Certo dia desse ano, após o lançamento do projeto político “O Maranhão Mais Feliz”, o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB), dirigindo-se ao amigo senador Weverton Rocha, então pré-candidato a governador do Maranhão, foi emblemático: “Aqui ninguém aparta!”. Na ocasião, a fala de Othelino deixou todos presentes no encontro, convictos do apoio do deputado comunista ao senador Weverton (PDT), rumo ao Palácio dos Leões.

Othelino Neto: lembranças do “aqui ninguém aparta” (Foto: Arquivo)
Esse discurso foi repetido em outras ocasiões e virou jargão da parceria comuno-pedetista durante parte da pré-campanha eleitoral, até Othelino se apartar de vez de Weverton e correr pros braços de Flávio Dino, de olho na primeira suplência do Senado. Sem pedir aparte, Weverton viu seu projeto definhar diante da surpreendente apartada.
O tempo passou e agora, agora é a vez de Othelino Neto sentir o gosto das “apartadas” oriundas de seus pares de plenário, o que podem comprometer, sobremaneira sua reeleição à presidência da Assembleia Legislativa. E não adianta o nobre deputado pedir aparte entre os discursos parlamentares, porque no jogo político qualquer um aparta. Inclusive os que se dizem amigos!








Fica reservado para os dependentes legais dos servidores Militares do Estado do Maranhão 50% do total das vagas existentes, e os outros 50% divididos da seguinte forma: 27,62% das vagas ficam destinadas a comunidade da Raposa, 14,92% das vagas ficam destinadas a comunidade em geral e 7,46% das vagas destinadas a pessoas com deficiência – PCD.






