O governador Carlos Brandão precisa tomar conhecimento da lentidão em que andam as obras de reforma das dependências do Estádio Castelão, em São Luís. Os serviços contemplam recuperação das redes elétrica, hidráulica e sanitária, além de acessibilidade à portadores de necessidades especiais.

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Após interdição de todos os bares do estádio, cumprindo determinação do Ministério Público do Maranhão (MPMA), que em vistoria, identificou falhas e risco de incidentes nos pontos de venda, uma ampla reforma foi anunciada. No mês de maio, o próprio titular da Secretaria de Esporte e Lazer (Sedel), Celso Dias, o Celsinho, anunciou o início das obras do Gigante do Outeiro da Cruz.

O anúncio foi feito com a presença de permissionários dos bares do Castelão, o que causou euforia e expectativa aos presentes no evento. No entanto, passados dois meses, os serviços seguem devagar, quase parando, tal qual o futebol maranhense.

Convém dizer que apesar do declínio do futebol em território maranhense, como a praça esportiva é um patrimônio público, a recuperação do equipamento precisa ser realizada com apresentação de custos e resultados, além de prazo de execução. Vale lembrar que o Castelão ainda abre suas portas para jogos do Maranhão Atlético Clube válidos pela Série C do Campeonato Brasileiro 2026.

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