Fazer a travessia marítima entre o Terminal da Ponta da Espera, em São Luís e Cujupe, em Alcântara está ficando cada vez mais complicado é perigoso. Estas viagens diárias, transportando pessoas e veículos de todos os portes, por meio dos ferryboats entre a Ilha e a Baixada Maranhense virou um verdadeiro tormento.
Tudo por causa das péssimas condições das seis embarcações e que agora, estão limitadas apenas a duas em operação, o que reduziu drasticamente o número de viagens. E, com a diminuição dos ferrys em funcionamento, as “filas de espera” de carros, caminhões e de passageiros só aumentam nos dois terminais de embarque.
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Essa demora para seguir viagem é motivo de insatisfação e revolta para quem utiliza o serviço. A situação se agravou ainda mais neste fim de semana com feriado prolongado. A Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB) é a responsável pela fiscalização desse serviço realizado pela Internacional Marítima e Serviporto, empresas detentoras da concessão das “linhas”.
Apesar das reclamações, motoristas, principalmente, caminhoneiros, preferem seguir viagem rumo à Baixada e litoral através de ferryboat, haja vista que por meio rodoviário, a distância aumenta em mais 300 Km. Isso sem contar que a rodovia estadual MA-014 que liga a região com a BR-222, além de perigosa, está tomada pela buraqueira.
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