
BOM DE VOTO – A reeleição de Neto Evangelista na base da confiança, do carisma e da empatia


O deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), conseguiu, não somente a sua reeleição, como emplacou a sua esposa Detinha (PL) na Câmara Federal, como a mais bem votada deste certame eleitoral, com 161.206 sufrágios. O “Moral da BR”, como o parlamentar é popularmente tratado, obteve 158.360, sendo o terceiro do ranking entre os 18 candidatos eleitos em 2022.

Josimar de Maranhãozinho com a esposa, deputada estadual Detinha
A soma de tentos nas urnas do casal totaliza exatos 319.566 votos. Significa dizer que, é como se toda a população de Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão e de municipios do entorno, votasse em Detinha e Josimar.
Diante desse volume de votos, o PL ainda conseguiu reeleger dois deputados federais, Júnior Lourenço e Pastor Gil. Assim, a legenda será a partir de 2023 a maior representação do Maranhão no Congresso Nacional.
No entanto, os números não param por aí. Josimar de Maranhãozinho fez do PL a segunda maior sigla com número de deputados eleitos na Assembleia Legislativa. Além da sobrinha Fabiana Vilar, “Moral da BR” reforçou o PL elegendo Solange Almeida, Aluizio Santos, Abigail e Cláudio Cunha.
Não custa lembrar que o sobrinho de Josimar, Aldir Júnior está em seu segundo mandato como vereador de São Luís, graças ao apoio do tio. Esse número pode engrossar se for levado em conta alguns prefeitos, vice-prefeitos e vereadores Maranhão adentro, que tem laço familiar com o casal ou vínculo de “batistério” no religioso ou na política.
Josimar de Maranhãozinho de fato, tem moral pra contar a moral dessa extensa e interessante história.
“Agradeço a todos que confiam no meu trabalho e me elegeram deputado estadual”, disse Osmar Filho (PDT) na noite deste domingo (02), após a confirmação do seu nome para ocupar uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão. Atual presidente da Câmara Municipal de São Luís, o pedetista acompanhou a apuração em casa, ao lado de sua família e assim que viu sua eleição oficializada pelo canal da Justiça Eleitoral, se dirigiu para o comitê central de sua candidatura, no bairro do São Francisco, onde se reuniu com apoiadores em uma grande comemoração que se estendeu pela madrugada.

Osmar Filho: da Câmara Municipal para a Assembleia Legislativa
Em clima de muita festa, Osmar, que estava acompanhado da esposa, Clara Gomes, também agradeceu a Deus e dedicou sua vitória à mãe, a ex-prefeita de Cajari, que morreu em outubro de 2021, depois de uma árdua luta contra um câncer. “Se minha mãe estivesse entre nós, certamente estaria tão feliz e realizada quanto eu”, destacou, acrescentando que vai dar tudo de si para ajudar a melhorar a vida dos maranhenses.
O pedetista foi o candidato com maior votação pelo seu partido, com 50.117 votos, para o período de 2023-2026. Nesta eleição, 559 candidatos concorreram às 42 vagas disponíveis no Parlamento Estadual maranhense.
Uma das siglas mais tradicionais da política nacional, o MDB virou partido nanico no Maranhão. Foi-se o tempo do Movimento Democrático Brasileiro fazer num mesmo pleito eleitoral, “barba, cabelo e bigode”, quando elegia em território maranhense, com extrema facilidade, dois senadores e um governador de uma só cacetada.

Roseana Sarney: eleita com pouco mais de 97 mil votos (Foto: Reprodução)
Tempos em que o MDB tinha peso e força política com José Sarney e a filha Roseana, Edison Lobão e Dona Nice, João Alberto e o filho João Marcelo, além dos implacáveis Hildo Rocha e Roberto Costa. O tempo passou e com ele surgiram novas lideranças, novas legendas, novos grupos e novas forças políticas no Maranhão.
Nestas eleições, o MDB teve uma tímida votação para cargos de deputado estadual e deputado federal. Para a Assembleia Legislativa do Maranhão, apenas Ricardo Arruda foi eleito pelo partido e Roberto Costa, na marra, conseguiu sua reeleição. A ex-governadora Roseana Sarney, chamada de “fenômeno de votos”, foi a única da legenda a conquistar vaga na Câmara Federal, mesmo assim, capengando.
Foram menos apenas 97.008 sufrágios conquistados pela “Guerreira”. Ficaram para trás, os candidatos Hildo Rocha, que quase “come o bandeco” de Roseana, além de João Marcelo e Edison Lobão Filho, esse últimocom votação inexpressiva.
O MDB perdeu movimento, ficou minúsculo, desgastado e batido.
Passados todos os capítulos da novela “Eleições para Governo do Maranhão”, o candidato Carlos Brandão (PSB), com todo “cenário” a seu favor, chegou a um ‘Final Feliz’. O governador do Maranhão foi reeleito com mais de 51% dos votos válidos, totalizando quase 1,8 milhão de sufrágios.

Lahesio: um Bonfim de novela (Foto: Reprodução)
Em segundo lugar na audiência, com pouco mais de 25% dos votos (quase 900 mil sufrágios), ficou ‘O Astro’ Lahesio Bonfim (PSC), que surgiu como ‘O Bem-amado’, não da cidade cenográfica de Sucupira e sim da pequenina São Pedro dos Crentes. Visto como ‘O Salvador da Pátria’, logo, logo Lahesio foi rotulado como ‘O Rei do Gado’, mas no último capítulo do folhetim, acabou se questionando ‘Que Rei Sou Eu?’.
A resposta das urnas, digamos assim, foi um “bom fim” de novela.
O candidato Weverton Rocha (PDT), por sua vez, acabou sendo vítima da sucuri de ‘Pantanal’. Plim-plim!
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro (PL) vão decidir em segundo turno, quem vai governar o País a partir de 2023. Com quase 100% das urnas conferidas, os dois candidatos atingiram, respectivamente, quase 48% e 44% dos votos válidos.

Lula X Bolsonaro no segundo turno (Foto: Reprodução)
Apesar de ter ficado em segundo lugar, Bolsonaro tem a vantagem de ter elegido governadores dos três maiores colégios eleitorais do Brasil. Deste modo, Lula vai ficar sem palanque em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Soma-se ainda a favor do atual presidente, o fato de ele ter ajudado a eleger diversos ex-auxiliares para os cargos de governador e senador em outros importantes estados brasileiros.
Lula por sua vez, terá que se desdobrar para manter os votos conquistados no Maranhão, Piauí e restante do Nordeste, região que ajudou o petista a ir para o segundo turno. E mais: ele tem a missão de ratificar, no segundo turno, o número de votos obtidos nas Minas Gerais.
O candidato ao governo do Maranhão, Weverton Rocha (PDT), votou na manhã deste domingo (02) acompanhado do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, da sua esposa Samya Rocha, de candidatos a deputado, lideranças e militância. Weverton falou que está certo de que estará no segundo turno e agradeceu a todos pelo apoio nesta primeira etapa.

“Fizemos uma campanha propositiva e sem mentiras . O nosso compromisso é com o povo. Colocamos propostas reais e temos certeza de que estaremos no segundo turno, onde teremos mais espaço para falar do nosso projeto para mudar o Maranhão. Agradeço a todos que estão conosco nesta caminhada e, em especial, ao prefeito Eduardo Braide, que nos acompanha neste momento ” , disse Weverton Rocha.
” Temos a certeza de que estaremos nos segundo turno e que São Luís terá um governador parceiro a partir de 2023″, disse Eduardo Braide.
Nas proximidades de quase todas as sessões eleitorais a cena se repete. O derrame irregular de santinhos de candidatos é feito de forma descarada. A ideia dos sujões é garimpar, nos últimos instantes, o voto do eleitor indeciso.

Pior para as cidades brasileiras que recebem um volume de lixo a mais em ruas, praças e avenidas. A prática abusiva, mesmo sendo irregular, é comum Brasil e afora. Em São Luís a situação não é diferente…
Só tem um detalhe: se o dito popular reza que ‘santo de casa não faz milagre’, os santinhos por sua vez, além de seguir essa máxima, ainda deixam as vias públicas sujas pelos sujões.
Uma mensagem do presidente Jair Bolsonaro, candidato a reeleição, que circula nas redes sociais anunciando apoio a Lahesio Bonfim (PSC), candidato a governador do Maranhão, não passa de fake news. De acordo com o apurado, o print abaixo seria uma alternativa desesperada de Bonfim “garimpar” seguidores de Bolsonaro em favor de sua eleição.

Portanto, não seria no último dia de campanha que Bolsonaro iria declarar apoio formal a Bonfim. Até porque o candidato do PSC, durante toda campanha, não pediu um único voto para o Capitão.
A pesquisa realizada pelo Instituto Qualitativa em parceria com a TV Difusora mostra um cenário de segundo turno nas eleições para o governo do estado, entre Carlos Brandão (PSB) e Weverton Rocha (PDT).

Já deu: Weverton no 2° turno com Brandão; Dino assiste
Após quase oito anos como vice-governador, Brandão não conseguiu convencer a maioria dos eleitores a apostar na continuidade, já no primeiro turno.
Por outro lado, Weverton Rocha propõe mudar os rumos do estado, renovando a gestão e com um discurso de geração de emprego e distribuição de renda.
Se as eleições fossem hoje, Carlos Brandão teria 36,4% dos votos e Weverton Rocha 32,1%, levando a eleição para o segundo turno. O terceiro colocado seria Lahesio Bonfim, com 19,5%, sem chances de ir ao segundo turno, seguido por Edivaldo Jr com 5,5% e Simplicio Araújo com 1%. Os demais candidatos teriam menos de 1%.
Também foi perguntado em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Carlos Brandão é o que tem mais rejeição, com 13,7%, Simplicio Araújo aparece em seguida com 11%, Edivaldo Jr com 10,9%, Weverton Rocha com 10,6% e Lahesio Bonfim com 10,5%.
Para o Senado, se as eleições fossem hoje, o ex-governador Flávio Dino teria 55,3%, seguido pelo senador Roberto Rocha com 26,3%, Saulo Arcangeli 1,7% e Ivo Nogueira 1,1%.
No item rejeição, Flávio Dino aparece em primeiro com 31,3% e Roberto Rocha teria 29,7% de eleitores que não votariam de jeito nenhum.
O levantamento do Instituto Qualitativa foi contratado pela Radio e TV Difusora. O Instituto ouviu 1.500 eleitores em 55 municípios, entre os dias 22 e 29 de setembro. A margem de erro da amostra é de 2,53%; e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número 08723/2022. (Do site Difusoraon.com)