Gonçalves Dias, nascido em 10 de agosto de 1823 em Caxias, no Maranhão, foi um poeta indianista da primeira geração romântica. Filho de um comerciante português e de uma mestiça, ajudou o pai no comércio e recebeu uma boa educação com aulas particulares.
Aos 15 anos de idade, foi pra Coimbra estudar artes, ali terminou ensino secundário e entrou em contato com escritores da época, como Almeida Garrett.
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A maior parte da obra de Gonçalves Dias foi escrita no período em que esteve em Portugal, inclusive o poema Canção do Exílio. Um trecho da poesia é citado no Hino Nacional.
Em 1862 o poeta foi se tratar de saúde, mas não teve sucesso. O navio zarpou de volta ao Brasil em setembro de 1864, mas naufragou na costa do Maranhão, em 3 de novembro de 1864. (www.camara.leg.br)
“Agonizando pela doença, teve um momento de alívio em 2 de novembro de 1864, quando foi avisado que estava próximo da costa brasileira. Pediu ajuda aos funcionários para se locomover até o convés para observar a costa que, em breve alcançaria. Durante a madrugada do dia seguinte, quando o navio se aproximava da baía de Cumã, em Guimarães-MA, a embarcação se chocou com um desnível causado por um banco de areia, impossível de ser visto durante a noite.
De acordo com o Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, a distância relativamente próxima ao local de desembarque descartou os processos de segurança no naufrágio; todos os membros da tripulação foram rápidos e nadaram até o baixo de Atins, no Maranhão. Todos, menos Gonçalves Dias, que estava instalado em um gabinete próximo do porão do navio e foi esquecido pelo resgate. Lá, morreu afogado, sem forças para conseguir se salvar, aos 41 anos“. (uol.com.br)
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