EM OU (IN)DECISÃO – Braide na contagem regressiva sobre permanência no cargo ou entrada na “tarrafa comunista”

Não resta dúvida que o prefeito Eduardo Braide (PSD) tornou-se referência nos quesitos trabalho e foco no avanço por uma São Luís melhor. Em seu segundo mandato, Braide conquistou notoriedade nacional, com índices de aprovação popular nunca registrados entre seus antecessores.

Eduardo Braide de azul na eleição municipal de 2020 (Foto: Reprodução)

Acontece que Braide também é egocêntrico, frio e tomador de decisões calculadas. Por isso, a tal proposta política “oferecida” por adversários do grupo governista, para que Eduardo Braide renuncie o cargo e assim possa disputar o Governo do Maranhão, pode não prosperar.

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Casa dos parafusos

Em contagem regressiva para o fim do prazo de desencompatibilização do cargo, Braide segue vendo os prós e contras, até porque a decisão de renúncia pode lhe custar caro, e muito caro. Braide também sabe que boa parte dos “tentadores esquerdistas”, no fundo, no fundo, pode estar querendo apenas tirar proveito da sua popularidade, visando obter êxito nas urnas em cargos parlamentares.

De qualquer forma, Eduardo Salim Braide tem 16 dias para escolher se fica trabalhando por São Luís até 2028 ou se entra nessa aventura eleitoral, que para muitos defensores de sua permanência no cargo, pode ser denominada de “tarrafa”, “arapuca” ou “arataca”…

Quanto aos milhares de adesivos que estão sendo confeccionados aclamando Braide como “a solução para o Maranhão”, seguramente não foram custeados pelo prefeito. Até porque, Braide, pouco ou quase nada, investiu em propaganda e parcerias institucionais com a imprensa.

Basta lembrar que nem secretário de Comunicação a atual gestão ludovicense tem. Braide gosta mesmo é de embalar e ser embalado nas redes sociais.

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MarcPeças Axixá

1 pensou em “EM OU (IN)DECISÃO – Braide na contagem regressiva sobre permanência no cargo ou entrada na “tarrafa comunista”

  1. Para ser bom prefeito basta cumprir com o dever de trabalhar pela cidade. Secretarias inúteis não devem existir em qualquer governo que se preze.

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