O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou em junho de 2026, durante um evento em Goiás, que nunca teve tempo para depressão porque precisava trabalhar para sobreviver. O líder petista afirmou: “Eu não tô bem, tô depressivo. Eu nunca tive tempo para depressão porque ou eu trabalhava ou eu me ferrava”.

Deputado Wellington pedalou até a Assembleia, por uma única vez (Foto Reprodução)
Por outro lado, de audiências públicas com especialistas a leis voltadas à prevenção, diagnóstico e conscientização sobre a doença que assola milhares de brasileiros, o deputado Wellington do Curso (PSD) mantém a saúde mental como uma das pautas de sua atuação parlamentar no Maranhão.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A defesa da vida tem sido tratada pelo parlamentar como uma pauta que vai além do calendário do Setembro Amarelo. Desde o início de sua atuação política, o deputado tem levado à Assembleia Legislativa discussões sobre depressão, ansiedade, automutilação e prevenção ao suicídio, buscando transformar a conscientização em políticas públicas.
Em 2017, Wellington solicitou e presidiu uma audiência pública para discutir a criação do Plano Estadual de Valorização da Vida e Prevenção ao Suicídio. O debate reuniu profissionais e instituições, entre eles o psiquiatra e mestre em Ciências da Saúde Ruy Palhano, o psicólogo Paulo Guilherme, representantes da Saúde Mental do Estado, da área de Direitos Humanos da Criança e do Adolescente e da Polícia Militar.
A iniciativa mostrou uma característica que acompanha a atuação do parlamentar: levar o tema para o debate antes de transformá-lo em proposta legislativa. Na audiência, Wellington defendeu que o enfrentamento ao suicídio exigia a participação do poder público, especialistas e sociedade.
Anos depois, a agenda continuou sendo ampliada. Entre as medidas apresentadas pelo deputado estão propostas para identificação e encaminhamento de pessoas em situação de risco, atenção aos transtornos de ansiedade e depressão, prevenção à automutilação, enfrentamento de conteúdos de mídias sociais e jogos que possam induzir crianças e adolescentes à violência e à automutilação, além da notificação de casos de violência autoprovocada.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
