A Avenida dos Portugueses, “braço direito” da rodovia BR-135, que liga o Porto do Itaqui à região central da cidade de São Luís é o que se pode chamar de desleixo por parte do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Endereço de estações ferroviária e marítima, de campus universitário e corporações militares, este movimentado corredor viário sofre com o descaso do órgão e o que se vê em seus quase quatro quilômetros duplicados é um quadro estarrecedor.

Avenida dos Portugueses: buracos na pista e matagal no canteiro central (Foto via WhatsApp)
Além de buracos nas pistas de rolamento e nos acostamentos, o canteiro central da rodovia com status de avenida está tomado pelo matagal. Isso compromete a visibilidade de condutores de veículos e “enfeia” o trecho urbano da estrada que passa por importantes bairros da capital maranhense.
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A parte não duplicada da BR-135 entre a entrada do bairro Anjo da Guarda e o Porto do Itaqui, local onde estão instaladas revendas de combustíveis e a mineradora Vale, há tempos já deveria ter recebido o benefício da duplicação. Mas não! Apenas o vai e vem de caminhões, carretas e bitrens, assim como de veículos de menor porte oriundos do complexo portuário e do Terminal da Ponta da Espera, de onde chegam e saem da Ilha de São Luís por meio de ferry-boats.
Com o grande e constante fluxo de veículos leves e pesados, bem como de pedestres, acidentes de trânsito são registrados nesta rodovia federal quase que diariamente, inclusive, com perda de vidas. Pode-se até sugerir que o DNIT seja um órgão míope com relação ao caso ou descompromissado com a segurança e conforto do imenso público que utiliza a Avenida dos Portugueses todos os dias.
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