Nesta quinta-feira (6), o jornalista Joel Jacintho publicou nas redes sociais, uma fotografia mostrando um espaço nostálgico do Centro Histórico de São Luís. O click mostra uma das ruelas calçada de paralelepípedo e pedras de cantaria, com lampiões iluminando fachadas de casarões coloniais, dentre os quais, um prédio tomado por uma extensa ramificação vegetal.

Rua do Centro Histórico de São Luís (Foto: Joel Jacintho)
Trata-se de um exemplar dos “Jardins Suspensos” de São Luís do Maranhão numa referência, com as devidas proporções e importância aos Jardins Suspensos da Babilônia, de acordo com a História Antiga. Convém lembrar que inúmeros prédios coloniais da capital maranhense têm parte de seus telhados, bem como eiras e beiras cobertos por essa “vegetação aérea”, cujo plantio dar-se por meio de aves e ventos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No contraste desses jardins de robusto verde estão diversas praças e jardins de São Luís, que só permanecem esverdeados no período chuvoso. Basta verificar que desde o final de julho, quando cessam as chuvas em Upaon-Açu, toda jardinagem da cidade começa um processo tenro de secura até a queima total de seus gramados e plantas ornamentais.
Tudo por falta de zelo e conservação, pois o serviço de rega e molhagem desses espaços não segue uma dinâmica ou aguagem sistemática como deveria ser.
A Prefeitura Municipal de São Luís, por meio do Instituto Municipal da Paisagem Urbana (Impur) ou da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), precisa agir, urgente, molhando os jardins cravados na cidade, inclusive os locais que sofreram intervenções geométricas por conta do “Programa Trânsito Livre”, que começaram a secar à mingua.
Sobre os Jardins Suspensos da Babilônia
Os Jardins Suspensos da Babilônia foram uma grandiosa estrutura de terraços verdes e uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Segundo a lenda, eles continham árvores, arbustos e cascatas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
