A “quatrocentona” Câmara Municipal de São Luís, uma das mais antigas do Brasil, não vive em seus melhores dias. Isso porque o Palácio Pedro Neiva de Santana, situado na Rua da Estrela, Praia Grande, no Centro Histórico, sede do Legislativo Municipal, tem sido palco de situações vexatórias protagonizadas por alguns atores integrantes do rol dos 31 edis, que representam a população ludovicense.

Câmara Municipal de São Luís: desgaste desnecessário
De uns tempos para cá, o Plenário Simão Estácio da Silveira, com sua tribuna revestida de granito na cor marrom, vez por outra, tem se transformado em potencial octógono. Não são poucos os registros de agressões verbais, indo até a supostas ameaças à integridade das pessoas, como foi divulgado hoje por boa parte da imprensa local.
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Parlamentares se alfinetam, se engafinham e alteram o tom de voz, como se as pessoas presentes na galeria ou as que acompanham os debates pelas redes sociais fossem surdas, tal qual os que preferem não escutar os aclames e reclames populares.
De tanto blá-blá-blá, o Legislativo Municipal de São Luís virou caso de polícia, com direito a Boletim de Ocorrência (B.O), registrado às 17h58min de ontem (25). É muita confusão e pouca ação.
Sorte nossa, que são apenas três sessões ordinárias por semana. E bote “ordinária” nisso!
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