ARTIGO – O desafio do Rotary – (Por Carlos Nina)

Por Carlos Nina

O Rotary completará 100 anos no Brasil, em 2023, com o primeiro clube no Rio de Janeiro.

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Casa dos parafusos

Fundado por Paul Harris, em 23 de fevereiro de 1905, em Chicago, no estado de Illinois, nos Estados Unidos, a Instituição, ao longo desses 117 anos, mantém os objetivos de seu idealizador: interação de ideias e construção de amizades duradouras, evoluindo para a realização de atividades humanitárias nos ambientes onde o Clube se instala.

Foi assim que, em 1979, o Rotary iniciou uma luta contra a pólio no mundo. A princípio nas Filipinas, onde o objetivo era imunizar seis milhões de crianças. Daí seguiu em frente. Em 1988, 125 países enfrentavam a doença, que os dominava endemicamente. Apesar do Rotary ter contribuído para a imunização de mais de 2,5 bilhões de crianças contra a poliomielite, em 122 países, atualmente, de acordo com informações veiculadas em diversas fontes, dois países ainda registrariam essa endemia.

Cada rotariano tem contribuído para as atividades do Rotary, em projetos sociais idealizados e concretizados pelos seus milhares de clubes espalhados pelo mundo.

Nos últimos anos, a humanidade enfrentou uma pandemia avassaladora, a Covid-19, que criou dificuldades para que as pessoas pudessem se encontrar. Isso atingiu o Rotary diretamente porque uma de suas características é a reunião semanal, presencial.

O Rotary, entretanto, prosseguiu com suas atividades. Superou obstáculos e prosseguiu, inovando, como fez o mundo inteiro, ingressando no caminho das comunicações e reuniões virtuais. Do mal emergiu o bem, acelerado pelas circunstâncias e pela vontade do reencontro, descortinando para as atividades rotárias outras vias pelas quais pôde e continuou a incrementar a essência de sua existência: o companheirismo e a ação social.

É verdade que ninguém precisa ser rotariano para fazer algo em prol da humanidade. Basta fazer o mesmo ao que se propõe o Rotary, como anunciado em seu site: promover a paz, combater doenças, fornecer água limpa e saneamento, cuidar da saúde de mães e filhos, apoiar a educação, favorecer o desenvolvimento econômico e proteger o meio ambiente.

Contudo, no Rotary, esses objetivos têm em sua origem o sentimento do servir, do dar de si antes de pensar em si, alimentados pela energia que o companheirismo gera.

É o que, na direção do RC São Luís Praia Grande, no Ano Rotário JUL2022/JUN2023, continuaremos a fazer, para o que temos contado não só com os rotarianos, mas com pessoas e instituições parceiras que se identificam com esses propósitos.
Para Jennifer Jones, que em julho assumiu como primeira mulher eleita para presidir o Rotary Internacional, “Há um lado positivo em quase todas as circunstâncias desafiadoras.” O universo em que vivemos está carente, pleno de desafios. Cada um de nós pode fazer a diferença. Unidos, pode-se muito mais.

O Rotary está de braços abertos para todos aqueles que estiverem dispostos a contribuir para a construção de uma comunidade fraterna e solidária.

 

*Advogado, jornalista e presidente do R C São Luís Praia Grande

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MarcPeças Axixá

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