ARTIGO – O direito dos fumantes a informações confiáveis – (Por Monica Gorgulho*)

O direito dos fumantes a informações confiáveis

Por Monica Gorgulho*

Apesar das dificuldades advindas da pandemia do COVID19, 2020 comportou diversos encontros internacionais para discutir propostas relacionadas à redução de danos (RD) advindos do uso do cigarro.

Mônica Gorgulho

Um dos temas principais desses encontros foi a possibilidade de fumantes não terem atualmente acesso a informações confiáveis sobre métodos alternativos ao uso do tabaco queimado. Existe uma forte rejeição de uma parcela da população, especialmente médica, ao consumo de nicotina através de aparelhos eletrônicos e outras modalidades. A principal justificativa seria a falta de dados baseados em evidências que comprovassem a eficácia – no alcance da abstinência de nicotina ou na diminuição dos agravos à saúde relacionados aos subprodutos da fumaça do cigarro – desses métodos.

Embora possamos contar com artigos acadêmicos sobre essa proposta na casa dos milhares e países como Japão, Canadá, Suécia, Reino Unido, entre outros, já façam uso oficial de estratégias de RD em suas políticas públicas para cessação ou diminuição dos problemas causados pelo uso do tabaco queimado, o Brasil ainda resiste oficialmente a discutir profundamente essa proposta.

Apenas oficialmente, uma vez que na prática esses aparelhos já estejam entre nós. Coletivos de usuários de métodos alternativos ao cigarro estimam que existam mais de 1 milhão de “vapers” espalhados pelo Brasil. No mundo, são estimados em mais de 1 bilhão. E essa população deve movimentar por volta de 34 bilhões de dólares até 2021[1].

Dois anos atrás a OMS recebeu uma doação de 375 milhões de dólares de Bill Gates e Michel Bloomberg juntos, para investimentos em campanhas proibicionistas para o tabaco[2]. E o Credit Suisse estima que as empresas do tabaco tenham perdido mais de 300 bilhões de dólares em valores de mercado, com a chegada das novas tecnologias.[3]

Quantias tão vultosas me fazem duvidar de que esse debate esteja mesmo focalizado nas necessidades reais dos dependentes e usuários de nicotina, em relação às dificuldades que encontram para abandonar o cigarro ou continuar com seu consumo de forma menos perigosa ao organismo. Da mesma forma que a Redução de Danos é acusada de atender aos interesses da Indústria, me pergunto a quem interessa a defesa cega de uma só proposta – abstinência ou cessação para usar o termo destinado ao cigarro – no delineamento de soluções para um problema de saúde pública de tanta complexidade.

No Reino Unido, em 2019 somente 15% da população maior de 18 anos fazia uso do cigarro convencional (taxa que vem caindo consistentemente). Atualmente, estima-se que o uso de aparelhos eletrônicos entre adultos britânicos já chega perto de 10%. Na Irlanda, entre 2016 e 17, a taxa de fumantes caiu de 23% para 17% e o uso de aparelhos eletrônicos subiu de 3% para 5% entre 2015 e 2019. Entre 2014 e 2017, a taxa de fumantes franceses caiu de 64,5% para 39,7% e 700 mil fumantes deixaram de fumar com a ajuda dos vapes. Na União Europeia como um todo, estima-se que 6,1 milhões de pessoas deixaram de fumar por conta dos aparelhos de nova geração[4]. No Brasil, não há qualquer número oficial pela falta de discussão adequada sobre uma possível regulamentação desses aparelhos.

Em julho de 2020 o FDA – Food and Drug Admnistration, agência federal do departamento de saúde norte americano – autorizou a comercialização em território nacional de um desses aparelhos eletrônicos, por considera-lo um produto de tabaco de risco modificado e exposição reduzida aos riscos do tabaco queimado. Em 2018, a Public Health England – agência governamental britânica -, lançou a 4ª Revisão de Evidências de Cigarros Eletrônicos e Produtos de Tabaco Aquecido, usando dados de diversas fontes, provenientes de diferentes setores da sociedade.  A conclusão foi continuar e aprofundar a implementação de políticas de uso de alternativas ao tabaco queimado, especialmente os aparelhos eletrônicos.

Dois palestrantes do II Seminário Internacional de Redução de Danos sobre tabagismo, evento ocorrido no Brasil nos dias 10 e 11 de Novembro/2020, chamaram nossa atenção para dois aspectos importantes do cenário atual. Dr. Rodolfo Behrsin, pneumologista e professor adjunto da UNIRIO disse que há muito mais desinformação que informação no debate sobre Redução de Danos para o tabaco. E David Sweanor, Presidente do Centro de Legislação, Política e Ética em Saúde e professor da Universidade de Otawa – lembrou que, historicamente, alternativas negadas hoje serão aceitas no futuro.

É eticamente correto dificultar essas informações aos fumantes brasileiros, dificultando quando não impedindo a realização de pesquisas e debates sobre essas alternativas? Países desenvolvidos já estão fazendo sua lição de casa nesse assunto. E nós? Até quando vamos postergar o enfrentamento dessa questão vital para milhões de pessoas?

*Mônica Gorgulho | Psicóloga clínica, mestre em psicologia social, ex-presidente da Rede Brasileira de Redução de Danos e ex-membro da diretoria-executiva da Associação Internacional de Redução de Danos

[1] Você S/A – Agosto 2019

[2] Jornal “O Estado de São Paulo” – Julho 2018

[3] Credit Suisse – IMB.L: Imperial Brands – FY20 results in-line. – Novembro 2020

[4] ETHRA – as pessoas fumam pela nicotina, mas morrem pelo alcatrão, ethra.co

CÂNDIDO MENDES – David Ayoub consegue viatura policial para o município, através de Duarte Jr

A jovem liderança política de Cândido Mendes, David Ayoub solicitou ao deputado estadual  Duarte Júnior que, por meio de sua assessoria jurídica, conseguisse  uma viatura policial para  o município. O pedido foi encaminhado à Secretaria de Estado de Segurança Pública e foi ptontamente atendida,  através de a emenda parlamentar.

David Ayoub com o deputado Duarte Júnior

Trata-se de uma importante conquista para a população de Cândido Mendes e municípios vizinhos que ganharam esse reforço na segurança. David Ayoub também sollicitou uma ambulância par tornar mais ágil o atendimento emergencial no transporte de pessoas  enfermas da cidade para outros centros médicos. O deputado Duarte Júnior garantiu que vai consrguir a ambulância para o município.

Confira no vídeo:

 

 

 

RAPOSA – Secretário de Infraestrutura vistoria obras de construção da ponte do Cumbique

Por determinação do prefeito Eudes Barros, o secretário municipal de Infraestrutura, Pedro Alcântara, vistoriou a execução das obras de construção da ponte do Cumbique. No momento, está sendo trabalhado a fundação das estacas de concreto. A obra é uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cidades e Desenvolvimento Urbano do Maranhão (Secid) com a Prefeitura de Raposa.  A empresa responsável pela execução da obra é a Edeconsil.

Pedro Alcântara está acompanhando as obras de perto

Durante vistoria, Pedro Alcântara destacou que a obra de construção da estrutura da ponte já está em fase adiantada com fundação das estacas de concreto e depois de construída vai facilitar o acesso de veículos e moradores do Cumbique.

“É uma ação que nós temos que acompanhar permanentemente, pois sabemos que a empresa tem a sua responsabilidade, mas o trabalho é de interesse do município e nós estamos aqui na intenção de auxiliar para que o serviço venha de fato, atender de forma satisfatória, os moradores que tanto tem esperado por esse benefício”, finalizou.

 

SERVIÇO PORCO – Deputado Yglésio solicita que Estrada do Araçagy seja interditada para adequações necessárias

Por meio de indicação enviada ao Governo do Estado e à Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), na tarde de sexta-feira (10), o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) solicitou intervenções na MA-203 visando à organização do trânsito em trecho da via. Ele pede a retirada de canteiros  e adequação da sinalização, com inclusão de faixas e semáforos.

Deputado estadual Yglésio Moyses (Divulgação)

Segundo Yglésio, há pouco mais de oito anos, está em andamento, naquela região, obra de implantação do BRT e as medidas solicitadas decorrem de um cenário de lentidão e imprevisibilidade de conclusão das obras. Além disso, ele frisou que vários acidentes já ocorreram no local, sendo muitos deles fatais.

“A obra na via pública se arrasta por mais de oito anos, ocasionando transtornos para transeuntes e motoristas, além de elevar, significativamente, o risco de abalroamento. Ao longo dos anos, foram registrados vários acidentes fatais na via. Hoje (sexta-feira), aliás, foi amplamente divulgada notícia de um grave acidente envolvendo um ônibus, um caminhão e uma motocicleta, resultando em duas mortes”, finalizou o parlamentar.

 

SÃO LUÍS – Vereadores pedem asfaltamento para ruas de bairros da capital

A Câmara de São Luís encaminhou proposições que tratavam da área de infraestrutura da capital, durante a sessão ordinária híbrida de hoje dessa segunda-feira, dia 13. Por meio de requerimentos e indicações, vereadores ludovicenses solicitaram aos governos municipal e estadual recuperação asfáltica para vias públicas localizadas em São Luís.

Um dos parlamentares que teve a propositura encaminhada foi o vereador Antonio Garcez (PTC). Por meio do requerimento nº 866/21, o vereador pediu que fosse enviado ofício à Prefeitura de São Luís com a solicitação de urgente inclusão das ruas Cônego Frederico Chaves e Luís Serra, localizadas no bairro Alemanha, em programa de recuperação e pavimentação asfáltica.

Já o vereador Octávio Soeiro (Podemos), por meio do requerimento nº 1431/21, solicitou ao Executivo Municipal providências para viabilizar serviços de asfaltamento e drenagem nas ruas Quatro, Cinco e Seis do bairro Cidade Olímpica.

Também parlamentar do Podemos, Marcial Lima, por meio do requerimento nº 1439/21, solicitou que fosse enviado ofício ao governo municipal com pedido de providências, em caráter de urgência, para melhoria da Rua Principal do Bom Viver, povoado Maracujá. Ele informou ainda que a solicitação atende às demandas dos moradores e comerciantes daquela comunidade.

Por meio do requerimento nº 1466/21, o vereador Edson Gaguinho (DEM) pediu que fosse enviado ofício à Prefeitura de São Luís com a solicitação de execução, em caráter de urgência, de serviços de drenagem, recuperação asfáltica e meio-fio da Rua Epitácio Cafeteira, localizada no bairro do Caracueira, zona rural da cidade. O parlamentar, vale ressaltar, fez o mesmo pedido ao Governo do Estado, por meio da indicação nº 391/21.

Autora da indicação nº 149/21, a vereadora Fátima Araújo (PC do B), solicitou ao governo estadual recapeamento para a Avenida Dr. Carlos Vasconcelos (Lourenço Vieira da Silva), a Rua Santa Florência e a Rua Haroldo Paiva, localizadas no bairro Jardim São Cristóvão.

Já por meio da indicação nº 176/21, o vereador Ribeiro Neto (PMN) pediu ao Executivo Estadual recuperação asfáltica da Vila 25 de Maio, Rua 02 e Rua do Campo, localizadas no bairro Recanto dos Vinhais. O parlamentar acrescentou que o gabinete dele, junto aos moradores que circulam pelo logradouro, pleiteiam a realização do serviço devido à grande quantidade de buracos, poeira e lama no local.

Ele ainda disse que a situação atual tem dificultado o acesso e deslocamento de veículos, ambulâncias, transporte coletivo e dos próprios transeuntes.

SECURA GERAL – Marcial Lima chama a atenção para falta d’água em São Luís

O vereador Marcial Lima (Podemos) fez uso da palavra durante a sessão desta segunda-feira, 13, para tratar dos problemas de abastecimento de água que a cidade de São Luís vem enfrentando.

Vereador Marcial Lima (Podemos)

O parlamentar chamou a atenção do poder público para o tema, enfatizando que embora São Luís tenha um índice pluviométrico de 3 mil milímetros ao ano, bairros inteiros ainda sofrem com a escassez do recurso hídrico.

“É preciso que haja uma luta suprapartidária, urgente, para que possamos superar duas situações específicas e uma delas é justamente a falta d’água”, defendeu.

Ele apresentou brevemente a experiência de outros municípios, como a cidade de Cabaceiras, a Hollywood brasileira, onde água insalubre é convertida em água potável e o sal que é retido no processo é utilizado na plantação de coco verde.

“Lá que possui o menor índice pluviômetro, foi possível resolver, mas nós que temos rios perenes não conseguimos superar esse problema gravíssimo, sendo uma capital que supera um milhão e cem habitantes. Então fica aqui o meu alerta para retornarmos a este tema em breve”, concluiu.

PONTO DE VISTA – Alfabetização em meio à pandemia: desafio para pais e filhos

Se antes da pandemia muitos pais já passavam por dificuldades em acompanhar o aprendizado dos filhos, imagina agora. A falta de atividades escolares presenciais causou mudança e, diga-se de passagem, quanta mudança na vida de estudantes de todos os níveis, mas principalmente, na fase infantil.

Diante desse cenário, os alunos deixaram de frequentar o espaço físico da escola e famílias precisaram se reinventar, procurar soluções que ajudassem no desenvolvimento de seus filhos já que essa fase tão importante do aprendizado poderia ser prejudicada. Aliar o trabalho dos pais e acompanhar os estudos dos filhos tornou-se uma tarefa árdua em muitos lares.

Wendel Vinicius Santos, professor da Estácio

Para a professora e mãe Kadja Lima, o grande desafio veio se mostrando com o mundo de informações que surgiram para filhos e, por tabela, para os pais. “Se antes havia o desafio de acompanhar nossos filhos com conteúdos reformulados e com dinâmicas bem diferentes da que aprendemos, com essa nova realidade foi inserido um mundo de plataformas e apps educativos que exigem de nossos filhos domínio que eles não têm, embora eles possuam bem mais habilidades com tecnologias do que antes. Os pais, agora, precisam acompanhar esse processo tecnológico que passou a invadir o mundo da educação como nunca antes. Creio que o maior desafio foi para os pais, pois na tentativa de cumprir sua jornada de trabalho, teria agora de acompanhar bem mais de perto as aulas, na tentativa de manter seus filhos presos na frente de um computador, que muitas vezes não se mostrava tão atraente quanto a sala de aula junto com os amigos. Percebi em minha filha a facilidade de estar dispersa, fazendo outras coisas enquanto a aula rolava e um desejo imenso de fugir da frente daquele computador. Logo, não se tratava apenas de acompanhar a aula, mas de convencê-la de que aquele momento era importante como na sala de aula”, enfatizou kadja Lima..

A nova rotina instalada dentro de casa causou angústia e ansiedade em muitas pessoas e isso transformou o processo educativo em um momento de tensão para pais e filhos. “Após essa jornada de aulas remotas, percebo hoje, uma melhora no comportamento da minha filha diante do computador, embora entenda que o professor do outro lado não consegue administrar tantos alunos, cada um no conforto de sua casa, cabendo aos pais administrar esse processo e rezar para que o máximo possível daquela aula seja absorvida. Sim, rezar, não podemos ser ingênuos em querer acreditar que uma criança de 5 e 6 anos diante de um computador possa seguir as regras e dar a devida atenção para uma aula sem que alguém esteja ao seu lado. Portanto, nós que somos pais passamos a ser espectadores das aulas e muitas vezes tivemos que abrir mão de atividades pessoais para que este ciclo educacional não fosse rompido” finaliza Kadja Lima.

Alguns pontos podem colaborar com o processo de alfabetização e, podendo usar o equilíbrio, é possível amenizar os impactos:

– desenvolver a autonomia: essa é uma das principais fases da vida de uma criança e é através desse processo que ela recebe os estímulos para ter controle sobre a escrita. Mas como adquirir esse conhecimento sem estar frequentando o ambiente escolar? Um desafio para os pais assumir essa responsabilidade.

– o convívio com outras crianças: a pandemia impediu essa interação que é um processo importante para a alfabetização. A socialização entre elas facilita o desenvolvimento da coordenação motora necessária para iniciar os primeiros traços.

– capacidade de focar: toda criança precisa desenvolver essa capacidade, pois sem o foco, ela não terá autocontrole e não saberá lidar com as frustrações.

Quando escola e pais estão alinhados e trabalham juntos todo esse processo inicial acontece de forma mais saudável. Novos hábitos implantados dentro de casa podem ser uma alternativa.

O cenário pandêmico impactou efetivamente a educação. “As consequências educacionais deste período ainda não podem ser totalmente mensuradas, mas o processo de alfabetização, certamente, é um dos mais comprometidos com o isolamento social pelo qual as escolas ainda estão passando. No entanto, ações entre professores e famílias podem atenuar tais impactos e favorecer a alfabetização dos alunos neste período de excepcionalidade. Para os professores é necessário fazer uso de metodologias e recursos que alcancem de fato uma alfabetização comprometida com a leitura de mundo e a leitura da palavra, tal qual a proposta de Paulo Freire, pois as plataformas tecnológicas e aplicativos sozinhos não conseguem dar conta desse processo sem a mediação de um professor com olhar alfabetizador”, destaca o professor Mestre Wendel Vinícius Santos, docente do curso de pedagogia do Centro Universitário Estácio São Luís.

É possível  no dia a dia fazer algumas tarefas que possam ajudar em todo esse processo. “No que diz respeito às famílias, a parceria para continuidade desse processo deve se fazer presente em atividades de vida prática que utilizem a leitura, a escrita e também a oralidade, como uma continuidade desse processo que inicia no ambiente escolar mas que é ressignificado em vivências e experiências: ir ao supermercado e pedir que os filhos façam a lista de compras; chegar no supermercado e promover a leitura de marcas e preços; solicitar a leitura de palavras em outdoor no deslocamento de casa; realizar a leitura conjunta de um livro e solicitar que o filho reconte com suas palavras a narrativa experimentada; são possíveis estratégias que aliam o processo alfabetizador com o mundo”, concluiu o professor mestre.

Paulo Freire já nos orientava que para esse processo ser significativo para a criança, mesmo nessa situação de excepcionalidade, é preciso que a leitura seja um ato de amor!

CONSOLIDADO – Carlos Nina reafirma que sua gestão no Lítero foi marcada por ação e inovação

Na tarde desta segunda-feira (13), o jornalista e advogado Carlos Sebastião Nina transmitirá a Presidência do Grêmio Lítero Recreativo Português para o também advogado Osvaldo Barros. Nina assumiu o cargo em 2015, sendo reeleito em 2018, período em que buscou inovações para manter o clube em pleno funcionamento, apesar das limitações orçamentárias e da mudança de hábitos e costumes da sociedade maranhense, no sentido de frequentar esse segmento cultural e esportivo.

Carlos Nina durante conversa com Walkir Marinho, na Rádio Educadora

Neste domingo (12), Carlos Nina participou do programa Hora Extra, na Rádio Educadora AM, ocasião em que afirmou ter realizado nesse periodo de dois mandatos, o que ele chama de resgate das tradições culturais do Lítero, em especial, no campo literário como o nome do clube sugere. “Criamos o ‘Projeto Fênix’ que visa o resgate do grêmio, por meio de parcerias com instituições públicas e da iniciativa privada. Introduzimos no Lítero um programa de comunicação ágil e dinâmico por meio das redes sociais, fortalecendo o nome do clube para entidades luso-brasileiras mundo afora. O informativo ‘Lítero em Ação’, nas versões impressa e on-line, com notícias sobre as atividades do clube deixou o associado bem informado ao longo desses últimos seis anos”, destacou o presidente.

Outro marco da gestão de Carlos Nina, conforme dito na conversa com o editor do blog e apresentador do programa Hora Extra, foi a criação da Câmara de Mediação e Arbitragem, uma ferramenta usada em diversos países e que no Lítero passou a atender, de forma eficaz o cidadão que procura resolver demandas de forma extrajudicial. “Procuramos dar outra conotação para o clube, sem desprezar eventos sociais e esportivos do Lítero. Infelizmente não pudemos enveredar de forma mais abrangente por questões orçamentárias, optamos por preservar a saúde financeira do clube, mas o Lítero se reinventou e segue firme com seus ideais. A pandemia da Covid-19 nos últimos dois anos impediu de avançarmos com mais eventos culturais, mas temos ciência e a consciência de que cumprimos a nossa missão”, disse Carlos Nina.

Outra ação literária da gestão Carlos Nina e que merece ser destacada, foi o lançamento do livro ‘Lítero Português – 90 anos da história de São Luís’, nas versões impressa e on-line. A obra é assinada a seis mãos pelas irmãs Ada Maria Mesquita de Macedo; Lais Mesquita de Macedo; e Lara Mesquita de Macedo. A editoria é do jornalista José Ribamar Rocha Gomes (Gojoba) e a diagramação é de Melquíades José Silva Gomes.

Infelizmente, boa parte da história do clube com a sociedade deixou de ser contada nesta obra literária porque no passado, muitas peças do acervo do Lítero como álbuns de fotografia, placas de bronze registrando visitas de estadistas, chefes de governo e ilustres autoridades, além de troféus conquistados ao longo do tempo pelo clube em eventos esportivos, assim como móveis e utensílios  foram furtados e/ou destruídos por vândalos numa antiga área da agremiação localizada no bairro Araçagy, em São José de Ribamar.

ESTRADA DA MORTE – Roberto Rocha culpa governo estadual por acidentes em série no Araçagy

O senador Roberto Rocha usou as redes sociais para criticar duramente Flávio Dino e atribuir a culpa ao seu governo pelos acidentes em série registrados no último final de semana na Estrada do Araçagy, região metropolitana de São Luís. As obras de requalificação da rodovia estadual MA-203, sob a responsabilidade da Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), se arrastam há mais de cinco anos e, diante do seu incompreensível formato geométrico, tem provocado graves acidentes, inclusive com vítimas fatais.

Moto foi arrastada pelo ônibus que ainda se chocou com um caminhão, causando a morte de duas pessoas

Na última sexta-feira (10), na Estrada do Araçagy, dois jovens de uma mesma família morreram em um grave acidente envolvendo a motocicleta que eles usavam, um ônibus e um caminhão. As vítimas eram irmãos e foram arrastadas pelo coletivo, apesar do motorista ter tentando desviar da moto.

A complicada geometria do canteiro central da rodovia, com retornos sugestivos de equívocos e conjuntos semafóricos instalados de forma incomum, têm sido motivo de reclamação e dúvidas por quem dirige veículo pela movimentada e perigosa MA-203, agora chamada de “Estrada da Morte”.

Confira a postagem do senador Roberto Rocha:

“Acidente com duas mortes, hoje na MA-203, Estrada do Araçagy, na Ilha de São Luís, conhecida como a ESTRADA DA MORTE.

Nesta semana rebati mais uma crítica do governador comunista Flávio Dino, contra o presidente da República.

Flávio Dino atacou o governo federal por ter colocado uma sinalização na avenida dos portugueses (BR-135), exatamente para evitar acidentes, enquanto resolve o problema.

Na oportunidade, chamei atenção do governador para essa rodovia estadual.

Mas, como sempre, ele está mais preocupado em atacar Bolsonaro que governar o Maranhão e cuidar dos maranhenses. Lamentável!!!

Vida que segue!!! Menos para mais essas duas vítimas da arrogância e do descaso”. (A postagem do senador Roberto Rocha foi extraída do blog do Gilberto Léda)

 

PORTO DA ALUMAR – Premiado pelo Ministério de Infraestrutura por gestão em movimentação de cargas

A Alumar foi contemplada pelas melhores práticas e iniciativas na operação portuária
O Porto Alumar recebeu o prêmio “Portos + Brasil”, dia 01/09, criado pelo Ministério da Infraestrutura (Minfra). Pelo segundo ano consecutivo, os portos públicos e Terminais de Uso Privado (TUPs) brasileiros com os melhores índices de desempenho em suas gestões foram reconhecidos pelo Governo Federal. O Porto Alumar alcançou a 3ª melhor pontuação na categoria “Crescimento da Movimentação TUPs/ Granel Sólido Mineral”, com movimentação em 2020, superior 7,7% em relação ao ano anterior. A solenidade aconteceu no Clube Naval em Brasília, durante o evento de apresentação do Programa Futuro do Setor Portuário, pelo ministério.

“Este prêmio que tivemos a honra de receber é mais que um destaque, é o reconhecimento ao trabalho competente, profissional e cuidadoso de toda equipe do Porto Alumar”, destacou o superintendente do Porto Alumar, Domingos Reis. “O nosso crescimento e sucesso é construído por várias mãos cujo objetivo é enfrentar adversidades, superar limites, crescer de maneira sustentável e praticar os nossos princípios éticos com cada parceiro e colaborador”.

Ao todo, 21 autoridades portuárias foram reconhecidas com a premiação, “Portos + Brasil’. Além do ranking “Portos com melhores indicadores de crescimento em Movimentação” foram premiados as categorias “Variação de EBTDA”, “Execução e Investimentos Planejados “ e “Ranking do Índices de Gestão de Autoridades Portuárias”. Pela Alumar, estiveram presentes o superintendente, Domingos Reis, e a supervisora do Porto Alumar, Luana Fontenelle.
Sobre a Alumar

O Consórcio de Alumínio do Maranhão – Alumar é um dos maiores complexos industriais de produção de alumina e alumínio do mundo. Inaugurado em julho de 1984, é formado pelas empresas Alcoa, Rio Tinto e South32 e desempenha um papel importante no Maranhão. Cerca de 90% de seus colaboradores são maranhenses, além de contar com centenas de fornecedores locais.
O sistema de gestão da Alumar é integrado e engloba gestões de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente estabelecido com base nas normas NBR ISO 9001, NBR ISO 14001 e OHSAS 45001. Em 2019, obteve a certificação ASI, (Aluminium Stewardship Initiative), o mais importante Selo de Sustentabilidade na cadeia de valor do alumínio.