Não deve estar sendo fácil para Flávio Dino (PSB) os seus últimos dias à frente do executivo estadual maranhense. Além do racha em seu grupo político, alguns tradicionais auxiliares, como Simplício Araújo e Jefferson Portela entregaram seus cargos, antes da “agenda prevista”. Atrasos no conograma de obras e manifestações de professores também contribuem para esta situação.

Flávio Dino: sonhos virando insônia (Foto Reprodução)
Flávio Dino sempre falou e defendeu a unidade do seu grupo, e a partir do momento em que o socialista escolheu o seu vice Carlos Brandão (PSDB) como pré-candidato ao governo, as coisas começaram a desandar. O deputado Josimar de Maranhãozinho (PL) seguiu seu rumo, o senador Weverton Rocha (PDT) manteve sua pré-candidatura a governador e segue com “seu foguete” em busca de um “Maranhão mais feliz”.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por último, o próprio presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (ex-PCdoB e agora PDT) deixou a “nau leonina” para apoiar o projeto de Weverton. Mesmo “ambos os dois” (pra ser redundante) declarando apoio a Flávio Dino rumo ao Senado Federal.
Vale dizer que outras demandas têm tirado o sono do governador, como obras que nunca são concluídas. O Hospital da Ilha e a Ponte Crntral – Bequimão são alguns exemplos. Haja Maracugina pra tantas intranquilidade e insônia.
Tudo isso sem contar com as manifestações de professores Maranhão afora exigindo do governo 33,24% de reajuste no piso salarial. A passeata dos mestres que “fechou” a Ponte do São Francisco e seguiu rumo ao Palácio dos Leões na manhã de quinta-feira, movimento inédito em sete anos durante o governo Dino, também deve ter tirado o sossego do governador.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
