Por mais que analistas políticos queiram tentar decifrar o destino político do Maranhão na questão da sucessão ao governo, no máximo tudo não passará de especulações — pelo menos enquanto não chegar “abril, com suas chuvas mil”.

Governador Brandão e prefeito Braide: “quem espera, senta e cansa” (Foto: Reprodução)
Isso porque tudo depende da ocupação de duas cadeiras usadas pelo chefe do Executivo estadual e pelo gestor municipal de São Luís.
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Enquanto o governador Carlos Brandão estiver sentado na principal cadeira do Palácio dos Leões e, de igual modo, o prefeito Eduardo Braide no Palácio La Ravardière, nada estará definido.
Antes de abril, a imprensa e o povo maranhense ficarão na expectativa do que virá após as duas tomadas de decisão dos governantes. Sair ou não da cadeira, só o tempo dirá.
Por enquanto, ainda em janeiro, no máximo pode-se cantar: “Quando fevereiro chegar, saudade já não mata a gente…” — ou ainda: “São as águas de março fechando o verão…”.
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