A Câmara Federal, em Brasília, possui um total de 513 deputados eleitos. Eles são divididos entre os estados e o Distrito Federal de acordo com a população de cada um.

Congresso Nacional em Brasília (Foto: Reprodução)
Nesse quadro, onze unidades federativas possuem 8 parlamentares e o estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil, conta com 70 deputados federais. O Maranhão é representado por 18 parlamentares.
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Já no Senado Federal, a representatividade é igualitária – três senadores para cada unidade federativa – com mandatos de 8 anos, sem limite de reeleição.
Ocorre que na ‘Casa Alta’, o preenchimento das cadeiras, apesar de ser feito de quatro em quatro anos, o quantitativo difere alternadamente em cada pleito eleitoral. Nas eleições deste ano, por exemplo, serão eleitos dois senadores por estado, e em 2030, somente um candidato será conduzido ao Senado Federal pelo voto.
Em busca do acesso a esse quantitativo parlamentar, recheado de regalias e benesses, é travada uma verdadeira guerra de foice, martelo, estrela, pomba, flor e outros símbolos partidários. Alguns tentam a renovação do mandato e muitos outros, com ou sem chance, se arriscam a ingressar no Congresso Nacional, através da vontade popular.
Os gastos e os riscos de uma campanha eleitoral são elevadíssimos. Contabilizando os salários e auxílios no período de quatro anos, certamente não cobrem os custos de uma campanha eleitoral. Mas após esse “jogo de promessas”, entram em campo mordomias, auxílios, verbas e emendas parlamentares pomposas, além de prestígio, muito prestígio e benesses incalculáveis…
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