A Receita Federal do Porto de São Luís com apoio do Fórum Nacional de Combate à Pirataria e Ilegalidade (FNCP), inicia na próxima segunda-feira, 20 de abril, a destruição de 300 toneladas de cigarros do crime – a maioria proveniente do Paraguai – apreendidos no Maranhão.

Carga de cigarros (Foto ilustrativa – Reprodução)
A mercadoria é avaliada em cerca de R$ 54 milhões e resultado de diversas operações realizadas no estado contra o crime organizado. A destruição vai liberar espaço físico nos depósitos da Receita para a intensificação das ações policiais de repressão e combate ao contrabando, na medida em que a falta de espaço para estoque de mercadoria ilegal dificulta as operações de apreensão.
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O Inspetor chefe da Receita Federal do Porto de São Luís, Elmar Fernandes Nascimento, valoriza a ação e destaca a sua importância. “A inciativa de destruição é fundamental, pois abre espaço não apenas para a Receita Federal, mas para todos os órgãos de segurança ampliarem seus esforços no combate ao crime organizado”, diz.
Para Edson Vismona, presidente do FNCP, a destruição dos cigarros ilegais, além de apoiar a Receita Federal, é também uma questão de segurança. “Essa operação acaba com a possibilidade destes cigarros do crime retornarem para o mercado ilegal e continuarem financiando o crime e o tráfico de armas e drogas, tirando vidas e destruindo a sociedade’, afirma.
Atualmente, o contrabando responde pela maior parte dos cigarros consumidos no Maranhão, segundo estimativas da indústria: 73% dos cigarros em circulação no Estado são contrabandeados.
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