Por mais que aliados queiram fazer o remendo, é notória a fissura no grupo político do governador Flávio Dino (PCdoB), provocada pelas últimas ações e declarações do senador Weverton Rocha (PDT). A aliança com o MDB de Roseana Sarney, João Alberto & Cia, para alavancar o nome de Neto Evangelista (DEM) à Prefeitura de São Luís, teria sido o primeiro sinal claro desse rompimento.
Depois, vieram discursos do “dono” do PDT no Estado, do tipo “derrubar as portas do palácio” e “libertar o Maranhão”. Por último, para amenizar a situação, Weverton esteve conversando com Dino querendo deixar transparecer a público que divergência entre integrantes de um mesmo grupo político é a coisa mais natural do mundo e que chefe é chefe, se referindo ao governador.
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Não custa lembrar que em 2017, um outro senador, com o mesmo sobrenome de Weverton e também eleito com as bênçãos de Flávio Dino, rompeu com o grupo governista. Mas isso é uma outra história!
No entanto, se dois raios não caem no mesmo lugar, duas “rochas” podem sim, se desprender de “colinas” ou mesmo da muralha existente em certo palácio. E isso o governador sabe muito bem. De qualquer forma, as eleições municipais chegaram e 2022 está às portas. E assim, arrocha ou racha!
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