a história de João alcance o maior número possível de pessoas.
Para acompanhar o caso e obter mais informações, acesse o perfil oficial no Instagram: @jgarcianeto_