No próximo dia 25, o Brasil vai escolher seu próximo presidente. De um lado, está o senador Flávio Bolsonaro (PL); do outro, o atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em busca da reeleição.

Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Reprodução)
Na corrida presidencial, em primeiro turno, o candidato da direita obteve ligeira vantagem, com 47,3% da votação, contra 45,16% de Lula. Em números absolutos, essa diferença significa 2.224.965 eleitores que penderam para a direita.
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Ou seja, enquanto Flávio segue em linha reta, Lula tenta virar bruscamente para a esquerda. O combustível do petista está no volume de votos nulos, brancos e na elevada abstenção, que corresponde a 21,08%.
Na primeira largada, foram 2.300.798 votos em branco e 3.674.249 nulos. Soma-se a esse volume as 33.469.244 abstenções. E é nessa bomba que Lula pretende abastecer seu carro de nº 13.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, além de “furar” esse quantitativo, ainda terá a seu favor o apoio de um time de senadores e governadores eleitos, além dos candidatos do primeiro turno, Augusto Cury, Zema e Ronaldo Caiado.
Lembrando que, sem a correria dos candidatos a deputado estadual/distrital, deputado federal, senador e governador das 27 unidades federativas, a possibilidade de a abstenção aumentar no segundo turno é bem maior. E, nesse caso, Lula é quem ficará no prejuízo.
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