Pesado e heterogêneo, o grupo político liderado pelo governador Flávio Dino, em tempos de pré-campanha eleitoral, começa a sofrer rachaduras em sua base. É possível que essas fendas se tornem mais amplas e irreparáveis, principalmente, se a decisão para o cargo de prefeito de São Luís ficar para o segundo turno.
A quantidade exagerada de pré-candidatos do bloco governista e os prováveis ataques e opiniões divergentes entre os mesmos, durante a campanha propriamente dita, irão provocar esses inevitáveis rompimentos. Isso porque, a todo custo, todos querem passar pelo “filtro popular” para provocar a decisão do jogo contra o favorito pré-candidato Eduardo Braide, no segundo tempo. E por esse crivo, apenas um poderá conseguir essa passagem.
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Como consequência, se formarão “ilhas” capitaneadas pelos comandantes Weverton Rocha, Josimar de Maranhãozinho, Carlos Brandão e Márcio Jerry. O capitão-mor, por sua vez, terá a missão de construir pontes para tentar interligar essas ilhas e reintegrá-las ao seu continente.
Se é que isso pode ser possivel até 2022…
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